Home / Diário Oficial da União / terça-feira, 18 de agosto de 2026
CircularSeção 1 · Edição 155 · Pág. 53
Circular
Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços › Secretaria de Comércio Exterior
Texto integral
509. Observou-se que o indicador de mercado brasileiro de fibras de vidro aumentou 11,8% de P1 para P2 e 10,7% de P2 para P3. No período subsequente, houve redução de 31,6% entre P3 e P4, e considerando o intervalo entre P4 e P5, houve crescimento de 22,7%. Ao se considerar todo o período de análise, o indicador de mercado brasileiro de fibras de vidro revelou variação positiva de 3,9% em P5, comparativamente a P1.
510. No que se refere ao consumo cativo, houve retração ao longo de todo o período de investigação (13,6% de P1 para P2, 5,0% de P2 para P3, 20,6% de P3 para P4 e 24,3% de P4 para P5). Considerando o período completo, o consumo cativo decresceu 50,7%, representando 9,0% do consumo nacional aparente, em P5.
511. A participação das importações das origens investigadas decresceu 11,0% de P1 para P2 e aumentou 90,8% de P2 para P3. Nos períodos subsequentes, houve redução de 24,3% entre P3 e P4, e considerando o intervalo entre P4 e P5 houve crescimento de 38,3%. Ao se considerar todo o período de análise, a participação das importações das origens investigadas revelou variação positiva de 78,0% em P5, comparativamente a P1.
512. Com relação à variação de participação das importações de outras origens ao longo do período em análise, houve aumento de 550,6% entre P1 e P2, enquanto de P2 para P3 é possível detectar novo aumento de 2,1%. De P3 para P4 houve diminuição de 62,3%, e entre P4 e P5, o indicador apresentou acréscimo de 166,2%. Ao se considerar toda a série analisada, o indicador de participação das importações de outras origens apresentou aumento de 566,2%, considerado P5 em relação ao início do período avaliado (P1).
513. Observou-se que a participação das origens investigadas no mercado brasileiro decresceu [RESTRITO] p.p. de P1 para P2 e aumentou [RESTRITO] p.p. de P2 para P3. Nos períodos subsequentes, houve aumento de [RESTRITO] p.p. entre P3 e P4 e crescimento de [RESTRITO] p.p. entre P4 e P5. Ao se considerar todo o período de análise, a participação das origens investigadas no mercado brasileiro revelou variação positiva de [RESTRITO] p.p. em P5, comparativamente a P1.
514. Com relação à variação da participação das importações das demais origens no mercado brasileiro ao longo do período em análise, houve aumento de [RESTRITO] p.p. entre P1 e P2. De P2 para P3 é possível detectar retração de [RESTRITO] p.p., enquanto de P3 para P4 houve diminuição de [RESTRITO] p.p., e de P4 para P5 revelou-se ter havido aumento de [RESTRITO] p.p.. Ao se considerar toda a série analisada, a participação das importações das demais origens no mercado brasileiro apresentou aumento de [RESTRITO] p.p., considerado P5 em relação ao início do período avaliado (P1).
515. Notou-se que a participação no CNA das importações das origens investigadas cresceu [RESTRITO] p.p. entre P1 e P5. Já a participação das importações de outras origens também cresceu [RESTRITO] p.p. no mesmo período.
516. Por fim, observou-se que a relação entre as importações das origens investigadas e a produção nacional decresceu [RESTRITO] p.p. de P1 para P2 e aumentou [RESTRITO] p.p. de P2 para P3. Nos períodos subsequentes, houve redução de [RESTRITO] p.p. entre P3 e P4 e crescimento de [RESTRITO] p.p. entre P4 e P5. Ao se considerar todo o período de análise, a relação entre importações das origens investigadas e a produção nacional revelou variação positiva de [RESTRITO] p.p. em P5, comparativamente a P1.
517.
5.3. Da conclusão preliminar a respeito das importações
518. Com base nos dados anteriormente apresentados, concluiu-se que:
a) Durante o período de P1 a P5, as importações de fibras de vidro das origens investigadas apresentaram crescimento acumulado de 78,0%. Este aumento foi impulsionado principalmente pelo acréscimo de 90,8% entre P2 e P3 e de 38,3% de P4 para P5;
b) Concomitantemente, as importações das demais origens aumentaram em 566,2% de P1 a P5. Não obstante tal aumento, o volume de importações das demais origens ainda representou [RESTRITO] % das importações totais. O total geral das importações cresceu 92,9% no período.
c) A participação das importações provenientes das origens investigadas no mercado brasileiro registrou crescimento em quase todos os períodos, com exceção de P2, atingindo [RESTRITO] % em P5. Ao considerar os extremos da série analisada, essa participação apresentou aumento de [RESTRITO] p.p.
d) Já a participação das importações provenientes das demais origens no mercado brasileiro apresentou crescimento de [RESTRITO] p.p. de P1 a P5.
e) Quanto ao preço praticado nas importações brasileiras, verificou-se redução de 25,3%, de P1 a P5, para aquelas originárias das origens investigadas, e de 18,8% para as das demais origens. Adicionalmente, o preço ponderado das importações das demais origens foi superior ao das origens investigadas em P1, P4 e P5;
f) A relação entre as importações das origens investigadas e a produção nacional cresceu de P1 a P5 ([RESTRITO] p.p.).
