Home / Diário Oficial da União / quarta-feira, 8 de julho de 2026
CircularSeção 1 · Edição 126 · Pág. 35
Circular
Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços › Secretaria de Comércio Exterior
Texto integral
404. Já o preço médio das importações brasileiras totais aumentou 2,1% de P1 e P2. É possível verificar ainda elevação de 19,3% de P2 para P3, enquanto de P3 para P4 houve redução de 12,1%, e de P4 para P5, tal preço médio revelou retração de 5,7%. Analisando-se todo o período, o preço médio das importações brasileiras totais apresentou expansão da ordem de 0,9%, considerado P5 em relação a P1.
405. Assim, constatou-se que as importações das origens investigadas foram preponderantes ao longo de todo o período de análise de dano. Adicionalmente, o preço CIF médio ponderado das importações brasileiras dessas origens foi relevantemente inferior ao preço CIF médio ponderado das importações brasileiras das demais origens em todo o período.
5.3. Do mercado brasileiro e da evolução das importações
406. Para dimensionar o mercado brasileiro de seringas descartáveis foram consideradas (a) as quantidades vendidas, de fabricação própria, no mercado interno pela indústria doméstica, líquidas de devoluções, (b) as quantidades vendidas, de fabricação própria, no mercado interno pela Saldanha Rodrigues Ltda., líquidas de devoluções, constantes da resposta da empresa ao questionário do produtor nacional, (c) a estimativa das quantidades vendidas no mercado brasileiro pela Injex Indústrias Cirúrgicas Ltda., apresentada pela peticionária para o início da investigação, e (d) as quantidades importadas apuradas com base nos dados de importação foram fornecidos pela RFB, apresentadas no item anterior deste documento.
407. A indústria doméstica reportou consumo cativo do produto similar. Contudo, as quantidades desse consumo foram residuais em todo o período de análise de dano. Assim, considerou-se o mercado brasileiro igual ao consumo nacional aparente (CNA). A respeito, cabe registrar os percentuais em relação às vendas da indústria doméstica, de fabricação própria, no mercado interno do consumo cativo informados na petição: [CONFIDENCIAL].
Do Mercado Brasileiro, e da Evolução das Importações (em mil unidades)
[RESTRITO]
P1
P2
P3
P4
P5
P1 - P5
Mercado Brasileiro
Mercado Brasileiro {A+B+C}
[RESTRITO]
[RESTRITO]
[RESTRITO]
[RESTRITO]
[RESTRITO]
[RESTRITO]
Variação
-
35,2%
(2,7%)
0,1%
(13,1%)
+ 14,4%
A. Vendas Internas - Indústria Doméstica
[RESTRITO]
[RESTRITO]
[RESTRITO]
[RESTRITO]
[RESTRITO]
[RESTRITO]
Variação
-
24,5%
(10,7%)
(31,7%)
(8,4%)
(30,4%)
B. Vendas Internas - Outras Empresas
[RESTRITO]
[RESTRITO]
[RESTRITO]
[RESTRITO]
[RESTRITO]
[RESTRITO]
Variação
-
31,2%
7,4%
0,3%
(5,6%)
+ 33,3%
C. Importações Totais
[RESTRITO]
[RESTRITO]
[RESTRITO]
[RESTRITO]
[RESTRITO]
[RESTRITO]
C1. Importações - Origens investigadas
[RESTRITO]
[RESTRITO]
[RESTRITO]
[RESTRITO]
[RESTRITO]
[RESTRITO]
Variação
-
40,7%
(12,9%)
4,0%
(1,2%)
+ 26,1%
C2. Importações - Outras Origens
[RESTRITO]
[RESTRITO]
[RESTRITO]
[RESTRITO]
[RESTRITO]
[RESTRITO]
Variação
-
69,7%
41,6%
55,1%
(63,4%)
+ 36,4%
Participação no Mercado Brasileiro
Participação das Vendas Internas da Indústria Doméstica {A/(A+B+C)}
100,0
92,2
84,7
57,6
60,8
[RESTRITO]
Participação das Vendas Internas de Outras Empresas {B/(A+B+C)}
100,0
97,1
107,2
107,5
116,7
[RESTRITO]
Participação das Importações Totais {C/(A+B+C)}
100,0
106,6
103,9
119,4
111,2
[RESTRITO]
Participação das Importações - Origens investigadas {C1/(A+B+C)}
100,0
104,2
93,2
96,9
110,4
[RESTRITO]
Participação das Importações - Outras Origens {C2/(A+B+C)}
100,0
126,4
183,0
284,9
118,9
[RESTRITO]
Representatividade das Importações das Origens investigadas
Participação no Mercado Brasileiro {C1/(A+B+C)}
100,0
104,2
93,2
96,9
110,4
-
Variação
[RESTRITO]
[RESTRITO]
[RESTRITO]
[RESTRITO]
