Alambiques paulistas preservam tradição e elevam qualidade da cachaça artesanal
Produtores de cachaça artesanal em São Paulo dedicam-se a manter a tradição e aprimorar a qualidade da bebida, conquistando reconhecimento em concursos nacionais e internacionais.
Pontos principais
- A produção de cachaça artesanal começa com a colheita e moagem da cana para obtenção da garapa.
- Avelino dos Santos Modelli, de Vera Cruz (SP), detalha o processo de fermentação, destilação e envelhecimento em tonéis de madeira.
- Álvaro Peixoto, de Ourinhos (SP), transformou seu hobby no Sítio Engenho Velho em um negócio premiado.
- A cachaça do Sítio Engenho Velho conquistou ouro no concurso Cachaça SP e prata em um concurso global no Chile.
Produtores de cachaça artesanal no estado de São Paulo estão se destacando na preservação das técnicas tradicionais e na busca pela excelência da bebida. Nomes como Avelino dos Santos Modelli, de Vera Cruz, e Álvaro Peixoto, de Ourinhos, exemplificam essa dedicação, que envolve desde a colheita da cana até o cuidadoso processo de fermentação, destilação e envelhecimento em diferentes tipos de madeira. Essa atenção aos detalhes é crucial para a qualidade final do produto.
O empenho desses produtores tem rendido frutos significativos, com a cachaça artesanal brasileira ganhando reconhecimento além das fronteiras nacionais. A cachaça do Sítio Engenho Velho, por exemplo, obteve medalha de ouro no concurso Cachaça SP e prata em uma competição global no Chile, evidenciando o potencial da bebida artesanal paulista no cenário internacional e a importância dos alambiques na manutenção dessa herança cultural e gastronômica.
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