Greyce Elias é uma política brasileira, advogada e empreendedora, atualmente deputada federal por Minas Gerais, filiada ao Avante. Eleita pela primeira vez em 2018 e reeleita em 2022, ela se destaca por sua atuação em comissões como a CCJ e CME, e por ter sido vice-líder do governo Bolsonaro. Sua carreira política inclui um mandato como vereadora em Patrocínio, e ela é conhecida por relatar projetos de lei significativos, apesar de ter tido as contas de sua campanha de 2018 reprovadas pelo TSE.
Greyce de Queiroz Elias (nascida em Patrocínio, Minas Gerais, em 15 de dezembro de 1981) é uma empreendedora, produtora rural, advogada e política brasileira, filiada ao partido Avante. Atualmente, exerce o cargo de deputada federal por Minas Gerais, tendo sido eleita pela primeira vez em 2018 e reeleita em 2022. Sua atuação parlamentar se destaca em comissões como a de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) e a de Minas e Energia (CME), além de ter sido vice-líder do governo Bolsonaro e relatora de projetos significativos.
Greyce Elias é filha do engenheiro Elias José Abrão Neto e da ex-vereadora Marta Elias. Formou-se em Direito pelo Centro Universitário do Triângulo (Unitri) em Uberlândia, em 2006, e atuou como advogada e consultora jurídica. Sua trajetória política começou em 2011, ao filiar-se ao Partido Republicano Brasileiro (PRB), pelo qual foi eleita vereadora em Patrocínio em 2012. Em 2016, candidatou-se a prefeita de Patrocínio, ficando em segundo lugar. Em 2018, filiou-se ao Avante e foi eleita deputada federal, sendo reeleita em 2022. Durante seu mandato, integrou importantes comissões e frentes parlamentares, como a da Agropecuária e a da Primeira Infância. Foi relatora de projetos que abordam temas como o aumento de penas para corrupção em calamidades públicas, registro de medidas protetivas para mulheres vítimas de violência, auxílio emergencial para casas de idosos e o novo marco regulatório da mineração. Greyce Elias também foi vice-líder do governo Bolsonaro de setembro de 2020 a janeiro de 2023, apresentando alto alinhamento com as votações do governo na Câmara. Em 2020, o TSE reprovou as contas de sua campanha de 2018 por recebimento de doação indevida.