Felipe Carreras é um empresário e político brasileiro filiado ao PSB, atualmente deputado federal por Pernambuco em seu terceiro mandato. Ele é conhecido por sua atuação nas áreas de turismo e esporte, sendo o autor da lei que criou o Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos (Perse). Recentemente, empresas ligadas a Carreras foram beneficiadas pelo Perse, levando o Tribunal de Contas da União (TCU) a abrir um inquérito para apurar a situação.
Felipe Augusto Lyra Carreras (Recife, 16 de abril de 1975) é um empresário e político brasileiro, filiado ao Partido Socialista Brasileiro (PSB). Atualmente, exerce o cargo de deputado federal por Pernambuco, estando em seu terceiro mandato consecutivo. Carreras é conhecido por sua atuação em áreas como turismo, esporte e lazer, tendo sido o autor da lei que criou o Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos (Perse).
Felipe Carreras iniciou sua trajetória política e empresarial em Pernambuco. Em 1997, começou o curso de Ciências Contábeis na Universidade Católica de Pernambuco, mas não o concluiu. Antes de se eleger deputado federal, atuou como Secretário de Turismo e Lazer da Prefeitura Municipal do Recife entre 2013 e 2014. Sua carreira política em nível federal começou em 2014, quando foi eleito deputado federal, sendo o mais votado no Recife. Durante seu primeiro mandato, licenciou-se para assumir a Secretaria de Turismo, Esporte e Lazer do governo de Pernambuco, retornando à Câmara dos Deputados posteriormente. Foi reeleito em 2018 e novamente em 2022.
Durante a pandemia de COVID-19, Felipe Carreras foi o autor da lei que instituiu o Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos (Perse), visando oferecer isenções fiscais para empresas do setor de eventos, fortemente impactado pelas medidas sanitárias. Em dezembro de 2024, após a divulgação dos beneficiários do Perse pelo Ministério da Fazenda, foi revelado que duas empresas ligadas a Carreras, a produtora de eventos "Festa Cheia" e o restaurante "Ruffo", foram beneficiadas, totalizando R$ 940 mil em isenções fiscais. O Tribunal de Contas da União (TCU) abriu um inquérito para apurar o caso. Em sua defesa, o deputado afirmou que os benefícios foram necessários para a recuperação de suas empresas e que agiu dentro da lei, defendendo o setor como um todo.