José Afonso Ebert Hamm é um engenheiro agrônomo e político brasileiro filiado ao Progressistas (PP), atualmente deputado federal pelo Rio Grande do Sul. Com uma carreira política que se iniciou em Bagé, ele foi eleito para diversas legislaturas desde 2006, focando sua atuação parlamentar em temas como agricultura e desenvolvimento rural. Sua trajetória inclui passagens por órgãos ligados à agricultura e votações significativas em pautas nacionais, como o impeachment de Dilma Rousseff e a PEC do Teto dos Gastos, além de ter tido uma denúncia arquivada na Operação Lava Jato.
José Afonso Ebert Hamm (Hulha Negra, Rio Grande do Sul, 25 de abril de 1962) é um engenheiro agrônomo e político brasileiro, filiado ao Progressistas (PP). Atualmente, exerce o mandato de deputado federal pelo Rio Grande do Sul, tendo sido eleito para diversas legislaturas desde 2006. Sua atuação parlamentar foca em temas como agricultura, pecuária, abastecimento, desenvolvimento rural, esporte e turismo. Antes de sua carreira política em nível federal, Hamm foi vereador e secretário municipal em Bagé, além de ter ocupado cargos em órgãos ligados à agricultura.
Afonso Hamm formou-se em Engenharia Agronômica pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel) em 1984. Sua trajetória profissional inclui passagens como jogador de futebol profissional pelos clubes Grêmio Bagé e Brasil de Pelotas. No setor agrícola, presidiu a Associação dos Arrozeiros de Bagé e atuou em diversas funções técnicas e administrativas em órgãos como o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e a EMATER/ASCAR no Rio Grande do Sul. Sua carreira política teve início no município de Bagé, onde foi vereador entre 1997 e 2000 e secretário da agricultura. Em 2005, assumiu pela primeira vez como suplente de deputado federal, sendo eleito para o cargo em 2006 e reeleito em pleitos subsequentes, incluindo as legislaturas de 2015-2019, 2019-2023 e 2023-2027. Durante a 55ª legislatura, votou a favor do processo de impeachment de Dilma Rousseff e da PEC do Teto dos Gastos Públicos, mas foi contrário à Reforma Trabalhista em 2017. Em 2015, foi citado em depoimento de delação premiada no âmbito da Operação Lava Jato, mas a denúncia contra ele foi arquivada pela Procuradoria-Geral da República em 2017 por falta de elementos comprobatórios.