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CircularSeção 1 · Edição 184 · Pág. 34

Circular

Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços › Secretaria de Comércio Exterior

Texto integral

134. Observou-se que o indicador de preço médio (CIF US$/t) das importações brasileiras da origem investigada diminuiu 3,3% de P1 para P2 e 30,2% de P2 para P3. Nos períodos subsequentes, houve aumento de 3,8% entre P3 e P4, e, considerando o intervalo entre P4 e P5, houve diminuição de 12,7%. Ao se considerar todo o período de análise, o indicador de preço médio (CIF US$/t) das importações brasileiras da origem investigada revelou variação negativa de 38,8% em P5, comparativamente a P1. 135. Com relação à variação de preço médio (CIF US$/t) das importações brasileiras das demais origens ao longo do período em análise, houve aumento de 83,9% entre P1 e P2, enquanto de P2 para P3 é possível detectar retração de 32,4%. De P3 para P4, houve diminuição de 5,5%, e entre P4 e P5, o indicador sofreu elevação de 0,2%. Ao se considerar toda a série analisada, o indicador de preço médio (CIF US$/t) das importações brasileiras de origem das demais origens apresentou expansão de 17,8%, considerado P5 em relação ao início do período avaliado, P1. 136. Avaliando a variação do preço médio das importações brasileiras totais no período analisado, entre P1 e P2 verifica-se aumento de 62,8%. É possível verificar ainda quedas de 30,5% entre P2 e P3; de 1,7% entre P3 e P4 e de 7,5% entre P4 e P5. Analisando-se todo o período, o preço médio das importações brasileiras totais de origem apresentou expansão da ordem de 3,0%, considerado P5 em relação a P1. 137. Muito embora as importações, em toneladas, da origem investigada tenham sido preponderantes ao longo de todo o período de análise, cumpre salientar que, em P1, tais importações equivaliam a 8,7% do total importado pelo Brasil, ao passo que, em P5, sua representatividade alcançou 67,4%. Já as demais origens, no mesmo período de comparação, passaram de 91,3% para 32,6%. 138. Por fim, observou-se que o preço CIF médio ponderado das importações brasileiras da origem investigada foi inferior ao preço CIF médio ponderado das importações brasileiras das demais origens em três dos cinco períodos analisados, P2, P3 e P5. 5.2. Do mercado brasileiro, do consumo nacional aparente (CNA) e da evolução das importações 139. Para dimensionar o mercado brasileiro de acrilato de 2-etilhexila foram consideradas as quantidades vendidas, de fabricação própria, no mercado interno pela indústria doméstica, líquidas de devoluções e reportadas pela peticionária e as quantidades importadas apuradas com base nos dados de importação fornecidos pela RFB, apresentadas no item anterior. 140. Já para dimensionar o CNA do acrilato de 2-etilhexila, foram consideradas além das quantidades vendidas no mercado interno reportadas pela indústria doméstica, líquidas de devoluções, e as quantidades importadas totais, apuradas com base nos dados de importação fornecidos pela RFB, o consumo cativo também reportado pela indústria doméstica. Do Mercado Brasileiro, do Consumo Nacional Aparente e da Evolução das Importações (em t) [RESTRITO] P1 P2 P3 P4 P5 P1 - P5 Mercado Brasileiro Mercado Brasileiro {A+B+C} 100,0 92,5 107,1 118,4 116,1 [REST.] Variação - (7,5%) 15,8% 10,5% (2,0%) +16,1% A. Vendas Internas - Indústria Doméstica 100,0 89,0 63,9 107,3 107,5 [REST.] Variação - (11,0%) (28,2%) 67,9% 0,1% +7,5% B. Vendas Internas - Outras Empresas - - - - - - Variação - - - - - - C. Importações Totais 100,0 129,7 572,9 238,3 208,6 [REST.] C1. Importações - Origens sob Análise 100,0 933,0 3.246,4 726,6 1.613,4 [REST.] Variação - 833,0% 247,9% (77,6%) 122,0% +1.513,4% C2. Importações - Outras