Delegada Katarina, nome civil Katarina Feitoza Lima Santana, é deputada federal por Sergipe (PSD) desde 2023, eleita com 38.135 votos e uma das primeiras mulheres sergipanas na Câmara. Advogada e delegada de polícia civil por 20 anos, ela atua em segurança pública, direitos das mulheres e grupos vulneráveis. Atualmente, ocupa o cargo de 3ª Secretária da Mesa Diretora e integra comissões importantes como a de Constituição e Justiça e a de Defesa dos Direitos da Mulher.
Delegada Katarina, cujo nome civil é Katarina Feitoza Lima Santana, é deputada federal pelo PSD de Sergipe desde 1º de fevereiro de 2023, exercendo seu primeiro mandato na Câmara dos Deputados (57ª Legislatura, 2023-2027). Nascida em 5 de outubro de 1973 em Aracaju (SE), ela é advogada, delegada de polícia civil e uma das primeiras mulheres sergipanas eleitas para representar o estado na Câmara, com 38.135 votos em 2022.
Atualmente, ocupa o cargo de 3ª Secretária da Mesa Diretora desde 1º de fevereiro de 2025 e integra comissões como Constituição e Justiça e Cidadania (CCJC), Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado (CSPCCO) e Defesa dos Direitos da Mulher (CMULHER). Sua atuação foca em segurança pública, direitos das mulheres e grupos vulneráveis, com presença regular em plenário e proposições de sua autoria.
Katarina Feitoza Lima Santana nasceu em Aracaju, no bairro Santo Antônio, filha de Claudiomir e Maria de Fátima, casada com José Osmundo e mãe de José Vinícius. Estudou nos colégios Atheneu e Salesiano, trabalhou como bancária e formou-se em Direito pela Universidade Tiradentes em 1999. Ingressou na Polícia Civil de Sergipe como delegada em 2001, acumulando pós-graduações em Gestão Estratégica em Segurança Pública e Ciências Criminais.
Ao longo de 20 anos na polícia, ocupou cargos como corregedorias do Interior e da Capital, Corregedoria Geral da Polícia Civil e Coordenadora Geral do Subsistema de Inteligência em Segurança Pública. Em 2010, assumiu pela primeira vez como Delegada-Geral, cargo que exerceu até 2014 e retomou em abril de 2017. Em junho de 2020, descompatibilizou-se para concorrer como vice-prefeita na chapa de Edvaldo Nogueira (PDT), eleita prefeita de Aracaju, tornando-se a segunda vice-prefeita da capital na história.
Filiada ao PSD, candidatou-se a deputada federal em 2022, elegendo-se como pioneira mulher sergipana na Câmara. Iniciou o mandato como titular nas comissões de Constituição e Justiça, Segurança Pública e Defesa dos Direitos da Mulher, além de 1º Vice-Presidente da CMULHER (2023-2024). Foi vice-líder do Bloco Parlamentar (MDB, PSD, Republicanos, PODE, PSC) de março a novembro de 2023.