[RESTRITO]
[RESTRITO]
Participação nas Importações Totais {C1/C}
100,0
97,5
89,5
81,0
99,0
-
Variação
[RESTRITO]
[RESTRITO]
[RESTRITO]
[RESTRITO]
[RESTRITO]
[RESTRITO]
F. Volume de Produção Nacional {F1+F2}
[RESTRITO]
[RESTRITO]
[RESTRITO]
[RESTRITO]
[RESTRITO]
[RESTRITO]
Variação
-
25,3%
(4,5%)
(14,4%)
0,2%
+ 2,6%
F1. Volume de Produção - Indústria Doméstica
[RESTRITO]
[RESTRITO]
[RESTRITO]
[RESTRITO]
[RESTRITO]
[RESTRITO]
Variação
-
21,6%
(19,2%)
(35,7%)
11,3%
(29,7%)
F2. Volume de Produção - Outras Empresas
[RESTRITO]
[RESTRITO]
[RESTRITO]
[RESTRITO]
[RESTRITO]
[RESTRITO]
Variação
-
28,8%
8,6%
(0,3%)
(4,5%)
+ 33,2%
Relação com o Volume de Produção Nacional {C1/F}
100,0
112,4
102,5
124,8
123,0
-
Variação
[RESTRITO]
[RESTRITO]
[RESTRITO]
[RESTRITO]
[RESTRITO]
[RESTRITO]
408. Observou-se que o mercado brasileiro de seringas descartáveis cresceu 35,2% de P1 para P2 e reduziu 2,7% de P2 para P3. Nos períodos subsequentes, houve aumento de 0,1% de P3 para P4, e considerando o intervalo de P4 para P5 houve diminuição de 13,1%. Ao se considerar todo o período de análise, o mercado brasileiro de seringas descartáveis revelou variação positiva de 14,4%, comparativamente a P1.
409. A participação das importações das origens investigadas no mercado brasileiro cresceu [RESTRITO] p.p. de P1 para P2 e reduziu [RESTRITO] p.p. de P2 para P3. Nos períodos subsequentes, houve aumento de [RESTRITO] p.p. de P3 para P4 e de [RESTRITO] p.p. de P4 para P5. Ao se considerar todo o período de análise, participação das importações das origens investigadas no mercado brasileiro revelou variação positiva de [RESTRITO] p.p. em P5, comparativamente a P1.
410. Com relação à variação da participação das importações das demais origens no mercado brasileiro ao longo do período em análise, houve aumento de [RESTRITO] p.p. de P1 e P2. De P2 para P3 é possível detectar ampliação de [RESTRITO] p.p., enquanto de P3 para P4 houve crescimento de [RESTRITO] p.p., e de P4 para P5 revelou-se ter havido queda de [RESTRITO] p.p. Ao se considerar toda a série analisada, a participação das importações das demais origens no mercado brasileiro apresentou expansão de [RESTRITO] p.p., considerado P5 em relação ao início do período avaliado (P1).
411. Por fim, observou-se que a relação entre as importações das origens investigadas e a produção nacional de seringas descartáveis aumentou [RESTRITO] p.p. de P1 para P5, muito embora tal relação, de P4 para P5, tenha diminuído [RESTRITO] p.p.
5.4. Da conclusão preliminar a respeito das importações
412. Com base nos dados anteriormente apresentados, concluiu-se que:
a) As importações de seringas descartáveis das origens investigadas aumentaram 26,1% ([RESTRITO] mil unidades) em P5, comparativamente a P1, muito embota tenham diminuído 1,2% (-[RESTRITO] mil unidades), comparativamente a P4;
b) Já as importações brasileiras do produto das demais origens aumentaram cerca de 36,4% em P5 em relação a P1, mas diminuíram 63,4% em relação a P4;
c) A participação das importações das origens investigadas no mercado brasileiro cresceu [RESTRITO] p.p. quando considerados os extremos da série (P1 a P5) e [RESTRITO] p.p quando considerado o último período, de P4 para P5; e
d) A relação entre as importações das origens investigadas e a produção nacional de seringas descartáveis aumentou [RESTRITO] p.p. de P1 para P5, muito embora tal relação, de P4 para P5, tenha diminuído [RESTRITO] p.p
413. Diante desse quadro, constatou-se aumento das importações preliminarmente a preços com dumping, tanto em termos absolutos quanto em relação à produção nacional e ao mercado brasileiro.
414. Além disso, o preço CIF médio ponderado das importações brasileiras das origens investigadas foi relevantemente inferior ao preço CIF médio ponderado das importações brasileiras das demais origens em todo o período.