519. Diante desse cenário, observou-se aumento nas importações das origens investigadas a preços com dumping, seja em termos absolutos, seja em relação à produção nacional ou ao mercado brasileiro/consumo nacional aparente. Além disso, as importações objeto da investigação foram realizadas a preços CIF médios ponderados mais baixos do que as demais importações brasileiras em P1, P4 e P5.
520.
6. DO DANO
521. De acordo com o disposto no art. 30 do Decreto nº 8.058, de 2013, a análise de dano deve fundamentar-se no exame objetivo do volume das importações a preços com dumping, no seu possível efeito sobre os preços do produto similar no mercado brasileiro e no consequente impacto dessas importações sobre a indústria doméstica.
522. Conforme explicitado no item 5 deste documento, para efeito da análise relativa ao início da investigação, considerou-se o período de julho de 2019 a junho de 2024.
6.1. Dos indicadores da indústria doméstica
523. Para uma adequada avaliação da evolução dos dados em moeda nacional, atualizaram-se os valores correntes com base no Índice de Preços ao Produtor Amplo - Origem - Produtos Industrializados (IPA-OG-PI), da Fundação Getúlio Vargas, [RESTRITO] .
524. De acordo com a metodologia aplicada, os valores em reais correntes de cada período foram divididos pelo índice de preços médio do período, multiplicando-se o resultado pelo índice de preços médio de P5. Essa metodologia foi aplicada a todos os valores monetários em reais apresentados.
525. Destaque-se que os indicadores econômico-financeiros apresentados neste documento são referentes exclusivamente à produção e às vendas da indústria doméstica de fibras de vidro no mercado interno, salvo quando expressamente disposto de forma diversa.
6.1.1. Da evolução global da indústria doméstica
6.1.1.1. Dos indicadores de venda e participação no mercado brasileiro
526. A tabela a seguir apresenta, entre outras informações, as vendas da indústria doméstica de fibras de vidro de fabricação própria, destinadas ao mercado interno, conforme informadas pela peticionária. Cumpre ressaltar que as vendas são apresentadas líquidas de devoluções e que, como houve consumo cativo, o valor do mercado brasileiro não é igual ao consumo nacional aparente.
Dos Indicadores de Venda e Participação no Mercado Brasileiro e no Consumo Nacional Aparente (em t)
[CONFIDENCIAL] / [RESTRITO]
P1
P2
P3
P4
P5
P1 - P5
Indicadores de Vendas
A. Vendas Totais da Indústria Doméstica
100,0
131,1
134,9
113,6
127,0
[REST.]
Variação
-
31,1%
2,9%
(15,8%)
11,8%
+ 27,0%
A1. Vendas no Mercado Interno
100,0
123,4
121,7
77,9
87,1
[REST.]
Variação
-
23,4%
(1,4%)
(36,0%)
11,8%
(12,9%)
A2. Vendas no Mercado Externo
100,0
152,4
171,5
212,7
237,9
[REST.]
Variação
-
52,4%
12,5%
24,1%
11,9%
+ 137,9%
Mercado Brasileiro e Consumo Nacional Aparente (CNA)
B. Mercado Brasileiro
100,0
111,8
123,8
84,7
103,9
[REST.]
Variação
-
11,8%
10,7%
(31,6%)
22,7%
+ 3,9%
C. CNA
100,0
107,5
116,8
81,4
94,7
[REST.]
Variação
-
7,5%
8,6%
(30,3%)
16,3%
(5,3%)
Representatividade das Vendas no Mercado Interno
Participação nas Vendas Totais {A1/A}
100,0
94,1
90,2
68,6
68,5
[REST.]
Variação
[REST.]
[REST.]
[REST.]
[REST.]
[REST.]
[REST.]
Participação no Mercado Brasileiro {A1/B}
100,0
110,3
98,2
92,0
83,8
[REST.]
Variação
[REST.]
[REST.]
[REST.]
[REST.]
[REST.]
[REST.]
Participação no CNA {A1/C}
100,0
114,7
104,2
95,7
92,0
[REST.]
Variação
[REST.]
[REST.]
[REST.]
[REST.]
[REST.]
[REST.]
Elaboração: DECOM
Fonte: RFB e Indústria Doméstica
527. Observou-se que o volume de vendas da indústria doméstica destinadas ao mercado interno aumentou 23,4% de P1 para P2, diminuiu 1,4% de P2 para P3 e 36,0% de P3 para P4, e entre P4 e P5, as vendas aumentaram 11,8%. Ao se considerar todo o período de análise, o indicador de vendas da indústria doméstica destinadas ao mercado interno revelou variação negativa de 12,9% em P5, comparativamente a P1.
