Casos de síndrome respiratória grave caem no Brasil, mas influenza A preocupa no Norte
O boletim InfoGripe da Fiocruz revela queda nos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) na maior parte do Brasil, com exceção da região Norte, onde a influenza A impulsiona o aumento.
Pontos principais
- A maioria do Brasil registra queda nos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), segundo o InfoGripe da Fiocruz.
- Estados do Norte (Acre, Amazonas e Roraima) apresentam aumento de SRAG, impulsionado principalmente pela influenza A.
- A influenza A foi responsável por 20,1% dos casos positivos de SRAG e 28,3% dos óbitos por SRAG nas últimas quatro semanas.
- O Sars-CoV-2 (Covid-19) representou 20,4% dos casos positivos de SRAG e 41,6% dos óbitos no mesmo período.
- A pesquisadora Tatiana Portella enfatiza a importância da vacinação contra a influenza para a população prioritária do Norte.
O Brasil observa uma tendência de queda nos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) na maior parte do território nacional, conforme o recente boletim InfoGripe da Fiocruz. Contudo, a situação é diferente na região Norte, onde estados como Acre, Amazonas e Roraima registram um aumento impulsionado pela influenza A. Este cenário ressalta a importância da vacinação contra a influenza, especialmente para os grupos prioritários nessas áreas, conforme alertado pela pesquisadora Tatiana Portella.
Nos últimos 28 dias, a análise dos casos positivos de SRAG revelou que a influenza A foi responsável por 20,1% das ocorrências e por 28,3% dos óbitos. Em comparação, o Sars-CoV-2 (Covid-19) representou 20,4% dos casos positivos e 41,6% dos óbitos no mesmo período. Os dados indicam uma mudança no perfil dos vírus circulantes e reforçam a necessidade de vigilância contínua e campanhas de imunização direcionadas para conter a propagação das doenças respiratórias.
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