Renata Abreu é uma política brasileira, advogada e administradora de empresas, atualmente deputada federal por São Paulo em seu terceiro mandato e presidente nacional do partido Podemos (PODE). Reconhecida por sua atuação na defesa dos direitos das mulheres e pela criação de leis de combate à violência feminina, ela também é a única mulher no Colégio de Líderes da Câmara Federal. Sua trajetória política inclui a reestruturação do PTN (atual Podemos) e a fundação do Podemos em 2017, consolidando sua influência no cenário político nacional.
Renata Hellmeister de Abreu (nascida em 15 de abril de 1982) é uma política brasileira, advogada e administradora de empresas. Atualmente, é deputada federal por São Paulo, exercendo seu terceiro mandato consecutivo (2023-2026), e presidente nacional do partido Podemos (PODE). É reconhecida por sua atuação na defesa dos direitos das mulheres, sendo autora de projetos de lei que resultaram em leis de combate à violência feminina, e por sua defesa da educação e da participação cidadã na política. É a única mulher no Colégio de Líderes da Câmara Federal.
Renata Abreu nasceu em São Paulo e é filha de José Masci de Abreu, ex-deputado federal, e sobrinha de Dorival de Abreu, parlamentar cassado pela ditadura. Essa influência familiar a inseriu no ambiente político desde cedo. Formou-se em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e em Direito pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, com pós-graduação em Direito Eleitoral. Sua trajetória política começou com a reestruturação do PTN (atual Podemos) em São Paulo, assumindo a presidência estadual em 2011. Em 2014, foi eleita deputada federal pela primeira vez, e desde então, tem sido reeleita, consolidando sua posição no cenário político nacional. Em 2017, fundou o Podemos, transformando-o em um partido com foco em transparência, participação e democracia direta, e o estabeleceu como o primeiro partido digital do país.
Durante seus mandatos, Renata Abreu votou a favor do processo de impeachment de Dilma Rousseff, da PEC do Teto dos Gastos Públicos e da Reforma Trabalhista. Em 2017, votou a favor da investigação do então presidente Michel Temer e, em 2019, apoiou a Reforma da Previdência proposta pelo governo Bolsonaro. Em 2024, foi alvo de investigação pela PGR sobre emendas parlamentares destinadas a cidades do interior de São Paulo e uma "emenda PIX" para um evento esportivo na capital. Em 2025, votou a favor da PEC 3/2021, conhecida como PEC da Blindagem.