Casos de SRAG no Brasil iniciam queda após cinco meses de alta
O boletim InfoGripe da Fiocruz registra a primeira redução nacional de casos de SRAG após cinco meses de crescimento contínuo no país.
Pontos principais
- O Brasil acumula mais de 109 mil casos de SRAG desde o início de 2026.
- Nove capitais brasileiras ainda apresentam tendência de crescimento da doença.
- O vírus sincicial respiratório é o principal causador de casos, enquanto a Influenza A lidera as mortes.
- A Fiocruz recomenda a vacinação contra a influenza e o uso de máscaras por sintomáticos.
O boletim InfoGripe, monitorado pela Fiocruz, indicou uma reversão na tendência de alta das notificações de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) no Brasil. Após cinco meses de crescimento ininterrupto, os dados apontam uma queda no cenário nacional, embora o quadro ainda exija cautela, já que nove capitais permanecem com indicadores de alerta ou alto risco. Desde o início de 2026, o país registrou mais de 109 mil casos da síndrome, que afeta majoritariamente crianças pequenas, enquanto a mortalidade se concentra entre os idosos. O monitoramento destaca que o vírus sincicial respiratório é o principal responsável pelos casos positivos, ao passo que a Influenza A é a maior causa de óbitos. Especialistas reforçam a importância da vacinação e de medidas preventivas, como o uso de máscaras por pessoas com sintomas respiratórios, para consolidar a queda nos índices.
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