6. DO DANO
415. De acordo com o disposto no art. 30 do Decreto nº 8.058, de 2013, a análise de dano deve fundamentar-se no exame objetivo do volume das importações a preços com dumping, no seu possível efeito sobre os preços do produto similar no mercado brasileiro e no consequente impacto dessas importações sobre a indústria doméstica.
416. O período de análise dos indicadores da indústria doméstica compreendeu os mesmos períodos utilizados na análise das importações, ou seja, o período de outubro de 2019 a setembro de 2024, dividido da mesma forma em cinco períodos iguais de 12 meses.
6.1. Dos indicadores da indústria doméstica
417. Como já demonstrado anteriormente, de acordo com o previsto no art. 34 do Decreto nº 8.058, de 2013, a indústria doméstica foi definida como a linha de produção de seringas descartáveis da Becton Dickinson, responsável por [RESTRITO]% da produção nacional do produto similar no período de análise de dano. Dessa forma, os indicadores considerados refletem os resultados alcançados pela citada linha de produção.
418. Para uma adequada avaliação da evolução dos dados em moeda nacional, atualizaram-se os valores correntes com base no Índice de Preços ao Produtor Amplo - Origem - Produtos Industrializados (IPA-OG-PI), da Fundação Getúlio Vargas, [RESTRITO].
419. De acordo com a metodologia aplicada, os valores em reais correntes de cada período foram divididos pelo índice de preços médio do período, multiplicando-se o resultado pelo índice de preços médio de P5. Essa metodologia foi aplicada a todos os valores monetários em reais apresentados.
420. Como já mencionado neste documento, os indicadores da indústria doméstica constantes deste documento já incorporam os resultados da verificação in loco realizada na indústria doméstica.
421. Destaque-se que os indicadores econômico-financeiros apresentados neste documento são referentes exclusivamente à produção e às vendas da indústria doméstica de seringas descartáveis no mercado interno, salvo quando expressamente disposto de forma diversa.
6.1.1. Da evolução global da indústria doméstica
6.1.1.1. Dos indicadores de venda e participação no mercado brasileiro
422. A tabela a seguir apresenta, entre outras informações, as vendas da indústria doméstica de seringas descartáveis de fabricação própria. Cumpre ressaltar que as vendas são apresentadas líquidas de devoluções.
Dos Indicadores de Venda e Participação no Mercado Brasileiro (em mil unidades)
[RESTRITO]
P1
P2
P3
P4
P5
P1 - P5
Indicadores de Vendas
A. Vendas Totais da Indústria Doméstica
[RESTRITO]
[RESTRITO]
[RESTRITO]
[RESTRITO]
[RESTRITO]
[RESTRITO]
Variação
-
15,4%
(9,1%)
(30,7%)
1,6%
(26,1%)
A1. Vendas no Mercado Interno
[RESTRITO]
[RESTRITO]
[RESTRITO]
[RESTRITO]
[RESTRITO]
[RESTRITO]
Variação
-
24,5%
(10,7%)
(31,7%)
(8,4%)
(30,4%)
A2. Vendas no Mercado Externo
[RESTRITO]
[RESTRITO]
[RESTRITO]
[RESTRITO]
[RESTRITO]
[RESTRITO]
Variação
-
(54,4%)
25,3%
(15,6%)
120,9%
+6,6%
Mercado Brasileiro
B. Mercado Brasileiro
[RESTRITO]
[RESTRITO]
[RESTRITO]
[RESTRITO]
[RESTRITO]
[RESTRITO]
Variação
-
35,2%
(2,7%)
0,1%
(13,1%)
+14,4%
Representatividade das Vendas no Mercado Interno
Participação nas Vendas Totais {A1/A}
100,0
107,9
106,0
104,4
94,2
Variação
[RESTRITO]
[RESTRITO]
[RESTRITO]
[RESTRITO]
[RESTRITO]
[RESTRITO]
Participação no Mercado Brasileiro {A1/B}
100,0
92,2
84,7
57,6
60,8
Variação
[RESTRITO]
[RESTRITO]
[RESTRITO]
[RESTRITO]
[RESTRITO]
[RESTRITO]
423. Observou-se que o indicador de vendas da indústria doméstica destinadas ao mercado interno cresceu 24,5% de P1 para P2 e reduziu 10,7% de P2 para P3. Nos períodos subsequentes, houve redução de 31,7% de P3 para P4, e considerando o intervalo de P4 para P5 houve diminuição de 8,4%. Ao se considerar todo o período de análise, o indicador de vendas da indústria doméstica destinadas ao mercado interno revelou variação negativa de 30,4% em P5, comparativamente a P1.
