Luiz Fernando Faria é um político e engenheiro brasileiro, atualmente deputado federal por Minas Gerais, filiado ao UNIÃO. Com uma longa trajetória política, atuou em diversas comissões na Câmara dos Deputados, com foco em minas e energia, viação e transportes, e trabalho. Embora tenha sido denunciado na Operação Lava Jato, foi absolvido por unanimidade pelo Supremo Tribunal Federal por falta de provas. Ele continua ativo na política, participando de votações importantes e representando seu estado.
Luiz Fernando Ramos Faria é um político e engenheiro brasileiro, atualmente deputado federal por Minas Gerais, filiado ao UNIÃO. Com uma trajetória política que se estende por várias legislaturas, Faria tem atuado em diversas comissões na Câmara dos Deputados, com foco em áreas como minas e energia, viação e transportes, e trabalho. Antes de sua carreira federal, foi deputado estadual em Minas Gerais e atuou no setor agropecuário e empresarial.
Nascido em Santos Dumont, Minas Gerais, em 12 de setembro de 1957, Luiz Fernando Faria formou-se em Engenharia Mecânica pela Universidade Federal de São João Del Rei (UFSJ) em 1980. Sua carreira profissional começou no setor privado, onde presidiu o Grupo São Luiz por 17 anos (1983-2000). Paralelamente, desenvolveu atividades no setor agropecuário, presidindo o Sindicato Rural de Santos Dumont por uma década e ocupando cargos em associações de criadores de gado e cavalos.
Sua incursão na política eletiva começou em 1994, quando se candidatou a deputado estadual. Foi eleito e reeleito para a Assembleia Legislativa de Minas Gerais em 1998 e 2002. Em 2006, elegeu-se deputado federal, sendo reeleito em 2010, 2014 e, após um período, novamente em 2023. Durante seus mandatos na Câmara, participou de importantes votações, como o processo de impeachment de Dilma Rousseff, a PEC do Teto dos Gastos Públicos e a Reforma Trabalhista, votando favoravelmente a todas. Em 2017, votou contra a abertura de investigação do então Presidente Michel Temer.
Em 2016, foi denunciado pela Procuradoria Geral da República no âmbito da Operação Lava Jato, acusado de corrupção passiva e ocultação de bens. As acusações estavam relacionadas a supostos pagamentos de propina para favorecer a contratação da empresa Fidens Engenharia em obras da Petrobras. No entanto, em abril de 2018, o Supremo Tribunal Federal (STF) o absolveu por unanimidade, por falta de provas.