Amanda Vettorazzo é uma vereadora brasileira filiada ao União Brasil e coordenadora nacional do Movimento Brasil Livre (MBL). Com 37 anos, ela manifestou interesse em concorrer ao Senado por São Paulo em 2026 pelo partido Missão, uma nova legenda ligada ao MBL, que busca aproveitar sua idade para o cargo. No entanto, sua desfiliação do União Brasil encontrou resistência por parte do líder do partido em São Paulo, Milton Leite, que se opõe à sua saída, o que poderia configurar infidelidade partidária.
Amanda Vettorazzo é uma vereadora brasileira filiada ao União Brasil, conhecida por sua atuação política e por ser coordenadora nacional do Movimento Brasil Livre (MBL). Com uma significativa presença nas redes sociais, ela é apontada como uma das poucas lideranças ligadas ao MBL que atendem ao requisito constitucional de idade mínima para disputar cargos como o de senador, tendo 37 anos. Em 2026, Vettorazzo manifestou interesse em concorrer ao Senado por São Paulo pelo partido Missão, uma nova legenda ligada ao MBL, mas sua desfiliação do União Brasil encontrou resistência por parte do líder do partido em São Paulo, Milton Leite.
Amanda Vettorazzo consolidou sua trajetória política como vereadora e coordenadora nacional do MBL. Em 2026, o recém-criado partido Missão, originário do MBL e com foco na representação de eleitores jovens, buscou lançar Vettorazzo como candidata ao Senado por São Paulo. A intenção do partido era aproveitar sua idade (37 anos), que a qualifica para o cargo de senador (idade mínima de 35 anos), diferentemente de outros quadros jovens da legenda, como Kim Kataguiri (30 anos) e Guto Zacarias (26 anos). No entanto, sua saída do União Brasil, onde cumpre mandato de vereadora, dependia da autorização de Milton Leite, presidente do diretório municipal do partido. Leite declarou que não liberaria a vereadora, o que poderia configurar infidelidade partidária caso ela se desfiliasse sem consentimento, já que seu mandato de vereadora está no meio.
Vettorazzo expressou que o Senado é um cargo estratégico para os objetivos da Missão de influenciar as próximas gerações, devido aos mandatos mais longos e à natureza de decisões de longo prazo. Ela planejava defender a instituição de São Paulo, buscar maior protagonismo do estado nas decisões nacionais e combater o que considera decisões abusivas do Supremo Tribunal Federal (STF).