Parte da seleção feminina de futebol iraniana deixa a Austrália após ofertas de asilo
Seis integrantes da seleção feminina de futebol do Irã permaneceram na Austrália após receberem ofertas de asilo, recusando-se a retornar ao seu país de origem, onde foram chamadas de traidoras.
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11/03 às 04:02
Pontos principais
- Seis jogadoras da seleção feminina de futebol do Irã aceitaram asilo na Austrália e não retornaram ao Irã.
- O governo australiano, através do Ministro Tony Burke, ofereceu vistos humanitários e apoio às atletas.
- Uma das sete atletas que inicialmente aceitaram o visto humanitário mudou de ideia e decidiu voltar ao Irã.
- As jogadoras foram classificadas como "traidoras em tempos de guerra" pelo governo iraniano por se recusarem a cantar o hino nacional.
- Donald Trump criticou inicialmente a Austrália por não oferecer asilo, mas discussões privadas já estavam em andamento.
- O Irã rejeitou as sugestões de insegurança para as atletas que retornassem e acusou Trump de interferência política no futebol.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Tony Burke (Ministro do Interior australiano)Donald Trump (presidente dos EUA)Mohammad Reza Aref (primeiro vice-presidente iraniano)
Organizações
Guarda Revolucionária do IrãConfederação Asiática de Futebol (AFC)Ministério do Interior da Austrália
Lugares
AustráliaIrãSydneyKuala LumpurMalásiaRobina
