Mauricio Marcon é um economista e político brasileiro, atualmente deputado federal pelo Rio Grande do Sul (2023-2027) filiado ao Partido Liberal (PL). Eleito pelo Podemos (PODE) em 2022, Marcon é conhecido por seu alinhamento à direita e pautas bolsonaristas, tendo atuado como vice-líder da Oposição. Seu mandato foi marcado por controvérsias, incluindo a cassação de seu diploma pelo TRE-RS em 2024 por suposto uso de candidatas "laranjas" para cumprir cotas femininas, embora ele continue em exercício.
Mauricio Bedin Marcon é um economista e político brasileiro nascido em Caxias do Sul (RS), atuando como deputado federal pelo Rio Grande do Sul na legislatura 2023-2027. Filiado ao Partido Liberal (PL), ele assumiu o cargo em 1º de fevereiro de 2023 após ser eleito em 2022 pelo Podemos (PODE) com 140.634 votos, e exerceu funções como vice-líder da Oposição na Câmara dos Deputados até fevereiro de 2025.
Alinhado à direita política, Marcon tem se destacado como entusiasta de pautas bolsonaristas e vice-líder em blocos oposicionistas. Seu mandato enfrentou controvérsias, como a cassação do diploma pelo TRE-RS em 2024 por suposto uso de laranjas no PODE para cumprir cotas femininas nas eleições de 2022.
Mauricio Bedin Marcon nasceu em 24 de janeiro de 1987 em Caxias do Sul (RS), filho de Carlos José Marcon e Rosane Maria Bedin Marcon. Formou-se em Ciências Econômicas pela Universidade de Caxias do Sul (UCS) entre 2005 e 2010, e concluiu o Curso de Estudos de Política e Estratégia (CEPE) pela ADESG/RS em 2019. Iniciou sua trajetória política filiado ao PSDB, concorrendo sem sucesso a vereador em Caxias do Sul em 2016, com 1.181 votos.
Migrando para o Partido Novo (NOVO), candidatou-se a deputado federal em 2018 pelo RS, obtendo 11.003 votos sem eleição. Em 2020, elegeu-se vereador em Caxias do Sul pelo NOVO, exercendo o mandato até 2022. Filiou-se ao Podemos (PODE) e, nas eleições de 2022, foi eleito deputado federal com 140.634 votos. Assumiu em 2023, atuando como vice-líder em blocos como MDB, PSD, Republicanos, PODE e PSC, e como vice-líder da Oposição. Em 2025, filiou-se ao PL. Seu mandato foi cassado pelo TRE-RS em 2024 por fraude em cotas de gênero no PODE, mas ele continua em exercício. Na Câmara, participou como coautor em 82 projetos, sem autoria principal, e gastou R$ 495.343,87 em cotas parlamentares em 2024.