PRF inicia Operação Carnaval 2026 com fiscalização intensificada nas rodovias
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) lançou a Operação Carnaval 2026, a maior fase da Operação Rodovida, para intensificar a fiscalização e prevenir acidentes nas rodovias federais até a Quarta-feira de Cinzas.
Pontos principais
- A Operação Carnaval 2026 da PRF começou à meia-noite de sexta-feira (13) e vai até a Quarta-feira de Cinzas (18).
- Esta é a fase mais intensa da Operação Rodovida, iniciada em dezembro de 2025, focando em trechos de alta incidência de infrações.
- A fiscalização priorizará embriaguez ao volante, excesso de velocidade e ultrapassagens proibidas, com grande expectativa de movimento nas estradas.
- Em 2025, a PRF aplicou mais de 3,5 milhões de testes de alcoolemia, resultando em 9 mil autuações e 43 mil recusas.
- Dicas de segurança incluem planejamento da viagem, revisão veicular, uso de cinto, atenção a pedestres e faróis acesos.
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) deu início à Operação Carnaval 2026, a partir da meia-noite de sexta-feira (13), estendendo-se até a Quarta-feira de Cinzas (18). Esta ação representa a maior fase da Operação Rodovida, lançada em dezembro de 2025, e tem como objetivo principal intensificar a fiscalização nas rodovias federais para prevenir acidentes e garantir a segurança dos viajantes durante o feriado prolongado. A PRF focará em trechos com alta incidência de infrações como embriaguez ao volante, excesso de velocidade e ultrapassagens proibidas, esperando um grande fluxo de veículos tanto para destinos de Carnaval quanto para cidades do interior.
Para conscientizar os motoristas, a PRF divulgou uma série de recomendações de segurança. Entre as orientações estão o planejamento da viagem, a revisão veicular, o uso obrigatório do cinto de segurança por todos os ocupantes, atenção redobrada a pedestres e ciclistas, e a importância de manter os faróis acesos, mesmo durante o dia. Em 2025, a fiscalização de alcoolemia resultou em mais de 3,5 milhões de testes, com 9 mil autuações e 43 mil recusas, evidenciando a persistência do problema e a necessidade de ações preventivas contínuas.
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