Camilo Santana é um engenheiro agrônomo, professor e político brasileiro filiado ao PT. Atualmente, ele é o Ministro da Educação do Brasil desde janeiro de 2023, no governo Lula. Antes de sua função ministerial, Santana foi governador do Ceará por dois mandatos consecutivos (2015-2022) e eleito senador pelo mesmo estado em 2022, cargo do qual está licenciado. Sua carreira política inclui passagens como Secretário Estadual e Deputado, destacando-se por sua atuação no Ceará.
Camilo Sobreira de Santana (nascido em 3 de junho de 1968) é um engenheiro agrônomo, professor e político brasileiro, filiado ao Partido dos Trabalhadores (PT). Atualmente, ocupa o cargo de Ministro da Educação do Brasil desde 1º de janeiro de 2023, no terceiro governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Antes de assumir o ministério, foi governador do Ceará por dois mandatos consecutivos (2015-2022) e eleito senador pelo mesmo estado em 2022, cargo do qual está licenciado para exercer a função ministerial.
Camilo Santana nasceu em Crato, Ceará, e é filho de Eudoro Walter de Santana, que também teve uma carreira política e em gestão de recursos hídricos. Formou-se em Engenharia Agronômica e obteve mestrado em Desenvolvimento e Meio Ambiente pela Universidade Federal do Ceará (UFC). Sua trajetória política começou no movimento estudantil, sendo diretor do Centro Acadêmico de Agronomia e do Diretório Central dos Estudantes (DCE) da UFC. Atuou como analista ambiental e superintendente adjunto do IBAMA no Ceará, além de ter sido professor.
Sua carreira política eleitoral iniciou com candidaturas à prefeitura de Barbalha em 2000 (pelo PSB) e 2004 (já filiado ao PT). Em 2006, coordenou a campanha de Cid Gomes ao governo do Ceará na região do Cariri. Com a eleição de Cid Gomes, Camilo Santana foi nomeado Secretário do Desenvolvimento Agrário em 2007, cargo que ocupou até 2010, quando foi eleito deputado estadual com a maior votação do pleito. Entre 2011 e 2014, licenciou-se da Assembleia Legislativa para assumir a Secretaria das Cidades do Ceará.
Em 2014, foi escolhido pelo PT para disputar o governo do Ceará, sendo eleito no segundo turno com 53,35% dos votos. Foi reeleito em 2018 com uma votação recorde de 79,96%, a maior da história para um governador do Ceará. Durante seus mandatos, o Ceará se destacou em índices de educação e enfrentou uma grave crise hídrica. Em 2020, lidou com um motim da polícia militar cearense. Em 2022, renunciou ao governo para concorrer ao Senado Federal, sendo eleito com 69,80% dos votos, outro recorde no estado. Em 2023, foi convidado pelo presidente Lula para assumir o Ministério da Educação, licenciando-se do Senado.