Luiz Philippe de Orleans e Bragança é um deputado federal por São Paulo, filiado ao PL, em seu segundo mandato (2023-2027), sendo o primeiro descendente da antiga família imperial a ocupar cargo político relevante desde 1889. Ele é cientista político, administrador e escritor, e atualmente preside a Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional. Suas propostas focam em reduzir o Estado, promover a liberdade econômica e garantir a soberania nacional, defendendo reformas como a inversão da pirâmide de gastos públicos e a modernização da Justiça.
Luiz Philippe de Orleans e Bragança é deputado federal por São Paulo, filiado ao PL, em seu segundo mandato (2023-2027), após ser eleito inicialmente em 2018 pelo PSL com 118.457 votos. Nascido em 3 de abril de 1969 no Rio de Janeiro, ele é cientista político, administrador, escritor e membro da Casa de Orléans-Bragança, sendo o primeiro descendente da antiga família imperial a ocupar cargo político relevante desde a Proclamação da República em 1889.
Atualmente, preside a Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional e é titular em comissões como a Especial sobre Inteligência Artificial (PL 2338/23) e a Especial sobre Alteração da Legislação do Imposto de Renda (PL 1087/25). Defende reformas para reduzir o Estado, promover liberdade econômica, descentralizar o poder e garantir soberania nacional, com propostas como inversão da pirâmide de gastos públicos e modernização da Justiça.
Luiz Philippe de Orleans e Bragança formou-se em Administração e possui mestrado, atuando como executivo no mercado financeiro internacional, empresário e escritor. Autor do livro “Por que o Brasil é um País Atrasado?” (2017), que vendeu mais de 100 mil exemplares, ele identificou a instabilidade político-econômica como motivação para entrar na política, fundando em 2014 o movimento liberal Acorda Brasil, favorável ao impeachment de Dilma Rousseff.
Em 2015, apresentou projeto de reforma política à Câmara dos Deputados e, em 2016, intermediou PEC para voto de desconfiança presidencial. Filiou-se inicialmente ao Partido Novo, migrando para o PSL em 2018, quando foi eleito o 33º mais votado em São Paulo. Quase foi vice na chapa de Jair Bolsonaro. Reeleito em 2022 pelo PL com 79.210 votos, assumiu em 1º de fevereiro de 2023. Exerceu cargos como vice-líder do PSL (várias vezes entre 2019-2021), vice-líder da Oposição (2023-2024), vice-líder do PL e da Minoria na Câmara. Apresentou 49 propostas legislativas e relatou 2 até 2026, com foco em reformas tributária, administrativa e defesa nacional, além do Plano Brasil para combater corrupção e desburocratizar o país.