Rogério Correia de Moura Baptista é um professor e político brasileiro filiado ao PT de Minas Gerais, atualmente exercendo o cargo de deputado federal pela 56ª Legislatura (2023-2027). Com uma carreira política que inclui passagens como vereador em Belo Horizonte e deputado estadual em Minas Gerais, ele se destaca por sua atuação em comissões relacionadas a desastres ambientais, como os rompimentos de barragens, e por proposições nas áreas de educação e transição energética. Foi reeleito em 2022 e é reconhecido por sua trajetória ligada à fundação do Sind-UTE e do PT em seu estado.
Rogério Correia de Moura Baptista é um professor e político brasileiro filiado ao PT de Minas Gerais, atuando atualmente como deputado federal pela 56ª Legislatura (2023-2027), com posse em 1º de fevereiro de 2023. Natural de Belo Horizonte (MG), nascido em 11 de janeiro de 1958, ele integra a Federação PT-PCdoB-PV e participa de comissões como a Comissão Externa sobre Fiscalização dos Rompimentos de Barragens e Repactuação, Comissão de Finanças e Tributação e Comissão de Educação.
Correia foi reeleito em 2022 com 185.918 votos (1,66%) e tem se destacado por iniciativas relacionadas a desastres ambientais, como a coordenação de comissões sobre rompimentos de barragens em Brumadinho e Mariana, além de proposições na área de educação e transição energética.
Rogério Correia iniciou sua carreira como professor de Matemática e Física, fundando o Sindicato Único dos Trabalhadores da Educação (Sind-UTE) e o PT em Minas Gerais. Foi vereador em Belo Horizonte por três mandatos (1989-1993, 1994-1997 e 1997-1999) e deputado estadual na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) em três legislaturas (1999-2003, 2003-2007 e 2011-2015, reeleito em 2014 com 72.413 votos).
Entre 2007 e 2010, atuou como delegado regional do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) e, em seguida, como secretário de Movimentos Populares do PT. Na ALMG, foi líder do bloco de oposição Minas sem Censura, relator da CPI do Narcotráfico, presidente da Comissão Especial da Prostituição Infantil e idealizador da Lei Pró-Pequi, que incentiva o cultivo e consumo do pequi. Em 2018, foi eleito deputado federal com 131.312 votos (1,30%), assumindo em 2019, e reeleito em 2022. Na Câmara, coordena comissões externas sobre barragens, como as relacionadas aos desastres de Brumadinho e Fundão, e propôs a desativação de barragens com método de alteamento a montante após o rompimento em Brumadinho.