424. Com relação à variação de vendas da indústria doméstica destinadas ao mercado externo ao longo do período em análise, houve redução de 54,4% de P1 para P2, enquanto de P2 para P3 é possível detectar ampliação de 25,3%. De P3 para P4, houve diminuição de 15,6%, e de P4 e P5, o indicador sofreu elevação de 120,9%. Ao se considerar toda a série analisada, o indicador de vendas da indústria doméstica destinadas ao mercado externo apresentou expansão de 6,6%, considerado P5 em relação ao início do período avaliado (P1).
425. Sendo assim, as vendas destinadas ao mercado interno que significavam [RESTRITO]% do total das vendas realizadas pela indústria doméstica em P1 representaram [RESTRITO]% em P5, uma redução de [RESTRITO] p.p.
426. A participação das vendas da indústria doméstica no mercado brasileiro diminuiu [RESTRITO] p.p. de P1 para P2 e [RESTRITO] p.p. de P2 para P3. Nos períodos subsequentes, houve redução de [RESTRITO] p.p. de P3 para P4 e crescimento de [RESTRITO] p.p. de P4 para P5. Ao se considerar todo o período de análise, a participação das vendas da indústria doméstica no mercado brasileiro revelou variação negativa de [RESTRITO] p.p. em P5, comparativamente a P1.
6.1.1.2. Dos indicadores de produção, capacidade e estoque
427. O cálculo da capacidade instalada efetiva considerou a fase de moldagem do processo de fabricação, apurando-se inicialmente, a produção por hora teórica para cada linha de produção, com base no número de cavidades do molde e o tempo de ciclo do molde. Em seguida, foi calculada a produção por hora padrão, multiplicando-se a produção teórica pelo percentual de OEE (índice de eficiência dos equipamentos), [CONFIDENCIAL]. Para as demais fases de produção, a produção por hora padrão de cada linha de produção também foi apurada com base na produção por hora teórica e no OEE de cada linha.
428. Por fim, para se apurar a capacidade efetiva de cada linha em cada período analisado, [CONFIDENCIAL].
Dos Indicadores de Produção, Capacidade Instalada e Estoque (em mil unidades)
[CONFIDENCIAL] / [RESTRITO]
P1
P2
P3
P4
P5
P1 - P5
Volumes de Produção
A. Volume de Produção - Produto Similar
[RESTRITO]
[RESTRITO]
[RESTRITO]
[RESTRITO]
[RESTRITO]
[RESTRITO]
Variação
-
21,6%
(19,2%)
(35,7%)
11,3%
(29,7%)
B. Volume de Produção - Outros Produtos
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
Variação
-
70,6%
(25,7%)
(53,6%)
59,6%
(6,0%)
Capacidade Instalada
D. Capacidade Instalada Efetiva
[RESTRITO]
[RESTRITO]
[RESTRITO]
[RESTRITO]
[RESTRITO]
[RESTRITO]
Variação
-
1,7%
1,7%
(9,4%)
1,8%
(4,6%)
E. Grau de Ocupação {(A+B)/D}
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
Variação
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
Estoques
F. Estoques
[RESTRITO]
[RESTRITO]
[RESTRITO]
[RESTRITO]
[RESTRITO]
[RESTRITO]
Variação
-
33,5%
(9,8%)
(45,2%)
(24,3%)
(50,0%)
G. Relação entre Estoque e Volume de Produção {E/A}
100,0
109,3
122,3
104,2
70,7
-
Variação
[RESTRITO]
[RESTRITO]
[RESTRITO]
[RESTRITO]
[RESTRITO]
[RESTRITO]
429. O volume de produção do produto similar da indústria doméstica cresceu 21,6% de P1 para P2 e diminuiu 19,2% de P2 para P3. Nos períodos subsequentes, houve redução de 35,7% de P3 para P4, e considerando o intervalo de P4 para P5 houve crescimento de 11,3%. Ao se considerar todo o período de análise, o volume de produção do produto similar da indústria doméstica revelou variação negativa de 29,7% em P5, comparativamente a P1.
430. Com relação à variação de produção de outros produtos ao longo do período em análise, houve aumento de 70,6% de P1 para P2, enquanto de P2 para P3 é possível detectar retração de 25,7%. De P3 para P4, houve diminuição de 53,6%, e de P4 e P5, tal volume teve elevação de 59,6%. Ao se considerar toda a série analisada, a produção de outros produtos apresentou contração de 6,0%, considerado P5 em relação ao início do período avaliado (P1).
431. Observou-se que o grau de ocupação da capacidade instalada cresceu [CONFIDENCIAL] p.p. de P1 para P2 e diminuiu [CONFIDENCIAL] p.p. de P2 para P3. Nos períodos subsequentes, houve redução de [CONFIDENCIAL] p.p. de P3 para P4 e crescimento de [CONFIDENCIAL] p.p. de P4 para P5. Ao se considerar todo o período de análise, o grau de ocupação da capacidade instalada revelou variação negativa de [CONFIDENCIAL] p.p. em P5, comparativamente a P1.