Origens 100,0 53,1 317,8 191,7 74,6 [REST.] Variação - (46,9%) 498,3% (39,7%) (61,1%) (25,4%) Participação no Mercado Brasileiro Participação das Vendas Internas da Indústria Doméstica {A/(A+B+C)} 100,0 90,1 98,3 97,3 104,1 [REST.] Participação das Importações Totais {C/(A+B+C)} 100,0 140,0 534,1 201,2 180,0 [REST.] Participação das Importações - Origens sob Análise {C1/(A+B+C)} 100,0 1.008,7 3.030,2 613,5 1.390,2 [REST.] Participação das Importações - Outras Origens {C2/(A+B+C)} 100,0 57,4 296,7 161,9 64,3 [REST.] Consumo Nacional Aparente (CNA) CNA {A+B+C+D+E} 100,0 95,3 108,2 125,4 120,3 [CONF.] Variação - (4,7%) 13,5% 15,9% (4,0%) + 20,3% D. Consumo Cativo 100,0 103,1 111,1 145,2 132,6 [CONF.] Variação - 3,1% 7,7% 30,7% (8,7%) + 32,6% Participação no Consumo Nacional Aparente (CNA) Participação das Vendas Internas ID {A/(A+B+C+D+E)} 100,0 93,5 59,1 85,6 89,3 [CONF.] Participação das Importações Totais {C/(A+B+C+D+E)} 100,0 136,5 528,6 190,5 173,0 [CONF.] Participação das Importações - Origens sob Análise {C1/(A+B+C)} 100,0 979,4 3.001,4 579,5 1.340,6 [CONF.] Participação das Importações - Outras Origens {C2/(A+B+C+D+E)} 100,0 55,8 293,8 152,9 62,0 [CONF.] Participação do Consumo Cativo {D/(A+B+C+D+E)} 100,0 108,1 102,7 115,8 110,0 [CONF.] Representatividade das Importações de Origens sob Análise Participação no Mercado Brasileiro {C1/(A+B+C)} 100,0 1.008,7 3.030,2 613,5 1.390,2 - Variação [REST.] [REST.] [REST.] [REST.] [REST.] [REST.] Participação no CNA {C1/(A+B+C+D+E)} 100,0 979,4 3.001,4 579,5 1.340,6 [CONF.] Variação [CONF.] [CONF.] [CONF.] [CONF.] [CONF.] [CONF.] Participação nas Importações Totais {C1/C} 100,0 979,4 3.001,4 579,5 1.340,6 [REST.] Variação [REST.] [REST.] [REST.] [REST.] [REST.] [REST.] F. Volume de Produção Nacional {F1+F2} 100,0 95,6 75,5 115,6 106,2 [REST.] Variação [REST.] [REST.] [REST.] [REST.] [REST.] [REST.] F1. Volume de Produção - Indústria Doméstica 100,0 95,6 75,5 115,6 106,2 [REST.] Variação - (4,4%) (21,0%) 53,0% (8,1%) + 6,2% Relação com o Volume de Produção Nacional {C1/F} 100,0 1.000,0 4.400,0 640,0 1.560,0 [REST.] Variação [REST.] [REST.] [REST.] [REST.] [REST.] [REST.] 141. Observou-se que o indicador de mercado brasileiro de acrilato de 2-etilhexila diminuiu 7,5% de P1 para P2 e aumentou 15,8% de P2 para P3. Nos períodos subsequentes, houve aumento de 10,5% entre P3 e P4, e considerando o intervalo entre P4 e P5, houve diminuição de 2,0%. Ao se considerar todo o período de análise, o indicador de mercado brasileiro de acrilato de 2-etilhexila revelou variação positiva de 16,1% em P5, comparativamente a P1. 142. Observou-se que o indicador de participação origens investigadas no mercado brasileiro cresceu [RESTRITO] p.p. de P1 para P2 e aumentou [RESTRITO] p.p. de P2 para P3. Nos períodos subsequentes, houve redução de [RESTRITO] p.p. entre P3 e P4 e crescimento de [RESTRITO] p.p. entre P4 e P5. Ao se considerar todo o período de análise, o indicador de participação origens investigadas no mercado brasileiro revelou variação positiva de [RESTRITO] p.p. em P5, comparativamente a P1. 143. Com relação à variação de participação das importações das demais origens no mercado brasileiro ao longo do período em análise, houve redução de [RESTRITO] p.p. entre P1 e P2. De P2 para P3, é possível detectar ampliação de [RESTRITO] p.p., enquanto de P3 para P4 houve diminuição de [RESTRITO] p.p., e de P4 para P5 revelou-se ter havido queda de [RESTRITO] p.p.. Ao se considerar toda a série analisada, o indicador de participação das importações das demais origens no mercado brasileiro apresentou contração de [RESTRITO] p.p., considerando P5 em relação ao início do período avaliado, P1. 