528. Com relação à variação de vendas da indústria doméstica destinadas ao mercado externo ao longo do período em análise, houve aumentos consecutivos de 52,4% entre P1 e P2, 12,5% de P2 para P3, 24,1% de P3 para P4, e 11,9% entre P4 e P5. Ao se considerar toda a série analisada, o indicador de vendas da indústria doméstica destinadas ao mercado externo apresentou ampliação de 137,9%, considerado P5 em relação ao início do período avaliado (P1).
529. Ressalte-se que a participação de vendas externas da indústria doméstica representou [RESTRITO] % do total em P5.
530. Observou-se que o indicador de participação das vendas da indústria doméstica no mercado brasileiro aumentou [RESTRITO] p.p. de P1 para P2 e diminuiu [RESTRITO] p.p. de P2 para P3. Nos períodos subsequentes, houve redução de [RESTRITO] p.p. entre P3 e P4 e de [RESTRITO] p.p. entre P4 e P5. Ao se considerar todo o período de análise, o indicador de participação das vendas da indústria doméstica no mercado brasileiro revelou variação negativa de [RESTRITO] p.p. em P5, comparativamente a P1.
531. Já com relação à participação no consumo nacional aparente, observou-se tendência semelhante, registrando-se aumento apenas de P3 para P4 e redução nos demais períodos. De P1 para P5, houve diminuição de [RESTRITO] p.p.
6.1.1.2. Dos indicadores de produção, capacidade e estoque
532. A Brazil GR informou que todo o processo produtivo do produto similar ocorre na unidade GRS, na planta localizada em Rio Claro, no estado de São Paulo.
533. Para o cálculo de sua capacidade nominal, a indústria doméstica considerou [CONFIDENCIAL].
534. Para apurar a capacidade efetiva, a peticionária utilizou a seguinte metodologia:
i) [CONFIDENCIAL];
ii) [CONFIDENCIAL];
iii) [CONFIDENCIAL];
iv) [CONFIDENCIAL].
535. Na petição, a indústria doméstica forneceu dados referentes à produção, à capacidade instalada e ao estoque de fibras de vidro ao longo do período em análise, conforme quadro a seguir:
Dos Indicadores de Produção, Capacidade Instalada e Estoque (em toneladas)
[RESTRITO]
P1
P2
P3
P4
P5
P1 - P5
Volumes de Produção
A. Volume de Produção - Produto Similar
100,0
108,0
119,8
116,6
93,8
[REST.]
Variação
-
8,0%
10,9%
(2,7%)
(19,5%)
(6,2%)
B. Volume de Produção - Outros Produtos
100,0
99,6
134,2
76,8
61,2
[REST.]
Variação
-
(0,4%)
34,7%
(42,7%)
(20,3%)
(38,8%)
C. Industrialização p/ Terceiros - Tolling
-
-
-
-
-
-
Variação
-
-
-
-
-
-
Capacidade Instalada
D. Capacidade Instalada Efetiva
100,0
99,9
99,4
100,6
101,1
[REST.]
Variação
-
(0,1%)
(0,5%)
1,2%
0,6%
+ 1,1%
E. Grau de Ocupação {(A+B)/D}
100,0
106,5
123,2
108,5
86,7
[REST.]
Variação
[REST.]
[REST.]
[REST.]
[REST.]
[REST.]
[REST.]
Estoques
F. Estoques
100,0
48,3
62,8
172,5
121,8
[REST.]
Variação
-
(51,7%)
30,0%
174,8%
(29,4%)
+ 21,8%
G. Relação entre Estoque e Volume de Produção {E/A}
100,0
44,7
52,4
148,0
129,9
[REST.]
Variação
[REST.]
[REST.]
[REST.]
[REST.]
[REST.]
[REST.]
Elaboração: DECOM
Fonte: Indústria Doméstica
536. Observou-se que o indicador de volume de produção do produto similar da indústria doméstica aumentou 8,0% de P1 para P2, e 10,9% de P2 para P3. Nos períodos subsequentes, houve redução de 2,7% entre P3 e P4, e considerando o intervalo entre P4 e P5, houve diminuição de 19,5%. Ao se considerar todo o período de análise, o indicador de volume de produção do produto similar da indústria doméstica revelou variação negativa de 6,2% em P5, comparativamente a P1.
537. Com relação à variação de produção de outros produtos ao longo do período em análise, houve redução de 0,4% entre P1 e P2, enquanto de P2 para P3 nota-se ampliação de 34,7%. De P3 para P4 houve diminuição de 42,7%, e entre P4 e P5, o indicador sofreu nova redução, de 20,3%. Ao se considerar toda a série analisada, o indicador de produção de outros produtos apresentou contração de 38,8%, considerado P5 em relação ao início do período avaliado (P1).
538. Quanto ao grau de ocupação da capacidade instalada, observou-se que este aumentou [RESTRITO] p.p. de P1 para P2, e [RESTRITO] p.p. de P2 para P3. Nos períodos subsequentes, houve redução de [RESTRITO] p.p. entre P3 e P4 e diminuição de [RESTRITO] p.p. entre P4 e P5. Ao se considerar todo o período de análise, o indicador de grau de ocupação da capacidade instalada revelou variação negativa de [RESTRITO] p.p. em P5, comparativamente a P1.