432. O volume de estoque final de seringas descartáveis cresceu 33,5% de P1 para P2 e diminuiu 9,8% de P2 para P3. Nos períodos subsequentes, houve redução de 45,2% de P3 para P4, e considerando o intervalo de P4 para P5 houve diminuição de 24,3%. Ao se considerar todo o período de análise, volume de estoque final de seringas revelou variação negativa de 50,0% em P5, comparativamente a P1.
433. Assim, a relação estoque final/produção cresceu [RESTRITO] p.p. de P1 para P2 e [RESTRITO] p.p. de P2 para P3. Nos períodos subsequentes, houve redução de [RESTRITO] p.p. de P3 para P4 e de [RESTRITO] p.p. de P4 para P5. Ao se considerar todo o período de análise, o indicador de relação estoque final/produção revelou variação negativa de [RESTRITO] p.p. em P5, comparativamente a P1.
6.1.1.3. Dos indicadores de emprego, produtividade e massa salarial
434. A tabela a seguir apresenta os valores e variações relativos ao emprego, à produtividade e à massa salarial ao longo do período em análise.
Do Emprego, da Produtividade e da Massa Salarial
[CONFIDENCIAL]
P1
P2
P3
P4
P5
P1 - P5
Emprego
A. Qtde de Empregados - Total
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
Variação
-
(2,0%)
1,4%
(15,8%)
(7,9%)
(23,0%)
A1. Qtde de Empregados - Produção
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
Variação
-
(5,2%)
2,0%
(15,9%)
(10,6%)
(27,3%)
A2. Qtde de Empregados - Adm. e Vendas
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
Variação
-
8,1%
(0,3%)
(15,7%)
(0,3%)
(9,4%)
Produtividade (em mil unidades)
B. Produtividade por Empregado
Volume de Produção (produto similar) / {A1}
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
Variação
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
Massa Salarial (em Mil Reais)
C. Massa Salarial - Total
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
Variação
-
(19,9%)
(9,8%)
(7,7%)
2,5%
(31,7%)
C1. Massa Salarial - Produção
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
Variação
-
(21,1%)
(11,9%)
(9,0%)
(0,6%)
(37,1%)
C2. Massa Salarial - Adm. e Vendas
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
Variação
-
(18,4%)
(7,0%)
(6,2%)
6,0%
(24,5%)
435. Observou-se que o indicador de número de empregados que atuam em linha de produção diminuiu 5,2% de P1 para P2 e aumentou 2,0% de P2 para P3. Nos períodos subsequentes, houve redução de 15,9% de P3 para P4, e considerando o intervalo de P4 para P5 houve diminuição de 10,6%. Ao se considerar todo o período de análise, o indicador de número de empregados que atuam em linha de produção revelou variação negativa de 27,3% em P5, comparativamente a P1.
436. Com relação à variação de número de empregados que atuam em administração e vendas ao longo do período em análise, houve aumento de 8,1% de P1 para P2, enquanto de P2 para P3 é possível detectar retração de 0,3%. De P3 para P4, houve diminuição de 15,7%, e de P4 para P5, o indicador sofreu queda de 0,3%. Ao se considerar toda a série analisada, o indicador de número de empregados que atuam em administração e vendas apresentou contração de 9,4%, considerado P5 em relação ao início do período avaliado (P1).
437. Avaliando a variação de quantidade total de empregados no período analisado, entre P1 e P2 verifica-se diminuição de 2,0%. É possível verificar ainda elevação de 1,4% de P2 para P3, enquanto de P3 para P4 houve redução de 15,8%, e de P4 para P5, o indicador revelou retração de 7,9%. Analisando-se todo o período, quantidade total de empregados apresentou contração da ordem de 23,0%, considerado P5 em relação a P1.
438. Observou-se que o indicador de massa salarial dos empregados de linha de produção diminuiu 21,1% de P1 para P2 e 11,9% de P2 para P3. Nos períodos subsequentes, houve redução de 9,0% de P3 para P4, e considerando o intervalo de P4 para P5 houve diminuição de 0,6%. Ao se considerar todo o período de análise, o indicador de massa salarial dos empregados de linha de produção revelou variação negativa de 37,1% em P5, comparativamente a P1.
