Jefferson Campos é um político, advogado e pastor evangélico brasileiro, atualmente Deputado Federal por São Paulo pelo Partido Liberal (PL) no mandato 2023-2027. Com mais de duas décadas de carreira política, ele também é vice-presidente da Igreja do Evangelho Quadrangular no Brasil. Sua atuação legislativa inclui propostas sociais e orçamentárias, e ele tem um histórico de participação em votações importantes no Congresso Nacional.
Jefferson Alves de Campos é um político brasileiro, advogado e pastor evangélico nascido em 26 de outubro de 1964, em Ourinhos, São Paulo. Atualmente, exerce o mandato de Deputado Federal pela São Paulo, filiado ao Partido Liberal (PL), em seu mandato que se estende de 2023 a 2027. Campos possui uma trajetória política de mais de duas décadas, tendo representado São Paulo em diversos cargos públicos desde o início dos anos 2000.
Além de sua atuação política, Campos é vice-presidente da Igreja do Evangelho Quadrangular no Brasil, combinando sua carreira religiosa com a vida pública. Seu trabalho legislativo inclui propostas relacionadas a políticas sociais e orçamentárias, com 10 propostas legislativas de sua autoria durante o período 2023-2027.
Jefferson Campos iniciou sua formação acadêmica ingressando na Faculdade de Direito de Sorocaba (FADI) em 1989, concluindo o curso em 1994. Sua carreira política começou como vereador de Sorocaba, cargo que exerceu entre 1996 e 2002, período durante o qual foi responsável pela aprovação da Lei nº 5.921, que permitiu a inclusão do criacionismo cristão no currículo do ensino fundamental.
Em 2002, Campos foi eleito Deputado Federal por São Paulo pelo Partido Socialista Brasileiro (PSB), recebendo aproximadamente 153 mil votos com apoio da Igreja do Evangelho Quadrangular. Desde então, mantém representação contínua no Congresso Nacional, tendo se filiado ao Partido Social Democrático (PSD) em 2011 e posteriormente ao Partido Liberal (PL).
Durante sua atuação no Congresso, Campos participou de votações significativas, incluindo seu voto a favor do impeachment da presidente Dilma Rousseff, apoio à PEC do Teto dos Gastos Públicos durante o governo Michel Temer, e voto favorável à Reforma Trabalhista de 2017. Em 2007, foi investigado em um escândalo envolvendo suborno de uma empresa médica, mas foi oficialmente absolvido pela Justiça de São Paulo em 2014, embora permaneça sob suspeita em eventos separados.