539. O volume de estoque final de fibras de vidro diminuiu 51,7% de P1 para P2, aumentou 30,0% de P2 para P3, e mais 174,8% de P3 para P4. No período subsequente, entre P4 e P5, houve redução de 29,4%. Ao se considerar todo o período de análise, o indicador de volume de estoque final de fibras de vidro revelou variação positiva de 21,8% em P5, comparativamente a P1.
540. O indicador de relação estoque final/produção diminuiu [RESTRITO] p.p. de P1 para P2, aumentou [RESTRITO] p.p. de P2 para P3 e, de P3 para P4, a relação aumentou novamente, em [RESTRITO] p.p. No período subsequente, houve redução de [RESTRITO] p.p., e ao se considerar todo o período de análise, o indicador de relação estoque final/produção revelou variação positiva de [RESTRITO] p.p. em P5, comparativamente a P1.
6.1.1.3. Dos indicadores de emprego, produtividade e massa salarial
541. A tabela a seguir apresenta os valores e variações relativas ao emprego, à produtividade e à massa salarial ao longo do período em análise:
Do Emprego, da Produtividade e da Massa Salarial
[CONFIDENCIAL] / [RESTRITO]
P1
P2
P3
P4
P5
P1 - P5
Emprego
A. Qtde de Empregados - Total
100,0
108,2
101,6
102,5
100,0
[REST.]
Variação
-
8,2%
(6,1%)
0,8%
(2,4%)
-
A1. Qtde de Empregados - Produção
100,0
100,0
100,0
100,0
100,0
[REST.]
Variação
-
-
-
-
-
-
A2. Qtde de Empregados - Adm. e Vendas
100,0
211,1
122,2
133,3
100,0
[REST.]
Variação
-
111,1%
(42,1%)
9,1%
(25,0%)
-
Produtividade (em toneladas)
B. Produtividade por Empregado
Volume de Produção (produto similar) / {A1}
100,0
108,0
119,8
116,6
93,8
[REST.]
Variação
-
8,0%
10,9%
(2,7%)
(19,5%)
(6,2%)
Massa Salarial (em Mil Reais atualizados)
C. Massa Salarial - Total
100,0
79,7
84,5
101,2
86,5
[CONF.]
Variação
-
(20,3%)
6,1%
19,7%
(14,5%)
(13,5%)
C1. Massa Salarial - Produção
100,0
79,7
84,5
101,2
86,5
[CONF.]
Variação
-
(20,3%)
6,1%
19,7%
(14,5%)
(13,5%)
C2. Massa Salarial - Adm. e Vendas
100,0
79,6
84,5
101,2
86,5
[CONF.]
Variação
-
(20,4%)
6,1%
19,7%
(14,5%)
(13,5%)
Elaboração: DECOM
Fonte: Indústria Doméstica
542. O número de empregados que atuam em linha de produção se manteve constante ao longo do período de investigação.
543. Com relação à variação de número de empregados que atuam em administração e vendas ao longo do período em análise, houve aumento de 111,1% entre P1 e P2 e redução de 42,1% entre P2 e P3. Nos períodos subsequentes, houve expansão de 9,1% de P3 para P4 e queda de 25,0% entre P4 e P5. Considerado P5 em relação ao início do período avaliado (P1), o indicador de número de empregados que atuam em administração e vendas não variou.
544. Avaliando a variação de quantidade total de empregados no período analisado, entre P1 e P2 verifica-se aumento de 8,2%, e redução de 6,1% entre P2 e P3. De P3 para P4, houve crescimento de 0,8%, e entre P4 e P5, o indicador reduziu 2,4%. Analisando-se todo o período, a quantidade total de empregados se manteve estável, considerado P5 em relação a P1.
545. Observou-se que o indicador de massa salarial dos empregados de linha de produção reduziu 20,3% de P1 para P2 e cresceu 6,1% de P2 para P3. No período subsequente, houve aumento de 19,7% entre P3 e P4, e considerando o intervalo entre P4 e P5, houve redução de 14,5%. Ao se considerar todo o período de análise, o indicador de massa salarial dos empregados de linha de produção revelou variação negativa de 13,5% em P5, comparativamente a P1.
546. Com relação à variação de massa salarial dos empregados de administração e vendas ao longo do período em análise, houve retração de 20,4% entre P1 e P2 e expansão de 6,1% de P2 para P3. Nos períodos subsequentes, houve aumento de 19,7%, entre P3 e P4 e queda de 14,5% entre P4 e P5. Ao se considerar toda a série analisada, o indicador de massa salarial dos empregados de administração e vendas apresentou contração de 13,5%, considerado P5 em relação ao início do período avaliado (P1).
547. Avaliando a variação de massa salarial do total de empregados no período analisado, entre P1 e P2 verifica-se diminuição de 20,4%. É possível verificar ainda um crescimento de 6,1% entre P2 e P3 e de 19,7% entre P3 e P4, enquanto de P4 para P5 houve diminuição de 14,5%. Analisando-se todo o período, massa salarial do total de empregados apresentou contração da ordem de 13,5%, considerado P5 em relação a P1.