439. Com relação à variação de massa salarial dos empregados de administração e vendas ao longo do período em análise, houve redução de 18,4% de P1 para P2, enquanto de P2 para P3 é possível detectar retração de 7,0%. De P3 para P4 houve diminuição de 6,2%, e de P4 para P5, o indicador sofreu elevação de 6,0%. Ao se considerar toda a série analisada, o indicador de massa salarial dos empregados de administração e vendas apresentou contração de 24,5%, considerado P5 em relação ao início do período avaliado (P1).
440. Avaliando a variação de massa salarial do total de empregados no período analisado, entre P1 e P2 verifica-se diminuição de 19,9%. É possível verificar ainda queda de 9,8% de P2 e P3, enquanto de P3 para P4 houve redução de 7,7%, e de P4 para P5, o indicador mostrou ampliação de 2,5%. Analisando-se todo o período, massa salarial do total de empregados apresentou contração da ordem de 31,7%, considerado P5 em relação a P1.
441. Observou-se que o indicador de a produtividade por empregado ligado à produção cresceu [CONFIDENCIAL]% de P1 para P2 e reduziu [CONFIDENCIAL]% de P2 para P3. Nos períodos subsequentes, houve redução de [CONFIDENCIAL]% de P3 para P4, e considerando o intervalo de P4 para P5 houve crescimento de [CONFIDENCIAL]%. Ao se considerar todo o período de análise, o indicador de a produtividade por empregado ligado à produção revelou variação negativa de [CONFIDENCIAL]% em P5, comparativamente a P1.
6.1.2. Dos indicadores financeiros da indústria doméstica
6.1.2.1. Da receita líquida e dos preços médios ponderados
442. A receita líquida da indústria doméstica se refere às vendas líquidas de seringas descartáveis de produção própria, deduzidos abatimentos, descontos, tributos, devoluções, seguros e despesas de frete interno.
Da Receita Líquida e dos Preços Médios Ponderados
[CONFIDENCIAL] / [RESTRITO]
P1
P2
P3
P4
P5
P1 - P5
Receita Líquida (em Mil Reais)
A. Receita Líquida Total
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
Variação
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
A1. Receita Líquida Mercado Interno
[RESTRITO]
[RESTRITO]
[RESTRITO]
[RESTRITO]
[RESTRITO]
[RESTRITO]
Variação
-
(0,3%)
(10,7%)
(16,6%)
(3,6%)
(28,4%)
Participação {A1/A}
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
A2. Receita Líquida Mercado Externo
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
Variação
-
(69,0%)
5,8%
21,1%
79,0%
(29,0%)
Participação {A2/A}
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
Preços Médios Ponderados (em Reais/mil unidades)
B. Preço no Mercado Interno
{A1/Vendas no Mercado Interno}
[RESTRITO]
[RESTRITO]
[RESTRITO]
[RESTRITO]
[RESTRITO]
[RESTRITO]
Variação
-
(19,9%)
0,0%
22,1%
5,2%
+2,9%
C. Preço no Mercado Externo {A2/Vendas no Mercado Externo}
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
Variação
-
(32,1%)
(15,6%)
43,5%
(19,0%)
(33,4%)
443. Observou-se que o indicador de receita líquida, em reais atualizados, referente às vendas no mercado interno diminuiu 0,3% de P1 para P2 e 10,7% de P2 para P3. Nos períodos subsequentes, houve redução de 16,6% de P3 para P4, e considerando o intervalo de P4 para P5 houve diminuição de 3,6%. Ao se considerar todo o período de análise, o indicador de receita líquida, em reais atualizados, referente às vendas no mercado interno revelou variação negativa de 28,4% em P5, comparativamente a P1.
444. Com relação à variação de receita líquida obtida com as exportações do produto similar ao longo do período em análise, houve redução de 69,0% de P1 para P2, enquanto de P2 para P3 é possível detectar ampliação de 5,8%. De P3 para P4, houve crescimento de 21,1%, e de P4 para P5, o indicador teve elevação de 79,0%. Ao se considerar toda a série analisada, o indicador de receita líquida obtida com as exportações do produto similar apresentou contração de 29,0%, considerado P5 em relação ao início do período avaliado (P1).
445. Observou-se que o indicador de preço médio de venda no mercado interno diminuiu 19,9% de P1 para P2, mantendo-se estável de P2 para P3. Nos períodos subsequentes, houve aumento de 22,1% de P3 para P4, e considerando o intervalo de P4 para P5 houve crescimento de 5,2%. Ao se considerar todo o período de análise, o indicador de preço médio de venda no mercado interno revelou variação positiva de 2,9% em P5, comparativamente a P1.
446. Com relação à variação de preço médio de venda para o mercado externo ao longo do período em análise, houve redução de 32,1% de P1 para P2, enquanto de P2 para P3 é possível detectar retração de 15,6%. De P3 para P4, houve crescimento de 43,5%, e de P4 para P5, o indicador teve queda de 19,0%. Ao se considerar toda a série analisada, o indicador de preço médio de venda para o mercado externo apresentou contração de 33,4%, considerado P5 em relação ao início do período avaliado (P1).
