Josivaldo JP, nome civil Josivaldo dos Santos Melo, é um deputado federal pelo Maranhão, atualmente filiado ao União Brasil. Ele assumiu o mandato em 2021 como suplente efetivado e foi reeleito para o período 2023-2027, focando em pautas regionais como infraestrutura e geração de emprego. Com formação em ensino médio, atua na Bancada Negra da Câmara e, apesar de ter sido investigado por suposta compra de votos e ter tido gastos de campanha considerados irregulares pelo TSE, mantém uma disciplina partidária moderada.
Josivaldo JP, nome civil Josivaldo dos Santos Melo, é deputado federal pelo Maranhão, atualmente filiado ao União Brasil após passagem pelo PSD. Nascido em 29 de novembro de 1983 em Jacundá (PA), ele assumiu o mandato em 2021 como efetivação de suplente e foi reeleito para o período 2023-2027, com foco em pautas regionais como infraestrutura e geração de emprego na região sul do estado.
Com formação em ensino médio e profissão registrada como comerciário, Josivaldo JP atua como titular na Bancada Negra da Câmara dos Deputados desde 2023. Seu mandato registra participação em 22 proposições como coautor, gastos com cotas parlamentares abaixo da média e disciplina partidária moderada de cerca de 80% em 2024.
Josivaldo JP iniciou sua trajetória política como suplente de deputado federal pelo PHS-MA, sendo efetivado em 1º de janeiro de 2021 na Legislatura 2019-2023. Em fevereiro de 2023, assumiu novo mandato como eleito pelo PSD-MA, partido no qual ocupou a vice-presidência estadual ao lado do prefeito de São Luís, Eduardo Braide, consolidando-se como liderança na região Tocantina, especialmente em Imperatriz.
Antes da política, atuou como comerciante, empresário e agropecuarista. Em 2021, foi vice-líder do Bloco formado por partidos como PSL, PL, PP e PSD, além de vice-líder do PODE. Em 2024, candidatou-se à prefeitura de Imperatriz, mas enfrentou investigações da Polícia Federal por suposta compra de votos via distribuição de combustível, com buscas e apreensões em sua residência e escritório; ele negou as acusações. Recentemente, deixou o PSD após quatro anos e filiou-se ao União Brasil, fortalecendo alianças na Federação União Progressista para o cenário eleitoral de 2026. Em decisão do TSE, foi obrigado a devolver R$ 469 mil em gastos de campanha considerados irregulares.