548. Observou-se que o indicador de produtividade por empregado ligado à produção cresceu 8,0% de P1 para P2 e 10,9%, de P2 para P3. Nos períodos subsequentes, houve queda de 2,7% entre P3 e P4 e de 19,5% entre P4 e P5. Ao se considerar todo o período de análise, o indicador de produtividade por empregado ligado à produção revelou variação negativa de 6,2% em P5, comparativamente a P1.
6.1.2. Dos indicadores financeiros da indústria doméstica
6.1.2.1. Da receita líquida e dos preços médios ponderados
549. Inicialmente, cumpre esclarecer que a receita líquida da indústria doméstica se refere às vendas líquidas de fibras de vidro de produção própria, deduzidos abatimentos, descontos, tributos, devoluções e despesas de frete interno.
Da Receita Líquida e dos Preços Médios Ponderados
[CONFIDENCIAL] / [RESTRITO]
P1
P2
P3
P4
P5
P1 - P5
Receita Líquida (em Mil Reais)
A. Receita Líquida Total
100,0
124,4
172,9
140,6
122,8
[CONF.]
Variação
-
24,4%
39,0%
(18,7%)
(12,7%)
+ 22,8%
A1. Receita Líquida - Mercado Interno
100,0
124,7
186,9
117,0
86,9
[REST.]
Variação
-
24,7%
49,9%
(37,4%)
(25,7%)
(13,1%)
Participação {A1/A}
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
A2. Receita Líquida - Mercado Externo
100,0
123,8
144,8
188,3
195,3
[CONF.]
Variação
-
23,8%
16,9%
30,1%
3,7%
+ 95,3%
Participação {A2/A}
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
Preços Médios Ponderados (em Reais/toneladas)
B. Preço no Mercado Interno {A1/Vendas no Mercado Interno}
100,0
101,1
153,6
150,2
99,8
[REST.]
Variação
-
1,1%
52,0%
(2,2%)
(33,6%)
(0,2%)
C. Preço no Mercado Externo {A2/Vendas no Mercado Externo}
100,0
81,2
84,4
88,5
82,1
[CONF.]
Variação
-
(18,8%)
3,9%
4,8%
(7,3%)
(17,9%)
Elaboração: DECOM
Fonte: Indústria Doméstica
550. Observou-se que o indicador de receita líquida, em reais atualizados, referente às vendas no mercado interno, aumentou 24,4% de P1 para P2, e 39,0% de P2 para P3. Nos períodos subsequentes, houve contração de 18,7%, entre P3 e P4, e considerando o intervalo entre P4 e P5, houve diminuição de 12,7%. Ao se considerar todo o período de análise, o indicador de receita líquida, em reais atualizados, referente às vendas no mercado interno revelou variação positiva de 22,8% em P5, comparativamente a P1.
551. Com relação à variação de receita líquida obtida com as exportações do produto similar ao longo do período em análise, houve aumentos consecutivos, de 23,8% entre P1 e P2, 16,9% de P2 para P3, 30,1% de P3 para P4, e 3,7% entre P4 e P5. Ao se considerar toda a série analisada, o indicador de receita líquida obtida com as exportações do produto similar apresentou expansão de 95,3%, considerado P5 em relação ao início do período avaliado (P1).
552. Avaliando a variação de receita líquida total no período analisado, aumentou 24,4% de P1 para P2, e 39,0% de P2 para P3. Nos períodos subsequentes, houve redução de 18,7% entre P3 e P4, e considerando o intervalo entre P4 e P5, houve diminuição de 12,7%. Ao se considerar todo o período de análise, o indicador de receita líquida total, em reais atualizados, revelou variação positiva de 22,8% em P5, comparativamente a P1.
553. Observou-se que o preço médio de venda no mercador interno aumentou de P1 para P2 e de P2 para P3 1,1% e 52,0%, respectivamente. Nos períodos subsequentes, houve contração de 2,2% entre P3 e P4 e de 33,6%, entre P4 e P5. Considerando todo o período de análise, o indicador de preço médio de venda no mercador interno revelou variação negativa de 0,2% em P5, comparativamente a P1.
554. Com relação à variação de preço médio de venda para o mercado externo ao longo do período em análise, houve redução de 18,8% entre P1 e P2, enquanto de P2 para P3 expandiu 3,9%. De P3 para P4 houve aumento de 4,8%, e entre P4 e P5, o indicador sofreu queda de 7,3%. Ao se considerar toda a série analisada, o indicador de preço médio de venda para o mercado externo apresentou contração de 17,9%, considerado P5 em relação ao início do período avaliado (P1).
6.1.2.2. Dos resultados e das margens
555. A tabela a seguir apresenta a demonstração de resultados e as margens de lucro associadas, para o período de análise, obtidas com a venda do produto similar no mercado interno.