6.1.2.2. Dos resultados e das margens
447. A tabela a seguir apresenta a demonstração de resultados e as margens de lucro associadas, para o período de investigação, obtidas com a venda de seringas descartáveis, de fabricação própria, no mercado interno.
Demonstrativo de Resultado no Mercado Interno e Margens de Rentabilidade
[CONFIDENCIAL] / [RESTRITO]
P1
P2
P3
P4
P5
P1 - P5
Demonstrativo de Resultado (em Mil Reais)
A. Receita Líquida Mercado Interno
[RESTRITO]
[RESTRITO]
[RESTRITO]
[RESTRITO]
[RESTRITO]
[RESTRITO]
Variação
-
(0,3%)
(10,7%)
(16,6%)
(3,6%)
(28,4%)
B. Custo do Produto Vendido - CPV
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
Variação
-
0,9%
(13,9%)
(25,0%)
(8,7%)
(40,5%)
C. Resultado Bruto {A-B}
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
Variação
-
(2,4%)
(4,9%)
(2,6%)
3,0%
(6,9%)
D. Despesas Operacionais
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
Variação
-
(23,7%)
(16,7%)
(4,6%)
21,0%
(26,5%)
D1. Despesas Gerais e Administrativas
100,0
86,0
73,8
68,5
68,1
D2. Despesas com Vendas
100,0
90,3
91,1
84,2
85,3
D3. Resultado Financeiro (RF)
100,0
-29,8
-135,4
-44,5
-5,8
D4. Outras Despesas (Receitas) Operacionais (OD)
100,0
26,5
-3,2
-78,7
85,2
E. Resultado Operacional {C-D}
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
Variação
-
83,0%
14,8%
(0,2%)
(18,0%)
+71,9%
F. Resultado Operacional (exceto RF) {C-D1-D2-D4}
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
Variação
-
33,3%
(2,9%)
16,1%
(13,2%)
+30,4%
G. Resultado Operacional (exceto RF e OD)
{C-D1-D2}
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
Variação
-
17,3%
(6,6%)
5,9%
6,5%
+23,6%
Margens de Rentabilidade (%)
H. Margem Bruta {C/A}
100,0
97,8
104,2
121,7
130,0
Variação
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
I. Margem Operacional {E/A}
100,0
183,3
234,7
280,6
238,9
Variação
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
J. Margem Operacional (exceto RF)
{F/A}
100,0
133,0
144,7
201,1
180,9
Variação
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
K. Margem Operacional (exceto RF e OD) {G/A}
100,0
117,3
123,6
156,4
172,7
Variação
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
448. Com relação à variação de resultado bruto da indústria doméstica ao longo do período em análise, houve redução de 2,4% de P1 para P2, enquanto de P2 para P3 é possível detectar retração de 4,9%. De P3 para P4, houve diminuição de 2,6%, e de P4 para P5, o indicador sofreu elevação de 3,0%. Ao se considerar toda a série analisada, o indicador de resultado bruto da indústria doméstica apresentou contração de 6,9%, considerado P5 em relação ao início do período avaliado (P1).
449. Já margem bruta diminuiu [CONFIDENCIAL] p.p. de P1 para P2 e aumentou [CONFIDENCIAL] p.p. de P2 para P3. Nos períodos subsequentes, houve aumento de [CONFIDENCIAL] p.p. de P3 e P4 e de [CONFIDENCIAL] p.p. de P4 e P5. Ao se considerar todo o período de análise, o indicador de margem bruta revelou variação positiva de [CONFIDENCIAL] p.p. em P5, comparativamente a P1.
450. Com relação à variação de resultado operacional, excluídos o resultado financeiro e outras despesas, ao longo do período em análise, houve aumento de 17,3% de P1 para P2, enquanto de P2 para P3 é possível detectar retração de 6,6%. De P3 para P4, houve crescimento de 5,9%, e de P4 para P5, o indicador sofreu elevação de 6,5%. Ao se considerar toda a série analisada, o indicador de resultado operacional, excluídos o resultado financeiro e outras despesas, apresentou expansão de 23,6%, considerado P5 em relação ao início do período avaliado (P1).
451. Já a margem operacional, excluídos o resultado financeiro e outras despesas, cresceu [CONFIDENCIAL] p.p. de P1 para P2 e aumentou [CONFIDENCIAL] p.p. de P2 para P3. Nos períodos subsequentes, houve aumento de [CONFIDENCIAL] p.p. de P3 para P4 e de [CONFIDENCIAL] p.p. de P4 para P5. Ao se considerar todo o período de análise, o indicador de margem operacional, excluídos o resultado financeiro e outras despesas, revelou variação positiva de [CONFIDENCIAL] p.p. em P5, comparativamente a P1.
