Doutor Luizinho é um médico ortopedista e político brasileiro filiado ao Progressistas (PP), atualmente deputado federal pelo Rio de Janeiro. Com passagens como secretário estadual de Saúde e presidente da Comissão Externa de Enfrentamento à Covid-19, ele teve papel na aquisição de vacinas. Recentemente, assumiu a liderança do Progressistas na Câmara, mas seu nome foi associado a um escândalo de contaminação por HIV de pacientes do SUS, envolvendo um laboratório com laços familiares, o que gerou repercussão e questionamentos sobre seu futuro político.
Luiz Antônio de Souza Teixeira Júnior, mais conhecido como Doutor Luizinho, é um médico ortopedista e político brasileiro filiado ao Progressistas (PP). Atualmente, exerce o mandato de deputado federal pelo Rio de Janeiro, tendo sido reeleito em 2022 com a quarta maior votação do estado. Sua carreira política inclui passagens como secretário estadual de Saúde do Rio de Janeiro por duas vezes e a presidência da Comissão Externa de Enfrentamento à Covid-19 na Câmara dos Deputados, onde teve papel relevante na aquisição da vacina de Oxford-AstraZeneca para o Brasil. Recentemente, assumiu a liderança do Progressistas na Câmara e foi considerado para o cargo de Ministro da Saúde em diferentes governos. Em 2024, seu nome foi associado a um escândalo envolvendo a contaminação de pacientes do SUS com HIV por um laboratório com sócios ligados à sua família.
Nascido em 15 de dezembro de 1973, no Rio de Janeiro, Doutor Luizinho formou-se em medicina, especializando-se em ortopedia e traumatologia. Antes de ingressar na política, fundou sua primeira clínica particular aos 30 anos e atuou em conselhos de saúde. Sua trajetória política começou em 2013, como secretário municipal de Saúde de Nova Iguaçu. Em 2016, assumiu pela primeira vez a Secretaria Estadual de Saúde do Rio de Janeiro, cargo que deixou em 2018 para se candidatar a deputado federal. Foi eleito para seu primeiro mandato na Câmara dos Deputados em 2018 e reeleito em 2022. Em 2023, licenciou-se do mandato federal para reassumir a Secretaria Estadual de Saúde do Rio de Janeiro, retornando à Câmara em setembro do mesmo ano para liderar a bancada do Progressistas. Em outubro de 2024, Doutor Luizinho se viu envolvido em uma controvérsia após a descoberta de que pacientes do SUS foram contaminados com HIV por órgãos transplantados, e o laboratório responsável tinha sócios com laços familiares com o deputado. Este incidente gerou repercussão e levantou questionamentos sobre sua carreira política futura, incluindo a possibilidade de suceder Arthur Lira na presidência da Câmara.