João Alberto Fraga Silva, conhecido como Alberto Fraga, é um deputado federal brasileiro pelo Distrito Federal, atualmente em seu sexto mandato pelo Partido Liberal (PL). Policial militar reformado, ele é reconhecido por sua atuação em segurança pública e pautas conservadoras, sendo autor de 15 leis e proponente de emendas constitucionais. Fraga também atuou como Secretário de Transportes do Distrito Federal em diferentes períodos e foi candidato ao Governo do DF em 2018, ano em que foi acusado de propina pela PGR.
João Alberto Fraga Silva, conhecido como Alberto Fraga, é um deputado federal brasileiro nascido em 2 de junho de 1956 em Estância, Sergipe. Atualmente exerce seu sexto mandato como deputado federal pelo Distrito Federal, representando o Partido Liberal (PL). Com mais de duas décadas de atuação legislativa, Fraga é um policial militar reformado que alcançou o posto de tenente-coronel e é reconhecido por sua atuação em temas ligados à segurança pública e defesa de pautas conservadoras.
Alberto Fraga iniciou sua carreira na Polícia Militar do Distrito Federal, onde alcançou o posto de tenente-coronel antes de se dedicar à política. Formado em Direito, Administração e Educação Física, possui também mestrado em Segurança Pública. Sua trajetória política começou em 1997, quando ingressou na Câmara dos Deputados.
Durante sua carreira legislativa, Fraga passou por diferentes legendas políticas, incluindo PMDB, PTB, PFL, DEM e atualmente PL. Entre 2003 e 2007, licenciou-se do mandato de deputado para exercer o cargo de Secretário de Transportes do Distrito Federal durante os governos de Joaquim Roriz e José Roberto Arruda. Retornou a essa secretaria em diversos períodos entre 2007 e 2010, implementando projetos como o programa Brasília Integrada e a extinção do transporte irregular.
Na Câmara dos Deputados, Fraga é autor de 15 leis, destacando-se a que garante licença-maternidade para mães adotivas e a que tipifica o crime de sequestro relâmpago. É conhecido também por sua atuação em temas de redução da idade penal, tendo sido autor de uma emenda constitucional sobre o assunto que foi aprovada na Câmara.
Em 2018, foi candidato ao Governo do Distrito Federal. Nesse mesmo ano, a Procuradoria-Geral da República o acusou de ter exigido propina de uma cooperativa de micro-ônibus do Distrito Federal durante sua gestão como secretário de Transportes.