Eduardo da Fonte é um empresário e político brasileiro, atualmente deputado federal por Pernambuco, filiado ao Progressistas (PP), eleito consecutivamente desde 2006. Ele ocupou posições de destaque, como Segundo Vice-presidente da Câmara e Líder do PP, e sua atuação legislativa abrange diversas áreas. Embora seu nome tenha sido mencionado em investigações da Operação Lava Jato, ele negou as acusações e as investigações apontaram para outro indivíduo.
Eduardo Henrique da Fonte de Albuquerque Silva (Recife, 17 de outubro de 1972) é um empresário e político brasileiro, atualmente deputado federal por Pernambuco, filiado ao Progressistas (PP). Ele tem uma longa trajetória na Câmara dos Deputados, tendo sido eleito pela primeira vez em 2006 e reeleito consecutivamente desde então. Durante sua carreira parlamentar, ocupou posições de destaque, como Segundo Vice-presidente da Câmara e Líder do PP na Casa. Sua atuação legislativa abrange diversas áreas, com foco em comissões como Minas e Energia, Saúde e Relações Exteriores e de Defesa Nacional.
Eduardo da Fonte iniciou sua carreira política sendo eleito deputado federal em 2006 pela coligação Frente Popular de Pernambuco, com 110.061 votos. Sua reeleição em 2010, com 330.520 votos, demonstrou um crescimento significativo de sua base eleitoral. Entre 2010 e 2012, atuou como Segundo Vice-presidente da Câmara dos Deputados. Em 2013, foi eleito por unanimidade Presidente da Comissão de Minas e Energia e, em outubro do mesmo ano, assumiu a liderança do Partido Progressista (PP) na Câmara Federal. Foi reeleito em 2014, 2018 e 2022, consolidando sua presença no Congresso Nacional.
Ao longo de sua atuação, Eduardo da Fonte esteve envolvido em votações importantes. Durante a 55ª Legislatura, votou a favor da admissibilidade do processo de impeachment de Dilma Rousseff e da PEC do Teto dos Gastos Públicos no Governo Michel Temer. Em 2017, foi contrário à Reforma Trabalhista e votou contra a investigação do então presidente Michel Temer. Seu nome também foi mencionado em investigações da Operação Lava Jato, acusado de receber propina da construtora Queiroz Galvão e de intermediar a aproximação com o senador Sérgio Guerra para evitar uma CPI da Petrobras, acusações que ele negou, e as investigações apontaram para o recebimento por Fernando Soares, e não por Eduardo da Fonte.