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Combate ao feminicídio requer mudança cultural, defende Janja

A primeira-dama Janja Lula da Silva defende que o combate ao feminicídio, que atingiu um recorde de 1.470 mortes no ano passado, exige uma mudança cultural e a união de esforços dos Três Poderes, destacando a importância do Pacto Nacional Brasil contra o Feminicídio e a necessidade de monitorar agressores e combater discursos de ódio.

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03/03 às 18:29

Pontos principais

  • O Brasil registrou um recorde de 1.470 feminicídios no ano passado.
  • Janja Lula da Silva enfatiza que o combate ao feminicídio requer uma mudança cultural e a participação masculina no Pacto Nacional Brasil contra o Feminicídio.
  • Ela ressalta a importância de melhorar o monitoramento de agressores e combater discursos de ódio disseminados nas redes sociais.
  • O Pacto Nacional contra o Feminicídio, idealizado pelo presidente Lula, envolve os Três Poderes e é considerado inédito globalmente.
  • Janja destacou a insegurança vivida pelas mulheres, inclusive por ela mesma como primeira-dama, e a necessidade de o Estado e a sociedade corrigirem essa situação.
  • A TV Brasil, em parceria com a No More Foundation, Unesco e CBF, lançará a campanha "Feminicídio Nunca Mais" no Cristo Redentor.

Mencionado nesta matéria

Pessoas

Janja Lula da Silva (socióloga e primeira-dama do Brasil)Luiz Inácio Lula da Silva (presidente)Cissa Guimarães (apresentadora do Sem Censura)Daniela Grelin (diretora executiva da No More Foundation)Antonia Pellegrino (diretora de Conteúdo e Programação da EBC)

Organizações

TV BrasilNo More FoundationEmpresa Brasil de Comunicação (EBC)Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco)Confederação Brasileira de Futebol (CBF)

Lugares

BrasilBrasíliaRio de JaneiroSantuário do Cristo Redentor

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