Demonstrativo de Resultado no Mercado Interno e Margens de Rentabilidade
[CONFIDENCIAL] / [RESTRITO]
P1
P2
P3
P4
P5
P1 - P5
Demonstrativo de Resultado (em Mil Reais)
A. Receita Líquida - Mercado Interno
100,0
124,7
186,9
117,0
86,9
[REST.]
Variação
-
24,7%
49,9%
(37,4%)
(25,7%)
(13,1%)
B. Custo do Produto Vendido - CPV
-100,0
-96,1
-87,3
-68,5
-90,6
[CONF.]
Variação
-
3,9%
9,1%
21,6%
(32,3%)
+ 9,4%
C. Resultado Bruto {A-B}
100,0
506,3
1513,6
763,8
37,6
[CONF.]
Variação
-
406,3%
198,9%
(49,5%)
(95,1%)
(62,4%)
D. Despesas Operacionais
-100,0
-64,3
-66,0
-54,0
-69,6
[CONF.]
Variação
-
35,7%
(2,7%)
18,1%
(28,8%)
+ 30,4%
D1. Despesas Gerais e Administrativas
-100,0
-70,9
-90,0
-79,8
-72,7
[CONF.]
D2. Despesas com Vendas
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
[CONF.]
D3. Resultado Financeiro (RF)
-100,0
-299,9
746,1
298,2
233,0
[CONF.]
D4. Outras Despesas (Receitas) Operacionais (OD)
-100,0
-15,3
-98,4
-23,2
-98,6
[CONF.]
E. Resultado Operacional {C-D}
100,0
256,6
695,9
362,9
55,7
[CONF.]
Variação
-
156,6%
171,2%
(47,9%)
(84,7%)
(44,3%)
F. Resultado Operacional (exceto RF)
{C-D1-D2-D4}
100,0
255,8
721,7
374,7
60,8
[CONF.]
Variação
-
155,8%
182,1%
(48,1%)
(83,8%)
(39,2%)
G. Resultado Operacional (exceto RF e OD)
{C-D1-D2}
100,0
295,8
825,3
433,1
54,6
[CONF.]
Variação
-
195,8%
179,0%
(47,5%)
(87,4%)
(45,4%)
Margens de Rentabilidade (%)
H. Margem Bruta {C/A}
100,0
404,3
807,1
651,4
42,9
[CONF.]
Variação
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
I. Margem Operacional {E/A}
100,0
206,3
373,1
310,6
64,4
[CONF.]
Variação
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
J. Margem Operacional (exceto RF)
{F/A}
100,0
204,4
385,4
319,6
69,6
[CONF.]
Variação
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
K. Margem Operacional (exceto RF e OD)
{G/A}
100,0
237,8
442,2
370,4
63,0
[CONF.]
Variação
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
Elaboração: DECOM
Fonte: Indústria Doméstica
556. Observou-se que o indicador de receita líquida, em reais atualizados, referente às vendas no mercado interno aumentou 24,7% de P1 para P2, e 49,9% de P2 para P3. Nos períodos subsequentes, houve redução de 37,4% entre P3 e P4, e considerando o intervalo entre P4 e P5 houve diminuição de 25,7%. Ao se considerar todo o período de análise, o indicador de receita líquida, em reais atualizados, referente às vendas no mercado interno revelou variação negativa de 13,1% em P5, comparativamente a P1.
557. Com relação à variação de resultado bruto da indústria doméstica ao longo do período em análise, houve aumento de 406,3% entre P1 e P2, e novo aumento entre P2 e P3, de 198,9%. Nos períodos subsequentes houve reduções consecutivas, de 49,5% de P3 para P4, e de 95,1% entre P4 e P5. Ao se considerar toda a série analisada, o indicador de resultado bruto da indústria doméstica apresentou contração de 62,4%, considerado P5 em relação ao início do período avaliado (P1).
558. Avaliando a variação de resultado operacional no período analisado, entre P1 e P2 verifica-se aumento de 156,6%. É possível verificar ainda uma elevação de 171,2% entre P2 e P3, enquanto de P3 para P4 houve redução de 47,9%, e entre P4 e P5, o indicador revelou retração de 84,7%. Analisando-se todo o período, o resultado operacional apresentou redução da ordem de 44,3%, considerado P5 em relação a P1.
559. O indicador de resultado operacional, excetuado o resultado financeiro, registrou variações positivas entre P1 e P2 e entre P2 e P3 de, respectivamente, 155,8% e 182,1%. Nos períodos subsequentes, houve redução de 48,1%, entre P3 e P4, e considerando o intervalo entre P4 e P5, houve diminuição de 83,8%. Ao se considerar todo o período de análise, o indicador de resultado operacional, excetuado o resultado financeiro, revelou variação negativa de 39,2% em P5, comparativamente a P1.
560. Com relação à variação de resultado operacional, excluídos o resultado financeiro e outras despesas, ao longo do período em análise, houve aumento de 195,8% entre P1 e P2, e de P2 para P3 houve aumento de 179,0%. De P3 para P4 houve diminuição de 47,5%, e entre P4 e P5, o indicador sofreu queda de 87,4%. Ao se considerar toda a série analisada, o indicador de resultado operacional, excluídos o resultado financeiro e outras despesas, apresentou contração de 45,4%, considerado P5 em relação ao início do período avaliado (P1).
