Danilo Forte é um advogado e político brasileiro, atualmente deputado federal pelo Ceará em seu quarto mandato, filiado ao União Brasil. Com uma trajetória que inclui a presidência da Funasa e atuação em diversas comissões parlamentares, ele se destaca por sua participação em pautas como desenvolvimento econômico, energias renováveis e reforma política. Forte é conhecido por relatar propostas importantes como a LDO de 2014 e a PEC do Fundo de Participação dos Municípios, e por seu engajamento desde o movimento estudantil e as Diretas Já.
Francisco Danilo Bastos Forte (Fortaleza, 1 de setembro de 1958) é um advogado e político brasileiro, atualmente filiado ao União Brasil. Ele está em seu quarto mandato como deputado federal pelo Ceará. Sua trajetória política inclui a presidência da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) e atuação em diversas comissões e frentes parlamentares na Câmara dos Deputados, com foco em temas como desenvolvimento econômico, energias renováveis e reforma política. Danilo Forte é conhecido por sua participação no movimento estudantil e nas Diretas Já, e por relatar propostas importantes como a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2014 e a PEC que aumentou o repasse ao Fundo de Participação dos Municípios.
Danilo Forte iniciou sua formação em engenharia mecânica na Universidade Federal do Ceará (UFC), mas concluiu o curso de Direito na Universidade de Fortaleza (Unifor). Durante a universidade, foi secretário-geral do Diretório Central dos Estudantes (DCE) da UFC e diretor da União Nacional dos Estudantes (UNE), participando ativamente do movimento pelas Diretas Já. Sua carreira política começou em 2003, quando foi convidado para a assessoria da Liderança do Governo na Câmara Federal, coordenando a área de execução orçamentária. Trabalhou também na Secretaria de Coordenação Política e Relações Institucionais do governo Lula.
De 2007 a 2010, presidiu a Funasa, onde implementou ações de saneamento, abastecimento de água e controle da Doença de Chagas em municípios com até 50 mil habitantes. Durante sua gestão, a Funasa também atuou em comunidades Ianomâmis em Roraima, combatendo a oncocercose e reduzindo a contaminação por malária. Em 2010, foi eleito deputado federal pelo PMDB, com foco no desenvolvimento industrial do Ceará. No primeiro mandato, integrou a Comissão de Constituição e Justiça e Cidadania (CCJ) e a Comissão Mista de Planos Orçamentos Públicos e Fiscalização (CMO), sendo vice-líder do PMDB. Foi relator da PEC que elevou em 1 ponto percentual o repasse ao Fundo de Participação dos Municípios, e de projetos como a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO 2014) e a criação da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH).
Reeleito em 2014, filiou-se ao PSB em 2015. Trabalhou pela aprovação da PEC do Orçamento Impositivo e presidiu a Comissão Especial da Câmara para discutir a reformulação do Pacto Federativo. Votou a favor do impeachment de Dilma Rousseff, da PEC do Teto dos Gastos Públicos e da Reforma Trabalhista. Em 2017, deixou o PSB por divergências com a postura do partido em relação ao Governo Temer. Em 2018, não foi reeleito, atuando como assessor especial do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, onde coordenou o programa AgroNordeste. Em dezembro de 2020, assumiu novamente uma cadeira na Câmara como suplente, sendo efetivado. Atualmente, é membro da Comissão de Minas e Energia e coordenador da Frente Parlamentar em Defesa das Energias Renováveis. Em 2024, votou na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados a favor da soltura do deputado Chiquinho Brazão, acusado de ser mandante do assassinato de Marielle Franco.