144. O CNA apresentou retração de 4,7% de P1 a P2, e elevação de 13,5% e de 15,9% de P3 a P2 e de P4 a P3, respectivamente. Ao se considerar todo o período de análise, o CNA registrou aumento de 20,3% em P5, comparativamente a P1. Esse movimento esteve associado, em parte, ao avanço das importações da origem sob análise. 145. Em P1, participação das importações da origem sob análise no CNA era de [CONFIDENCIAL] %, tendo se elevado tanto em P2 quanto em P3 para [CONFIDENCIAL]% e [CONFIDENCIAL]%, respectivamente. Em P4, houve retração para [CONFIDENCIAL]%, ao passo que em P5 uma nova elevação finalizou o período de análise de tal indicador no patamar de [CONFIDENCIAL]%. No agregado P1-P5, houve elevação de [CONFIDENCIAL] p.p. na participação das importações chinesas no CNA. 146. Desse modo, observou-se que a participação das importações totais no mercado brasileiro e no CNA aumentou, respectivamente, [CONFIDENCIAL] p.p. e [CONFIDENCIAL] p.p., ao se considerar todo o período (P1 a P5). De forma semelhante, a participação das importações das origens sob análise no mercado brasileiro e no CNA apresentou elevação de [CONFIDENCIAL] p.p. e [CONFIDENCIAL] p.p., respectivamente, na mesma base de comparação. 147. Por fim, observou-se que a relação entre as importações da origem sob análise e a produção nacional cresceu ao longo do período, com o indicador acumulando variação positiva de [RESTRITO] p.p. de P1 a P5. 5.3. Da conclusão a respeito das importações 148. Com base nos dados anteriormente apresentados, considerando o período de outubro de 2020 a setembro de 2025, concluiu-se que: a) as importações de acrilato de 2-etilhexila originárias da China apresentaram crescimento de 1.513,4% de P1 a P5, e 122,0% de P4 a P5; b) a participação dessas importações no mercado brasileiro e no consumo nacional aparente elevou-se de forma consistente, registrando variação positiva de [RESTRITO] p.p. e [CONFIDENCIAL] p.p., respectivamente, quando considerados os extremos da série. De P4 a P5, o crescimento respectivo foi de [RESTRITO] p.p. e [CONFIDENCIAL] p.p. e c) a relação entre as importações da origem sob análise e a produção nacional apresentou trajetória de aumento tanto de P1 e P5 ([RESTRITO] p.p.) quanto de P4 a P5 ([RESTRITO] p.p. 149. Diante desse quadro, constatou-se aumento das importações a preços com indícios de dumping, tanto em termos absolutos quando em relação à produção nacional e ao mercado brasileiro/consumo nacional aparente. 6. DA ANÁLISE SOBRE OS INDÍCIOS DE DANO 150. De acordo com o disposto no art. 30 do Decreto nº 8.058, de 2013, a análise de dano deve fundamentar-se no exame objetivo do volume das importações a preços com indícios de dumping, no seu possível efeito sobre os preços do produto similar no mercado brasileiro e no consequente impacto dessas importações sobre a indústria doméstica. 151. Conforme explicitado no item 5 deste documento, para efeito da análise relativa ao início da investigação, considerou-se o período de outubro de 2020 a setembro de 2025. 6.1. Dos indicadores da indústria doméstica 152. Conforme demonstrado anteriormente, nos termos do art. 34 do Decreto nº 8.058, de 2013, a indústria doméstica foi definida como a totalidade da produção nacional do produto similar, sendo representada exclusivamente pela Basf S.A., única produtora brasileira de acrilato de 2-etilhexila, responsável por 100% da produção nacional em P5. Dessa forma, os indicadores considerados refletem integralmente os resultados alcançados pela referida empresa. 153. Para uma adequada avaliação da evolução dos dados em moeda nacional, atualizaram-se os valores correntes com base no Índice de Preços ao Produtor Amplo - Origem - Produtos Industrializados (IPA-OG-PI), da Fundação Getúlio Vargas, [RESTRITO] . 