Fabiano Zettel é um empresário e pastor evangélico brasileiro, conhecido por atuar em redes de alimentos e academias, além de ser cunhado de Daniel Vorcaro, do Banco Master. Ele foi um dos maiores doadores de campanhas eleitorais em 2022 e é figura central na Operação Compliance Zero da Polícia Federal. Esta operação investiga um esquema bilionário de fraudes financeiras, incluindo lavagem de dinheiro e corrupção, que resultou em prisões de Zettel em 2026, com foco na venda de títulos de crédito falsos pelo Banco Master.
Fabiano Campos Zettel é um empresário e pastor evangélico brasileiro, conhecido por sua atuação no setor de empreendedorismo, especialmente em redes de alimentos e academias de luxo. Ele é cunhado de Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master, e foi um dos principais doadores de campanhas eleitorais em 2022. Zettel tornou-se figura central na Operação Compliance Zero da Polícia Federal, que investiga um esquema bilionário de fraudes financeiras envolvendo lavagem de dinheiro, corrupção e manipulação de mercado.
Fabiano Zettel cursou faculdade de direito e estabeleceu-se como empreendedor, fundando e atuando como CEO da Moriah Asset, um fundo de private equity focado em negócios de frutas e suplementos fitness. Em 2022, ele se destacou como um dos maiores doadores de campanhas políticas, contribuindo com R$ 3 milhões para a campanha do ex-presidente Jair Bolsonaro e R$ 2 milhões para a campanha do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas. Zettel também ocupou cargos societários em empresas ligadas a Daniel Vorcaro, como a Super Empreendimentos, que adquiriu um imóvel de R$ 36 milhões em Brasília, apontado como um centro de negociações de Vorcaro.
Sua trajetória foi marcada por envolvimento na Operação Compliance Zero da Polícia Federal. Em janeiro de 2026, Zettel foi preso pela primeira vez durante a segunda fase da operação, no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, quando se preparava para embarcar para Dubai. Essa prisão visava a apreensão de seu celular, conforme determinação do ministro Dias Toffoli do STF. Em março de 2026, ele se entregou à Polícia Federal em São Paulo, sendo alvo da terceira fase da mesma operação, que investiga crimes como ameaça, corrupção, lavagem de dinheiro e invasão de dispositivos informáticos praticados por uma organização criminosa. A operação apura a venda de títulos de crédito falsos pelo Banco Master e a falta de controles internos para prevenir crimes financeiros.