Marcos Pollon é um deputado federal pelo Mato Grosso do Sul, filiado ao Partido Liberal (PL), eleito em 2022 com a maior votação no estado. Advogado de formação, ele se destaca por sua alta produtividade legislativa, com 177 projetos apresentados, e por ser considerado o deputado mais econômico de MS. Atualmente, Pollon é pré-candidato à prefeitura de Campo Grande, após ser destituído da presidência estadual do PL, e enfrenta processos no Conselho de Ética da Câmara por condutas no plenário.
Marcos Sborowski Pollon é deputado federal pelo Mato Grosso do Sul, filiado ao Partido Liberal (PL), eleito em 2022 com 103.111 votos, o maior número no estado para o cargo. Nascido em 19 de janeiro de 1981, em Campo Grande (MS), é advogado com ensino superior completo e tomou posse em 1º de fevereiro de 2023 para o mandato 2023-2027.
Destaca-se pela alta produtividade, com 177 projetos de lei apresentados desde o início do mandato, temas como conservadorismo, segurança pública e legítima defesa, além de ser considerado o deputado mais econômico de MS, com economia de cerca de R$ 400 mil em reembolsos da cota parlamentar.
Marcos Pollon é advogado, ativista, youtuber e influenciador digital. Em sua primeira candidatura eletoral, nas eleições de 2022, foi eleito deputado federal por Mato Grosso do Sul com apoio de figuras como o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que esteve presente no lançamento de sua campanha. Assumiu o mandato em fevereiro de 2023 e integrou comissões como suplente na Comissão Especial da PEC 016/21 (Perda de Nacionalidade) e na CPI do MST, além de titular em outras, como a Comissão Especial da PEC 066/23 (Limite Precatórios e Débitos Previdenciários) e da PL 3080/20 (Política Nacional para Pessoas com Autismo).
Em junho de 2023, assumiu a presidência estadual do PL em Mato Grosso do Sul. Em julho de 2024, após desavença sobre aliança com o PSDB, lançou-se como pré-candidato à prefeitura de Campo Grande e foi destituído da presidência do partido no estado. Em 2024, demonstrou disciplina partidária de 97,22% e participou de 2 proposições como autor principal e 71 como coautor. Enfrentou processos no Conselho de Ética da Câmara por ações como ocupação da mesa do plenário em agosto, incluindo declarações difamatórias e obstrução de cadeira presidencial.