154. De acordo com a metodologia aplicada, os valores em reais correntes de cada período foram divididos pelo índice de preços médio do período, multiplicando-se o resultado pelo índice de preços médio de P5. Essa metodologia foi aplicada a todos os valores monetários em reais apresentados. 155. Destaque-se que os indicadores econômico-financeiros apresentados neste documento são referentes exclusivamente à produção e às vendas da indústria doméstica de acrilato de 2-etilhexila no mercado interno, salvo quando expressamente disposto de forma diversa. 6.1.1. Da evolução global da indústria doméstica 6.1.1.1. Dos indicadores de venda e participação no mercado brasileiro/CNA 156. A tabela a seguir apresenta, entre outras informações, as vendas de acrilato de 2-etilhexila de fabricação própria, destinadas ao mercado interno, conforme informadas pela indústria doméstica. Cumpre ressaltar que as vendas são apresentadas líquidas de devoluções. Dos Indicadores de Venda e Participação no Mercado Brasileiro e no Consumo Nacional Aparente (em t) [RESTRITO] P1 P2 P3 P4 P5 P1 - P5 Indicadores de Vendas A. Vendas Totais da Indústria Doméstica 100,0 98,8 65,0 110,2 103,2 [REST.] Variação - (1,2%) (34,2%) 69,5% (6,4%) + 3,2% A1. Vendas no Mercado Interno 100,0 89,0 63,9 107,3 107,5 [REST.] Variação - (11,0%) (28,2%) 67,9% 0,1% + 7,5% A2. Vendas no Mercado Externo 100,0 164,5 72,7 130,1 74,6 [REST.] Variação - 64,5% (55,8%) 78,9% (42,6%) (25,4%) Mercado Brasileiro e Consumo Nacional Aparente (CNA) B. Mercado Brasileiro 100,0 92,5 107,1 118,4 116,1 [REST.] Variação - (7,5%) 15,8% 10,5% (2,0%) + 16,1% C. CNA 100,0 95,3 108,2 125,4 120,3 [REST.] Variação - (4,7%) 13,5% 15,9% (4,0%) + 20,3% Representatividade das Vendas no Mercado Interno Participação nas Vendas Totais {A1/A} 100,0 90,1 98,3 97,3 104,1 Variação [REST.] [REST.] [REST.] [REST.] [REST.] [REST.] Participação no Mercado Brasileiro {A1/B} 100,0 96,3 59,6 90,6 92,6 Variação [REST.] [REST.] [REST.] [REST.] [REST.] [REST.] Participação no CNA {A1/C} 100,0 93,5 59,1 85,6 89,3 Variação [REST.] [REST.] [REST.] [REST.] [REST.] [REST.] 157. Observou-se que o indicador de vendas da indústria doméstica (t) destinadas ao mercado interno diminuiu 11,0% de P1 para P2 e 28,2% de P2 para P3. Nos períodos subsequentes, houve aumento de 67,9% entre P3 e P4 e, considerando o intervalo entre P4 e P5, houve aumento de 0,1%. Ao se considerar todo o período de análise, o indicador de vendas da indústria doméstica (t) destinadas ao mercado interno revelou variação positiva de 7,5% em P5, comparativamente a P1. 158. Com relação à variação de vendas da indústria doméstica (t) destinadas ao mercado externo ao longo do período em análise, houve aumento de 64,5% entre P1 e P2, enquanto de P2 para P3 é possível detectar retração de 55,8%. De P3 para P4, houve crescimento de 78,9%, e entre P4 e P5, o indicador teve queda de 42,6%. Ao se considerar toda a série analisada, o indicador de vendas da indústria doméstica (t) destinadas ao mercado externo apresentou contração de 25,4%, considerado P5 em relação ao início do período avaliado, P1. 159. Observou-se que o indicador de participação das vendas da indústria doméstica no mercado brasileiro diminuiu [RESTRITO] p.p. de P1 para P2 e [RESTRITO] p.p. de P2 para P3. Nos períodos subsequentes, houve aumento de [RESTRITO] p.p. entre P3 e P4 e de [RESTRITO] p.p. entre P4 e P5. Ao se considerar todo o período de análise, o indicador de participação das vendas da indústria doméstica no mercado brasileiro revelou variação negativa de [RESTRITO] p.p. em P5, comparativamente a P1. 