561. Observou-se que o indicador de margem bruta cresceu [CONFIDENCIAL] p.p. de P1 para P2 e aumentou [CONFIDENCIAL] p.p. de P2 para P3. Nos períodos subsequentes, houve redução de [CONFIDENCIAL] p.p. entre P3 e P4 e diminuição de [CONFIDENCIAL] p.p. entre P4 e P5. Ao se considerar todo o período de análise, o indicador de margem bruta revelou variação negativa de [CONFIDENCIAL] p.p. em P5, comparativamente a P1.
562. Com relação à variação de margem operacional ao longo do período em análise, houve aumento de [CONFIDENCIAL]p.p. entre P1 e P2, e aumento de [CONFIDENCIAL]p.p. de P2 para P3. Nos períodos subsequentes houve redução, de [CONFIDENCIAL] p.p. de de P3 para P4, e de [CONFIDENCIAL] p.p. de P4 para P5. Ao se considerar toda a série analisada, o indicador de margem operacional apresentou redução de [CONFIDENCIAL] p.p., considerado P5 em relação ao início do período avaliado (P1), ressaltando que, em ambos os períodos, este índice esteve negativo.
563. Avaliando a variação de margem operacional, exceto resultado financeiro, no período analisado, verifica-se aumento de [CONFIDENCIAL]p.p. entre P1 e P2, e de [CONFIDENCIAL]p.p. de P2 para P3. Por sua vez, de P3 para P4 houve redução de [CONFIDENCIAL]p.p., e. entre P4 e P5, houve retração de [CONFIDENCIAL] p.p. Analisando-se todo o período, a margem operacional, exceto resultado financeiro, manteve-se praticamente a mesma, com variação negativa de [CONFIDENCIAL]p.p., considerado P5 em relação a P1.
564. Observou-se que o indicador de margem operacional, excluído o resultado financeiro e outras despesas cresceu, consecutivamente, [CONFIDENCIAL] p.p. de P1 para P2 e [CONFIDENCIAL]p.p. de P2 para P3. Nos períodos subsequentes, houve redução de [CONFIDENCIAL]p.p. entre P3 e P4 e diminuição de [CONFIDENCIAL] p.p. entre P4 e P5. Ao se considerar todo o período de análise, o indicador de margem operacional, excluído o resultado financeiro e outras despesas, teve variação negativa de [CONFIDENCIAL]p.p. em P5, comparativamente a P1.
Demonstrativo de Resultado no Mercado Interno por Unidade (R$/t)
[CONFIDENCIAL] / [RESTRITO]
P1
P2
P3
P4
P5
P1 - P5
A. Receita Líquida - Mercado Interno
100,0
101,1
153,6
150,2
99,8
[REST.]
Variação
-
1,1%
52,0%
(2,2%)
(33,6%)
(0,2%)
B. Custo do Produto Vendido - CPV
-100,0
-77,9
-71,8
-87,9
-104,1
[CONF.]
Variação
-
22,1%
7,8%
(22,5%)
(18,3%)
(4,1%)
C. Resultado Bruto {A-B}
100,0
410,4
1244,0
980,7
43,2
[CONF.]
Variação
-
310,4%
203,1%
(21,2%)
(95,6%)
(31,4%)
D. Despesas Operacionais
-100,0
-52,1
-54,2
-69,4
-79,9
[CONF.]
Variação
-
47,9%
(4,1%)
(27,9%)
(15,2%)
+ 20,1%
D1. Despesas Gerais e Administrativas
-100,0
-57,5
-74,0
-102,5
-83,5
[CONF.]
D2. Despesas com Vendas
-
-
-
-
-
-
D3. Resultado Financeiro (RF)
-100,0
-243,1
613,2
382,8
267,6
[CONF.]
D4. Outras Despesas (Receitas) Operacionais (OD)
-100,0
-12,4
-80,9
-29,8
-113,3
[CONF.]
E. Resultado Operacional {C-D}
100,0
208,0
571,9
465,9
63,9
[CONF.]
Variação
-
108,0%
175,0%
(18,5%)
(86,3%)
(36,1%)
F. Resultado Operacional (exceto RF)
{C-D1-D2-D4}
100,0
207,4
593,2
481,1
69,9
[CONF.]
Variação
-
107,4%
186,1%
(18,9%)
(85,5%)
(30,1%)
G. Resultado Operacional (exceto RF e OD)
{C-D1-D2}
100,0
239,7
678,3
556,1
62,7
[CONF.]
Variação
-
139,7%
182,9%
(18,0%)
(88,7%)
(37,3%)
Elaboração: DECOM
Fonte: RFB e Indústria Doméstica
565. Observou-se que o indicador de CPV unitário aumentou 22,1% de P1 para P2 e 7,8% de P2 para P3. Nos períodos subsequentes, houve decréscimo de 22,5% entre P3 e P4, e considerando o intervalo entre P4 e P5, nova redução de 18,3%. Ao se considerar todo o período de análise, o indicador de CPV unitário revelou variação negativa de 4,1% em P5, comparativamente a P1.
