Carol Dartora é uma deputada federal pelo Paraná, filiada ao PT, eleita em 2022 como a primeira mulher negra a ocupar esse cargo pelo estado. Professora de história, historiadora e militante feminista e antirracista, ela possui mestrado em educação e doutorado em andamento. Atualmente, é vice-líder do Bloco Federação Brasil da Esperança e presidente da Comissão de Cultura na Câmara dos Deputados, focando seu trabalho em educação, cultura, direitos das mulheres, povos originários e combate ao racismo.
Carol Dartora é deputada federal pelo Paraná, filiada ao PT e parte da Federação PT-PCdoB-PV. Nascida em 1º de maio de 1983 em Curitiba (PR), ela é professora de história, historiadora, sindicalista e militante feminista e antirracista, com mestrado em educação pela UFPR e doutorado em andamento em tecnologia e sociedade. Eleita em 2022 com 130.654 votos, tornou-se a primeira mulher negra deputada federal pelo Paraná.
Atualmente, exerce mandato na Câmara dos Deputados, onde é vice-líder do Bloco Federação Brasil da Esperança e presidente da Comissão de Cultura. Integra comissões como a da Amazônia e dos Povos Originários, Defesa dos Direitos da Mulher e Constituição e Justiça.
Carol Dartora formou-se em história pela UERJ e atuou como secretária da Mulher Trabalhadora e Direitos LGBT no APP-Sindicato. Militante da Marcha Mundial das Mulheres e do Movimento Negro, dedicou-se à luta por equidade racial e de gênero. Em 2020, foi eleita vereadora em Curitiba com 8.874 votos, a primeira mulher negra na história da cidade e terceira mais votada, liderando a oposição ao prefeito Rafael Greca. Autora de leis como cotas para negros e indígenas em concursos públicos municipais e prioridade no atendimento a mulheres vítimas de violência, seu mandato foi marcado por mais de 30 projetos de lei e 300 ações de fiscalização.
Eleita deputada federal em 2022, integrou a equipe de transição do governo Lula no GT de Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Na Câmara, é relatora do PL 1958/2021, que amplia cotas em concursos federais para 30%, incluindo indígenas e quilombolas. Seu trabalho foca em educação, cultura, direitos das mulheres, povos originários e combate ao racismo.