160. A participação dessas vendas no CNA apresentou comportamento similar, com reduções de [CONFIDENCIAL] p.p. de P1 a P2, de [CONFIDENCIAL] p.p. de P2 a P3 e aumentos de [CONFIDENCIAL] p.p. de P3 a P4 e de 2,5 p.p. de P4 a P5. No período completo, houve queda de [CONFIDENCIAL] p.p.. 6.1.1.2. Dos indicadores de produção, capacidade e estoque 161. Conforme consta da petição, a Basf S.A. adota regime de [CONFIDENCIAL]. 162. A Basf S.A. esclareceu que a sua capacidade produtiva nominal corresponde ao total teórico que a planta poderia produzir operando ininterruptamente durante todos os 365 dias do ano, isto é, 8.760 horas de operação por ano. 163. A empresa indicou que a sua capacidade instalada efetiva é calculada tomando por base [CONFIDENCIAL]. Dos Indicadores de Produção, Capacidade Instalada e Estoque (em t) [RESTRITO] P1 P2 P3 P4 P5 P1 - P5 Volumes de Produção A. Volume de Produção - Produto Similar 100,0 95,6 75,5 115,6 106,2 [REST.] Variação - (4,4%) (21,0%) 53,0% (8,1%) + 6,2% Capacidade Instalada D. Capacidade Instalada Efetiva 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 [CONF.] Variação [CONF.] [CONF.] [CONF.] [CONF.] [CONF.] [CONF.] E. Grau de Ocupação {(A+B)/D} 100,0 95,6 75,6 115,7 106,3 [CONF.] Variação [CONF.] [CONF.] [CONF.] [CONF.] [CONF.] [CONF.] Estoques F. Estoques 100,0 60,4 113,7 125,2 99,3 [REST.] Variação - (39,6%) 88,3% 10,1% (20,7%) (0,7%) G. Relação entre Estoque e Volume de Produção {E/A} 100,0 62,9 148,6 108,6 91,4 [REST.] Variação [REST.] [REST.] [REST.] [REST.] [REST.] [REST.] 164. Observou-se que o indicador de volume de produção do produto similar da indústria doméstica diminuiu 4,4% de P1 para P2 e 21,0% de P2 para P3. Nos períodos subsequentes, houve aumento de 53,0% entre P3 e P4, e, considerando o intervalo entre P4 e P5, houve diminuição de 8,1%. Ao se considerar todo o período de análise, o indicador de volume de produção do produto similar da indústria doméstica revelou variação positiva de 6,2% em P5, comparativamente a P1. 165. Observou-se que o indicador de grau de ocupação da capacidade instalada diminuiu [CONFIDENCIAL] p.p. de P1 para P2 e [CONFIDENCIAL] p.p. de P2 para P3. Nos períodos subsequentes, houve aumento de [CONFIDENCIAL] p.p. entre P3 e P4 e diminuição de [CONFIDENCIAL] p.p. entre P4 e P5. Ao se considerar todo o período de análise, o indicador de grau de ocupação da capacidade instalada revelou variação positiva de [CONFIDENCIAL] p.p. em P5, comparativamente a P1. 166. Observou-se que o indicador de volume de estoque final de acrilato de 2-etilhexila diminuiu 39,6% de P1 para P2 e aumentou 88,3% de P2 para P3. Nos períodos subsequentes, houve aumento de 10,1% entre P3 e P4, e, considerando o intervalo entre P4 e P5, houve diminuição de 20,7%. Ao se considerar todo o período de análise, o indicador de volume de estoque final de acrilato de 2-etilhexila revelou variação negativa de 0,7% em P5, comparativamente a P1. 167. Além disso, destaca-se que o indicador de relação estoque final/produção diminuiu [RESTRITO] p.p. de P1 para P2 e aumentou [RESTRITO] p.p. de P2 para P3. Nos períodos subsequentes, houve redução de [RESTRITO] p.p. entre P3 e P4 e de [RESTRITO] p.p. entre P4 e P5. Ao se considerar todo o período de análise, o indicador de relação estoque final/produção revelou variação negativa de [RESTRITO] p.p. em P5, comparativamente a P1. 6.1.1.3. Dos indicadores de emprego, produtividade e massa salarial 168. A tabela a seguir apresenta os valores e variações relativos ao emprego, à produtividade e à massa salarial ao longo do período em análise: Do Emprego, da Produtividade e da Massa Salarial [CONFIDENCIAL] / [RESTRITO] P1 P2 P3 P4 P5 P1 - P5 Emprego A. Qtde de Empregados - Total 100,0 93,8 87,5 100,0 100,0 [REST.] Variação - (6,3%) (6,7%) 14,3% - - A1. Qtde de Empregados - Produção 100,0 100,0 91,7 100,0 100,0 [REST.] Variação - - (8,3%) 9,1% - - A2. Qtde de Empregados - Adm. e Vendas 100,0 75,0 75,0 100,0 100,0 [REST.] Variação - (25,0%) - 33,3% - - Produtividade (em t) B. Produtividade por Empregado Volume de Produção (produto similar) / {A1} 100,0 95,6 82,4 115,6 106,2 [REST.] Variação - (4,4%) (13,8%) 40,3% (8,1%) + 6,2% Massa Salarial (em Mil Reais) C. Massa Salarial - Total 100,0 109,4 100,9 104,1 104,5 [CONF.] Variação - 9,4% (7,8%) 3,2% 0,4% + 4,5% C1. Massa Salarial - Produção 100,0 91,7 101,3 92,6 95,7 [CONF.] Variação - (8,3%) 10,4% (8,6%) 3,4% (4,3%) C2. Massa Salarial - Adm. e Vendas 100,0 141,1 100,2 124,9 120,4 [CONF.] Variação - 41,1% (29,0%) 24,6% (3,6%) + 20,4% 169. O indicador de número de empregados que atuam em linha de produção se manteve estável de P1 para P2 e reduziu 8,3% de P2 para P3. Em P4, houve elevação de 9,1% na comparação com P3, mantendo-se estável em P5. Ao se considerar todo o período de análise, o indicador de número de empregados que atuam em linha de produção revelou estabilidade, não sofrendo variação significativa em P5, comparativamente a P1. 170. Com relação à variação de número de empregados que atuam em administração e vendas ao longo do período em análise, houve redução de 25,0% entre P1 e P2, enquanto de P2 para P3 é possível detectar que não houve variação. De P3 para P4, houve crescimento de 33,3%, e entre P4 e P5, o indicador não teve variação. Ao se considerar toda a série analisada, o indicador de número de empregados que atuam em administração e vendas mostrou-se estável, sem que fosse apresentada variação expressiva. 171. Avaliando a variação de quantidade total de empregados no período analisado, entre P1 e P2 verifica-se diminuição de 6,3%. É possível verificar ainda uma queda de 6,7% entre P2 e P3, enquanto de P3 para P4 houve crescimento de 14,3%. Entre P4 e P5, o indicador permaneceu estável. Analisando-se todo o período, quantidade total de empregados apresentou estabilidade, considerando P5 em relação a P1. 172. Observou-se que o indicador de massa salarial dos empregados de linha de produção diminuiu 8,3% de P1 para P2 e aumentou 10,4% de P2 para P3. Nos períodos subsequentes, houve redução de 8,6% entre P3 e P4 e, considerando o intervalo entre P4 e P5, houve crescimento de 3,4%. Ao se considerar todo o período de análise, o indicador de massa salarial dos empregados de linha de produção revelou variação negativa de 4,3% em P5, comparativamente a P1. 173. Com relação à variação de massa salarial dos empregados de administração e vendas ao longo do período em análise, houve aumento de 41,1% entre P1 e P2, enquanto de P2 para P3 é possível detectar retração de 29,0%. De P3 para P4, houve crescimento de 24,6% e, entre P4 e P5, o indicador sofreu queda de 3,6%. Ao se considerar toda a série analisada, o indicador de massa salarial dos empregados de administração e vendas apresentou expansão de 20,4%. 174. Avaliando a variação de massa salarial do total de empregados no período analisado, entre P1 e P2 verifica-se aumento de 9,4%. É possível verificar ainda queda de 7,8% entre P2 e P3, enquanto de P3 para P4 houve crescimento de 3,2%. Entre P4 e P5, o indicador mostrou ampliação de 0,4%. Analisando-se todo o período, massa salarial do total de empregados apresentou expansão da ordem de 4,5%, considerado P5 em relação a P1. 175. Observou-se que o indicador de produtividade por empregado ligado à produção diminuiu 4,4% de P1 para P2, e 13,8% de P2 para P3. Nos períodos subsequentes, houve aumento de 40,3% entre P3 e P4, e diminuição de 8,1% entre P4 e P5. Ao se considerar todo o período de análise, o indicador de a produtividade por empregado ligado à produção revelou variação positiva de 6,2%. 