A Captura de Navios Petroleiros pelos EUA refere-se a uma série de interceptações de embarcações ligadas à Venezuela, realizadas pelas forças americanas no Caribe e Atlântico Norte, após a captura de Nicolás Maduro em 2026. O objetivo é apreender, refinar e comercializar petróleo bruto, com a receita destinada à compra de produtos fabricados nos EUA para a população venezuelana, sob controle americano. Essa ação faz parte de uma intervenção militar e econômica mais ampla, onde os EUA buscam controlar as vendas de petróleo venezuelano e reorientar o fluxo de exportações para seu mercado.
A Captura de Navios Petroleiros pelos EUA refere-se a uma série de interceptações de embarcações ligadas à Venezuela, realizadas pelas forças americanas no Caribe e Atlântico Norte, como parte de um plano de "quarentena" para estabilizar o país após a captura de Nicolás Maduro em 3 de janeiro de 2026. O objetivo é apreender, refinar e comercializar entre 30 e 50 milhões de barris de petróleo bruto no mercado internacional. Sob as novas diretrizes estabelecidas pelo governo Donald Trump, toda a receita das vendas será depositada em contas controladas pelos EUA em bancos globais, sendo destinada exclusivamente à compra de produtos fabricados nos EUA (como alimentos, remédios e equipamentos elétricos) para beneficiar a população venezuelana e evitar a corrupção.
As capturas ocorrem no contexto da intervenção militar dos EUA na Venezuela, iniciada com a operação em Caracas que prendeu Nicolás Maduro e sua esposa Cilia Flores em 3 de janeiro de 2026. Delcy Rodríguez assumiu a presidência interina e sinalizou abertura para relações energéticas mutuamente benéficas. Em 9 de janeiro de 2026, o presidente Donald Trump afirmou que qualquer empresa interessada no petróleo venezuelano deverá negociar diretamente com os Estados Unidos, incluindo a China, que historicamente detinha 68% das exportações do país.
O Departamento de Energia dos EUA iniciou a comercialização imediata do óleo, contando com o apoio de tradings de commodities e bancos internacionais. Paralelamente, a estatal PDVSA iniciou negociações com Washington para estabelecer um modelo de operação similar ao mantido com a petroleira Chevron, visando manter a produção e desviar o fornecimento que anteriormente seguia para o mercado asiático em favor de uma cota de exportação de até US$ 2 bilhões para os EUA.