Júnior Mano é um político brasileiro, empresário e administrador, atualmente Deputado Federal pelo Ceará, reeleito em 2022. Sua atuação parlamentar foca em infraestrutura, saúde e educação. No entanto, entre 2024 e 2025, ele foi alvo de investigações da Polícia Federal por supostas fraudes em licitações, desvio de recursos públicos, compra de votos e peculato, acusações que ele nega. Em 2024, foi expulso do PL e filiou-se ao PSB.
Antônio Luiz Rodrigues Mano Júnior, conhecido como Júnior Mano, é um político brasileiro, empresário e administrador, atualmente exercendo o mandato de Deputado Federal pelo estado do Ceará. Nascido em Nova Russas, Ceará, ele iniciou sua carreira política como vice-prefeito de sua cidade natal e foi eleito para a Câmara dos Deputados pela primeira vez em 2018, sendo reeleito em 2022. Sua atuação parlamentar foca em áreas como infraestrutura, saúde e educação, com a apresentação de diversos projetos de lei e emendas parlamentares. Em 2024 e 2025, Júnior Mano foi alvo de investigações da Polícia Federal relacionadas a supostas fraudes em licitações e desvio de recursos públicos, além de acusações de compra de votos e peculato via emendas parlamentares, as quais ele nega.
Júnior Mano nasceu em 16 de abril de 1985, em Nova Russas, Ceará. Formado em administração, ele atuou como empresário antes de ingressar na vida pública. Sua trajetória política começou em 2016, quando foi eleito vice-prefeito de Nova Russas, cargo que ocupou até 2018. Nesse ano, elegeu-se Deputado Federal com 67.917 votos. Em 2022, foi reeleito com uma votação expressiva de 216.531 votos, consolidando sua posição no cenário político cearense. Durante seus mandatos, ele tem se dedicado à proposição de soluções para problemas atuais e ao desenvolvimento de projetos nas áreas de infraestrutura, saúde e educação. Em 2024, foi expulso do PL por divergências em eleições municipais e filiou-se ao PSB. Em 2024 e 2025, seu nome foi associado a investigações da Polícia Federal sobre fraudes em licitações e desvio de recursos públicos, além de suposta extorsão e compra de votos.