O presidente do PDT, Carlos Lupi, afirmou que o PT apoiaria candidaturas estaduais, incluindo Alexandre Kalil em Minas Gerais, mas o PT negou e Kalil declarou que só aceita quem ele quiser em seu palanque.
O cenário político para as eleições estaduais de 2022 ganhou um novo capítulo com a declaração do presidente do PDT, Carlos Lupi, sobre um suposto apoio do PT a candidaturas como a de Alexandre Kalil em Minas Gerais. Lupi afirmou que o compromisso foi selado em uma reunião com Edinho Silva (PT), visando fortalecer a reeleição de Lula. No entanto, a repercussão foi imediata e contraditória, com o PT negando veementemente qualquer acordo sobre palanques estaduais e Kalil reforçando sua autonomia na escolha de aliados.
A situação expõe a complexidade das articulações políticas e a tensão entre os interesses nacionais e regionais dos partidos. Enquanto o PT busca consolidar o apoio a Lula, as definições locais ainda estão em aberto, como evidenciado pelo desejo público de Lula de ter Rodrigo Pacheco (PSD) como candidato em Minas Gerais. A movimentação do União Brasil, realocando um aliado de Pacheco para o comando em Minas, sugere que as alianças estaduais ainda estão em fase de construção e podem sofrer novas reviravoltas.