6.1.2. Dos indicadores financeiros da indústria doméstica 6.1.2.1. Da receita líquida e dos preços médios ponderados 176. A receita líquida da indústria doméstica refere-se às vendas líquidas de acrilato de 2-etilhexila de produção própria, deduzidos abatimentos, descontos, tributos, devoluções e despesas de frete interno. Da Receita Líquida e dos Preços Médios Ponderados [CONFIDENCIAL] / [RESTRITO] P1 P2 P3 P4 P5 P1 - P5 Receita Líquida (em Mil Reais) A. Receita Líquida Total [CONF.] [CONF.] [CONF.] [CONF.] [CONF.] [CONF.] Variação - 24,4% (53,6%) 56,0% 1,5% (8,7%) A1. Receita Líquida - Mercado Interno 100,0 113,8 55,7 88,4 93,9 [REST.] Variação - 13,8% (51,1%) 58,8% 6,2% (6,1%) Participação {A1/A} [CONF.] [CONF.] [CONF.] [CONF.] [CONF.] [CONF.] A2. Receita Líquida - Mercado Externo 100,0 206,6 73,0 102,0 71,3 [CONF.] Variação - 106,6% (64,6%) 39,6% (30,1%) (28,7%) Participação {A2/A} [CONF.] [CONF.] [CONF.] [CONF.] [CONF.] [CONF.] Preços Médios Ponderados (em Reais/t) B. Preço no Mercado Interno {A1/Vendas no Mercado Interno} 100,0 127,8 87,2 82,4 87,4 [REST.] Variação - 27,8% (31,8%) (5,5%) 6,1% (12,6%) C. Preço no Mercado Externo {A2/Vendas no Mercado Externo} 100,0 125,6 100,5 78,4 95,6 [CONF.] Variação - 25,6% (20,0%) (22,0%) 21,9% (4,4%) 177. Observou-se que o indicador de receita líquida, em reais atualizados, referente às vendas no mercado interno cresceu 13,8% de P1 para P2 e reduziu 51,1% de P2 para P3. Nos períodos subsequentes, houve aumento de 58,8% entre P3 e P4 e, considerando o intervalo entre P4 e P5, houve crescimento de 6,2%. Ao se considerar todo o período de análise, o indicador de receita líquida, em reais atualizados, referente às vendas no mercado interno revelou variação negativa de 6,1%. 178. Com relação à variação de receita líquida obtida com as exportações do produto similar ao longo do período em análise, houve aumento de 106,6% entre P1 e P2, enquanto de P2 para P3 é possível detectar retração de 64,6%. De P3 para P4, houve crescimento de 39,6% e, entre P4 e P5, o indicador sofreu queda de 30,1%. Ao se considerar toda a série analisada, o indicador de receita líquida obtida com as exportações do produto similar apresentou contração de 28,7%. 179. Avaliando a variação de receita líquida total no período analisado, entre P1 e P2 verifica-se aumento de 24,4%. É possível verificar ainda queda de 53,6% entre P2 e P3, enquanto de P3 para P4 houve crescimento de 56,0%. Entre P4 e P5, o indicador mostrou ampliação de 1,5%. Analisando-se todo o período, receita líquida total apresentou contração da ordem de 8,7%. 180. Observou-se que o indicador de preço médio de venda no mercador interno cresceu 27,8% de P1 para P2 e reduziu 31,8% de P2 para P3. Nos períodos subsequentes, houve redução de 5,5% entre P3 e P4 e, considerando o intervalo entre P4 e P5, houve crescimento de 6,1%. Ao se considerar todo o período de análise, o indicador de preço médio de venda no mercador interno revelou variação negativa de 12,6% em P5, comparativamente a P1. 181. Com relação à variação de preço médio de venda para o mercado externo ao longo do período em análise, houve aumento de 25,6% entre P1 e P2, enquanto de P2 para P3 é possível detectar retração de 20,0%. De P3 para P4, houve diminuição de 22,0% e, entre P4 e P5, o indicador teve elevação de 21,9%. Ao se considerar toda a série analisada, o indicador de preço médio de venda para o mercado externo apresentou contração de 4,4%. 