566. Com relação à variação de resultado bruto unitário ao longo do período em análise, houve aumento de 310,4% entre P1 e P2, enquanto de P2 para P3 é possível detectar nova ampliação de 203,1%. De P3 para P4 houve diminuição de 21,2%, e entre P4 e P5, o indicador sofreu queda de 95,6%. Ao se considerar toda a série analisada, o indicador de resultado bruto unitário apresentou contração de 31,4%, considerado P5 em relação ao início do período avaliado (P1).
567. Avaliando a variação de resultado operacional unitário no período analisado, entre P1 e P2 verifica-se aumento de 108,0%. É possível verificar ainda uma elevação de 175,0% entre P2 e P3, enquanto de P3 para P4 houve redução de 18,5%, e entre P4 e P5, o indicador revelou retração de 86,3%. Analisando-se todo o período, o resultado operacional unitário apresentou retração da ordem de 36,1%, considerado P5 em relação a P1.
568. Observou-se que o indicador de resultado operacional unitário, excetuado o resultado financeiro, sofreu incremento da ordem de 107,4% de P1 para P2, e registrou nova variação positiva, de 186,1%, de P2 para P3. Nos períodos subsequentes, houve redução de 18,9% entre P3 e P4, e considerando o intervalo entre P4 e P5, houve diminuição de 85,5%. Ao se considerar todo o período de análise, o indicador de resultado operacional unitário, excetuado o resultado financeiro, revelou variação negativa de 30,1% em P5, comparativamente a P1.
569. Com relação à variação de resultado operacional unitário, excluídos o resultado financeiro e outras despesas, ao longo do período em análise, houve aumento de 139,7% entre P1 e P2, enquanto de P2 para P3 é possível detectar nova ampliação de 182,9%. De P3 para P4 houve diminuição de 18,0%, e entre P4 e P5, o indicador sofreu queda de 88,7%. Ao se considerar toda a série analisada, o indicador de resultado operacional unitário, excluídos o resultado financeiro e outras despesas, apresentou contração de 37,3%, considerado P5 em relação ao início do período avaliado (P1).
6.1.2.3. Do fluxo de caixa e do retorno sobre investimentos
570. Com relação aos próximos indicadores a serem analisados, cumpre salientar que se referem às atividades totais da indústria doméstica, e não somente às operações relacionadas às fibras de vidro objeto da investigação. [CONFIDENCIAL].
Do Fluxo de Caixa, Retorno sobre Investimentos e Capacidade de Captar Recursos
[CONFIDENCIAL] / [RESTRITO]
P1
P2
P3
P4
P5
P1 - P5
Fluxo de Caixa
A. Fluxo de Caixa
-100,0
-1572,2
2381,4
-2588,2
-3788,1
[CONF.]
Variação
-
(1.472,2%)
251,5%
(208,7%)
(46,4%)
(3.688,1%)
Retorno sobre Investimento
B. Lucro Líquido
-100,0
495,9
1047,3
484,0
205,7
[CONF.]
Variação
-
595,9%
111,2%
(53,8%)
(57,5%)
+ 305,7%
C. Ativo Total
100,0
91,0
81,8
76,2
70,0
[CONF.]
Variação
-
(9,0%)
(10,2%)
(6,7%)
(8,1%)
(30,0%)
D. Retorno sobre Investimento Total (ROI)
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
Variação
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
Elaboração: DECOM
Fonte: Indústria Doméstica
Obs.: ROI = Lucro Líquido / Ativo Total; ILC = Ativo Circulante / Passivo Circulante;
ILG = (Ativo Circulante + Ativo Realizável Longo Prazo)/(Passivo Circulante + Passivo Não Circulante)
571. Observou-se que o indicador de caixa líquido total gerado nas atividades da indústria doméstica sofreu decréscimo da ordem de 1.472,2% de P1 para P2, e aumentou 251,5% de P2 para P3. Nos períodos subsequentes, houve redução de 208,7% entre P3 e P4, e considerando o intervalo entre P4 e P5, houve queda de 46,4%. Ao se considerar todo o período de análise, o indicador de caixa líquido total gerado nas atividades da indústria doméstica revelou variação negativa de 3.688,1% em P5, comparativamente a P1.
572. Observou-se que o indicador de taxa de retorno sobre investimentos da indústria doméstica cresceu [CONFIDENCIAL]p.p. de P1 para P2 e aumentou [CONFIDENCIAL] p.p. de P2 para P3. Nos períodos subsequentes, houve redução de [CONFIDENCIAL]p.p. entre P3 e P4 e de [CONFIDENCIAL]p.p. entre P4 e P5. Ao se considerar todo o período de análise, o indicador de taxa de retorno sobre investimentos da indústria doméstica revelou variação positiva de [CONFIDENCIAL] p.p. em P5, comparativamente a P1.
