Paulo Abi-Ackel é um advogado e político brasileiro filiado ao PSDB, atualmente em seu quinto mandato consecutivo como deputado federal por Minas Gerais. Reconhecido como um dos "Cabeças do Congresso" pelo DIAP, ele é influente na agenda legislativa nacional. Ao longo de sua carreira, Abi-Ackel participou de momentos políticos importantes, como o impeachment de Dilma Rousseff e a relatoria da denúncia contra Michel Temer, além de ter atuado em reformas como a do Teto dos Gastos e a Trabalhista.
Paulo Abi-Ackel é um advogado e político brasileiro, filiado ao Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB). Atualmente, exerce o cargo de deputado federal por Minas Gerais, estando em seu quinto mandato consecutivo na Câmara dos Deputados. Ele é reconhecido por sua atuação parlamentar e por ser frequentemente listado entre os "Cabeças do Congresso" pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (DIAP), na categoria de formulador, indicando sua influência na agenda legislativa nacional.
Nascido em Belo Horizonte, Minas Gerais, em 21 de junho de 1963, Paulo Abi-Ackel é filho de Ibrahim Abi-Ackel, ex-ministro da Justiça e também ex-deputado federal. Formou-se em Direito pela Faculdade Milton Campos em 1989, atuando nas áreas criminal e eleitoral. Antes de ingressar na política, foi sócio-diretor do escritório Abi-Ackel Advogados Associados por mais de 20 anos e membro substituto do Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais na classe dos Juristas.
Sua carreira política teve início em 2006, quando foi eleito deputado federal pela primeira vez, representando Minas Gerais pelo PSDB. Desde então, tem sido reeleito sucessivamente. Ao longo de sua trajetória, ocupou posições de liderança, como vice-líder do PSDB na Câmara e presidente do partido em Minas Gerais. Em 2011, foi líder da Minoria.
Abi-Ackel participou de momentos políticos importantes, como a Comissão Especial do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, votando a favor do impedimento. No governo Michel Temer, apoiou a PEC do Teto dos Gastos Públicos e a Reforma Trabalhista. Em 2017, atuou como relator na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da denúncia contra o então presidente Michel Temer, recomendando sua rejeição. Em 2019, integrou o Grupo de Trabalho que reescreveu o Pacote Anticrime do ex-ministro Sérgio Moro e participou da CPI do rompimento da barragem de Brumadinho.