452. Cabe aqui observar que o montante do resultado operacional, bem como o percentual da margem operacional obtidos pela indústria doméstica, em todos os períodos, são impactados de forma relevante quando são considerados na apuração os valores relacionados ao resultado financeiro (RF) e às outras despesas(receitas) operacionais (OD), além desse resultado/margem apresentar maior variabilidade ao longo do período.
453. O comportamento do resultado/margem considerando esses valores, bem como o comportamento do resultado/margem excluindo o resultado financeiro (RF) é apresentado a seguir.
454. O resultado operacional considerando tais valores aumentou 83,0% de P1 e P2. É possível verificar ainda elevação de 14,8% de P2 e P3, enquanto de P3 para P4 houve queda de 0,2%. De P4 e P5, tal resultado revelou retração de 18,0%. Analisando-se todo o período, resultado operacional apresentou expansão da ordem de 71,9%, considerado P5 em relação a P1.
455. Já margem operacional considerando tais valores aumentou [CONFIDENCIAL] p.p. de P1 para P2. De P2 para P3, é possível detectar ampliação de [CONFIDENCIAL] p.p., enquanto de P3 para P4 houve crescimento de [CONFIDENCIAL] p.p., e de P4 para P5 revelou-se ter havido queda de [CONFIDENCIAL] p.p. Ao se considerar toda a série analisada, o indicador de margem operacional apresentou expansão de [CONFIDENCIAL] p.p., considerado P5 em relação ao início do período avaliado (P1).
456. O resultado operacional, excetuado o resultado financeiro, cresceu 33,3% de P1 para P2 e reduziu 2,9% de P2 para P3. Nos períodos subsequentes, houve aumento de 16,1% de P3 para P4, e considerando o intervalo entre P4 e P5 houve diminuição de 13,2%. Ao se considerar todo o período de análise, o indicador de resultado operacional, excetuado o resultado financeiro, revelou variação positiva de 30,4% em P5, comparativamente a P1.
457. Já a margem operacional, exceto resultado financeiro, no período analisado, aumentou [CONFIDENCIAL] p.p. de P1 para P2. De P2 para P3, verifica-se uma elevação de [CONFIDENCIAL] p.p., enquanto de P3 para P4 houve crescimento de [CONFIDENCIAL] p.p. Por sua vez, de P4 para P5 é possível identificar retração de [CONFIDENCIAL] p.p. Analisando-se todo o período, margem operacional, exceto resultado financeiro, apresentou expansão de [CONFIDENCIAL] p.p., considerado P5 em relação a P1.
458. A tabela abaixo, por sua vez, apresenta a demonstração de resultados e as margens de lucro associadas, para o período de investigação, obtidas com a venda de seringas descartáveis de fabricação própria no mercado interno, por mil unidades.
Demonstrativo de Resultado no Mercado Interno por Unidade (R$/mil unidades)
[CONFIDENCIAL] / [RESTRITO]
P1
P2
P3
P4
P5
P1 - P5
A. Receita Líquida Mercado Interno
[RESTRITO]
[RESTRITO]
[RESTRITO]
[RESTRITO]
[RESTRITO]
[RESTRITO]
Variação
-
(19,9%)
0,0%
22,1%
5,2%
+2,9%
B. Custo do Produto Vendido - CPV
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
Variação
-
(19,0%)
(3,5%)
9,9%
(0,4%)
(14,5%)
C. Resultado Bruto {A-B}
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
Variação
-
(21,6%)
6,6%
42,6%
12,4%
+33,8%
D. Despesas Operacionais
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
Variação
-
(38,7%)
(6,6%)
39,7%
32,1%
+5,6%
D1. Despesas Gerais e Administrativas
100,0
69,0
66,4
90,3
97,9
D2. Despesas com Vendas
100,0
72,6
81,9
111,0
122,6
D3. Resultado Financeiro (RF)
100,0
-23,9
-121,8
-58,6
-8,4
D4. Outras Despesas (Receitas) Operacionais (OD)
100,0
21,4
-2,9
-103,7
122,4
E. Resultado Operacional {C-D}
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
Variação
-
46,9%
28,6%
46,0%
(10,5%)
+147,1%
F. Resultado Operacional (exceto RF)
{C-D1-D2-D4}
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
Variação
-
7,1%
8,8%
70,0%
(5,3%)
+87,5%
G. Resultado Operacional (exceto RF e OD)
{C-D1-D2}
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
[CONF.]
Variação
-
(5,8%)
4,7%
55,0%
16,3%
+77,7%
