A Concessão Rota Mogiana é um contrato de 30 anos para a administração de 520 km de rodovias estaduais no interior de São Paulo, vencido pelo Consórcio Rota Mogiana em fevereiro de 2026. Com um investimento previsto de R$ 9,4 bilhões, a iniciativa visa modernizar a malha viária, impactando 22 municípios e beneficiando 2,3 milhões de pessoas. Este projeto faz parte da política de privatizações do governo de São Paulo, que busca transferir a gestão de infraestruturas rodoviárias para a iniciativa privada, e inclui a implementação do sistema de pedágio *free flow*.
A Concessão Rota Mogiana refere-se ao leilão e subsequente contrato para a administração de 520 quilômetros de rodovias estaduais no interior de São Paulo. O Consórcio Rota Mogiana, liderado pelo grupo Azevedo e Travassos, venceu o leilão em fevereiro de 2026 com uma proposta de R$ 1,084 bilhão, garantindo a concessão por 30 anos. A iniciativa prevê investimentos de R$ 9,4 bilhões em obras de ampliação, modernização e manutenção da malha viária, impactando 22 municípios e beneficiando cerca de 2,3 milhões de pessoas.
A Concessão Rota Mogiana integra a política de privatizações do governo do estado de São Paulo, que busca transferir a gestão de infraestruturas rodoviárias para a iniciativa privada. O leilão, realizado na B3 em 27 de fevereiro de 2026, foi o 16º da gestão do governador Tarcísio de Freitas, que destacou a continuidade do modelo de concessões iniciado na década de 1990. A proposta vencedora do Consórcio Rota Mogiana representou um ágio de 187.037,54% sobre o valor mínimo estabelecido. A concessão unificará a administração de trechos rodoviários que antes estavam sob gestão do DER-SP e de outras concessionárias privadas, como a Renovias. As obras planejadas incluem duplicações, faixas adicionais, vias marginais, passarelas e dispositivos de interseção, além da implementação do sistema de pedágio free flow.