6.1.2.2. Dos resultados e das margens 182. A tabela a seguir apresenta a demonstração de resultados e as margens de lucro associadas, para o período de investigação, obtidas com a venda de acrilato de 2-etilhexila no mercado interno. Demonstrativo de Resultado no Mercado Interno e Margens de Rentabilidade [CONFIDENCIAL] / [RESTRITO] P1 P2 P3 P4 P5 P1 - P5 Demonstrativo de Resultado (em Mil Reais) A. Receita Líquida - Mercado Interno 100,0 113,8 55,7 88,4 93,9 [REST.] Variação - 13,8% (51,1%) 58,8% 6,2% (6,1%) B. Custo do Produto Vendido - CPV 100,0 99,6 59,8 92,2 99,0 [CONF.] Variação - (0,4%) (40,0%) 54,2% 7,3% (1,0%) C. Resultado Bruto {A-B} 100,0 233,2 21,1 56,6 51,4 [CONF.] Variação - 133,2% (90,9%) 167,6% (9,1%) (48,6%) D. Despesas Operacionais 100,0 117,4 58,8 36,5 124,0 [CONF.] Variação - 17,4% (49,9%) (38,0%) 239,7% + 24,0% D1. Despesas Gerais e Administrativas 100,0 77,9 84,6 98,0 100,8 [CONF.] D2. Despesas com Vendas 100,0 86,8 63,0 97,4 90,1 [CONF.] D3. Resultado Financeiro (RF) 100,0 339,8 157,4 59,2 189,8 [CONF.] D4. Outras Despesas (Receitas) Operacionais (OD) (100,0) 200,7 (388,4) (1.355,9) 441,4 [CONF.] E. Resultado Operacional {C-D} (100,0) 352,2 (211,8) 45,0 (418,5) [CONF.] Variação - 452,2% (160,1%) 121,2% (1.030,9%) (318,5%) F. Resultado Operacional (exceto RF) {C-D1-D2-D4} (100,0) 772,7 (244,8) 108,2 (557,5) [CONF.] Variação - 872,7% (131,7%) 144,2% (615,1%) (457,5%) G. Resultado Operacional (exceto RF e OD) {C-D1-D2} (100,0) 616,6 (284,0) (291,4) (284,8) [CONF.] Variação - 716,6% (146,1%) (2,6%) 2,3% (184,8%) Margens de Rentabilidade (%) H. Margem Bruta {C/A} 100,0 204,7 37,7 64,2 54,7 [CONF.] Variação [CONF.] [CONF.] [CONF.] [CONF.] [CONF.] [CONF.] I. Margem Operacional {E/A} (100,0) 311,5 (380,8) 50,0 (446,2) [CONF.] Variação [CONF.] [CONF.] [CONF.] [CONF.] [CONF.] [CONF.] J. Margem Operacional (exceto RF) {F/A} (100,0) 687,5 (443,8) 125,0 (600,0) [CONF.] Variação [CONF.] [CONF.] [CONF.] [CONF.] [CONF.] [CONF.] K. Margem Operacional (exceto RF e OD) {G/A} (100,0) 550,0 (518,2) (336,4) (309,1) [CONF.] Variação [CONF.] [CONF.] [CONF.] [CONF.] [CONF.] [CONF.] 183. Com relação à variação de resultado bruto da indústria doméstica ao longo do período em análise, houve aumento de 133,2% entre P1 e P2, enquanto de P2 para P3 é possível detectar retração de 90,9%. De P3 para P4, houve crescimento de 167,6% e, entre P4 e P5, o indicador teve queda de 9,1%. Ao se considerar toda a série analisada, o indicador de resultado bruto da indústria doméstica apresentou contração de 48,6%. 184. Avaliando a variação de resultado operacional no período analisado, entre P1 e P2 verifica-se aumento de 452,2%. É possível verificar ainda queda de 160,1% entre P2 e P3, enquanto de P3 para P4 houve crescimento de 121,2%. Entre P4 e P5, o indicador revelou retração de 1.030,9%. Analisando-se todo o período, o resultado operacional apresentou contração da ordem de 318,5%. Registra-se que em P1, P3 e P5, a indústria doméstica teve prejuízo operacional. 185. Observou-se que o indicador de resultado operacional, excetuado o resultado financeiro, sofreu incremento da ordem de 872,7% de P1 para P2 e reduziu 131,7% de P2 para P3. Nos períodos subsequentes, houve aumento de 144,2% entre P3 e P4 e queda de 615,1% entre P4 e P5. Ao se considerar todo o período de análise, o indicador de resultado operacional, excetuado o resultado financeiro, revelou variação negativa de 457,5% em P5. Registra-se novamente que em P1, P3 e P5, a indústria doméstica teve prejuízo operacional quando excetuadas a rubrica financeira. 186. Com relação à variação de resultado operacional, excluídos o resultado financeiro e outras despesas, ao longo do período em análise, houve aumento de 716,6% entre P1 e P2, enquanto de P2 para P3 é possível detectar retração de 146,1%. De P3 para P4, houve diminuição de 2,6%, e entre P4 e P5, o indicador sofreu elevação de 2,3%. Ao se considerar toda a série analisada, o indicador de resultado operacional, excluídos o resultado financeiro e outras despesas, apresentou contração de 184,8%. Registra-se que apenas em P2 a indústria doméstica teve lucro operacional quando excetuadas a rubrica financeira e outras despesas.