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Raio atinge ato pró-Bolsonaro em Brasília, deixando feridos e internados

Um raio atingiu manifestantes durante um ato político organizado pelo deputado Nikolas Ferreira em Brasília, resultando em dezenas de feridos e ao menos quatro pessoas ainda internadas.

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Foto: InfoMoney
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26/01 às 12:08 · atualizado 28/01 às 09:22

Pontos principais

  • Um raio atingiu a Praça do Cruzeiro, em Brasília, durante um ato de apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro, organizado por Nikolas Ferreira.
  • Pelo menos quatro manifestantes permanecem internados após o incidente, que resultou em dezenas de atendimentos médicos.
  • A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) registrou 41 atendimentos na rede pública, com 36 altas e 14 pacientes no Hran, sendo três ainda internados.
  • O Corpo de Bombeiros socorreu 89 pessoas, com 47 hospitalizadas e 11 necessitando de atendimento de maior complexidade.
  • O deputado Nikolas Ferreira visitou os apoiadores feridos e classificou o ocorrido como um evento incontrolável.
  • O ato, parte do movimento “Acorda, Brasil”, protestava contra decisões do STF e a possível prisão de Jair Bolsonaro.

Dezenas de manifestantes foram atingidos por um raio na Praça do Cruzeiro, em Brasília, durante um ato político de apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro, organizado pelo deputado federal Nikolas Ferreira. O incidente ocorreu no último domingo (25), enquanto os participantes aguardavam a chegada do parlamentar sob forte chuva. Equipes de resgate, incluindo o Corpo de Bombeiros e a Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF), foram acionadas para atender as vítimas, que apresentaram desde queimaduras até dores e mal-estar.

Ao menos quatro pessoas permanecem internadas em hospitais da rede pública do Distrito Federal, embora o número total de atendidos tenha chegado a 41 pela SES-DF e 89 pelos Bombeiros. O deputado Nikolas Ferreira visitou os feridos e afirmou que o ocorrido foi um evento incontrolável, não relacionado à organização do evento. O ato, que fazia parte do movimento “Acorda, Brasil” e teve início em Paracatu (MG), tinha como objetivo protestar contra decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) e a possível prisão de Jair Bolsonaro.

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