Domingos Sávio Campos Resende é um médico veterinário e político brasileiro filiado ao PL-MG, atualmente exercendo seu quarto mandato como deputado federal por Minas Gerais, com posse em 1º de fevereiro de 2023. Com mais de 30 anos de vida pública, ele atuou em níveis municipal, estadual e federal, destacando-se pela defesa do municipalismo, transparência e setores como agropecuária, cultura e saúde. Sua trajetória inclui cargos como vereador, prefeito e deputado estadual, antes de ingressar na Câmara dos Deputados em 2011, onde foi líder da minoria e participou ativamente do processo de impeachment de Dilma Rousseff.
Domingos Sávio Campos Resende é um médico veterinário e político brasileiro filiado ao PL-MG, atualmente no exercício de seu quarto mandato como deputado federal por Minas Gerais, com posse em 1º de fevereiro de 2023 para o período 2023-2027. Nascido em 25 de março de 1957 em São Tiago (MG), ele acumula mais de 30 anos de experiência na vida pública, com atuação em âmbitos municipal, estadual e federal, destacando-se pela defesa do municipalismo, transparência e setores como agropecuária, cultura e saúde.
Formado pela UFMG em 1983, Domingos Sávio reside em Divinópolis (MG), onde construiu sua trajetória política iniciada na presidência de cooperativas agropecuárias e de crédito rural, evoluindo para cargos eletivos como vereador, prefeito e deputado estadual antes de chegar à Câmara dos Deputados em 2011.
Domingos Sávio iniciou sua carreira pública em Divinópolis, atuando como presidente da Cooperativa Agropecuária e da Cooperativa de Crédito Rural. Foi eleito vereador entre 1993 e 1996, assumindo a presidência da Câmara Municipal em 1994-1995, e prefeito municipal. Em 2002, conquistou seu primeiro mandato como deputado estadual na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), sendo reeleito em 2006 com o dobro de votos.
Na ALMG, presidiu a Comissão de Administração Pública (2003-2004) e a Comissão de Fiscalização Financeira e Orçamentária (2005-2006), além de coordenar frentes parlamentares em defesa da cultura, TVs e rádios públicas, UEMG, cooperativismo, silvicultura, saúde e direitos da criança e do adolescente. Autor do projeto que criou o Fundo Estadual de Cultura e da proposta para fim do sigilo bancário de políticos, ele abriu seu próprio sigilo patrimonial ao Ministério Público em defesa da transparência.
Eleito deputado federal em 2010 pelo PSDB, tomou posse em 1º de fevereiro de 2011 e foi reeleito em 2014, 2018 e 2022, migrando para o PL em 2022. Na Câmara, atuou como vice-líder do PSDB (2011-2012), líder da minoria em 2014 contra o governo Dilma Rousseff e líder da oposição ao PT, participando ativamente do processo de impeachment em 2016. Votou a favor da PEC do Teto dos Gastos Públicos, da Reforma Trabalhista (2017) e contra a denúncia contra Michel Temer (2017).