
@abreunotes
Conto histórias de quem constrói o extraordinário.
O argumento da quantidade de votos é perigoso porque pode voltar contra o próprio candidato na próxima eleição. Joice Hasselmann teve mais de 1 milhão de votos em 2018. Em 2022, teve menos de 14 mil. Tiririca teve 1,35 milhão em 2010. Em 2022, menos de 72 mil. Voto é uma fotografia de um momento, não uma garantia de apoio futuro. Por isso, acho que a votação do Pavanato representa um momentum e sim ele precisa capitalizar e usar a seu favor no momento. Mas transformar os 3 milhões de votos em argumento de autoridade pode ser uma armadilha: esse número só tem força enquanto as pessoas continuarem votando nele nas proximas eleicoes. O Renan Santos, por exemplo, teve cerca de 2,2% dos votos para presidente em 2026. Eu acredito esse eleitorado tem uma identificação política mais duradoura com ele e isso levará uma base para as proximas eleições do partido. No fim, a questão não é quantos votos você teve. É quantos desses votos você consegue levar consigo para a próxima eleição. Os 3 milhões impressionam hoje. Daqui a seis meses, o número já será passado. O que importa é o que você constrói a partir dele.
esse fds encontrarei minha família e meu tio ficará em choque com o vídeo dele cantando rap. qual melhor plataforma em termos de facilidade e custo para impressionar familiares?
grafo do research de um episódio futuro 1.218 conexões como é divertido viver na era da IA, pqp
O futuro já chegou, só está muito mal distribuido. O grande exemplo é carros autonômos, que já detém 22% de market share em San Francisco.
Lucas Abreu@abreunotes·Manoel Lemos: empreendedor e investidor que mora no Vale do Silício desde 2024 compartilhando sobre a evolução e crescimento da IA. Capítulos (0:00) Introdução: a folha em branco no Vale (3:49) O futuro já chegou em São Francisco (7:49) Computação quântica e os problemas antes impossíveis (16:25) O trilhão em compute e a corrida pela infraestrutura (22:09) Por que a AI avançou tão rápido (29:24) O momento Lee Sedol e o lado humano (33:55) VC no Brasil vs. VC no Vale (44:44) Velocidade como moat (49:59) O novo desenho das organizações na era da AI (56:38) Variância, inovação e transformação (1:04:18) A tese do novo fundo (1:06:33) Recomeçar do zero e o founder brasileiro que se vende mal (1:19:57) Perguntas da audiência: Noisebridge, Anderson e o pior conselho (1:33:04) Tech heavy companies e o deal da PsiQuantum (1:40:29) Burning Man e o conselho final
Como a computação quântica mudará a ciência. @mlemos comenta: "Para simular a interação da molécula P450, uma enzima envolvida em vários processos metabólicos — inclusive na forma como o corpo interage com drogas —, a computação tradicional levaria 10¹⁰⁰ anos. É impossível hoje. Mas, se conseguirmos construir um computador quântico grande o suficiente, esse mesmo problema poderia ser resolvido em 4 ou 5 minutos. E, quando isso acontecer, poderemos acelerar drasticamente o drug discovery.”
Lucas Abreu@abreunotes·Manoel Lemos: empreendedor e investidor que mora no Vale do Silício desde 2024 compartilhando sobre a evolução e crescimento da IA. Capítulos (0:00) Introdução: a folha em branco no Vale (3:49) O futuro já chegou em São Francisco (7:49) Computação quântica e os problemas antes impossíveis (16:25) O trilhão em compute e a corrida pela infraestrutura (22:09) Por que a AI avançou tão rápido (29:24) O momento Lee Sedol e o lado humano (33:55) VC no Brasil vs. VC no Vale (44:44) Velocidade como moat (49:59) O novo desenho das organizações na era da AI (56:38) Variância, inovação e transformação (1:04:18) A tese do novo fundo (1:06:33) Recomeçar do zero e o founder brasileiro que se vende mal (1:19:57) Perguntas da audiência: Noisebridge, Anderson e o pior conselho (1:33:04) Tech heavy companies e o deal da PsiQuantum (1:40:29) Burning Man e o conselho final
10 lições do episódio: 1) Velocidade é o novo moat. Coloque dois founders lado a lado, um 1% mais rápido por ciclo semanal: no fim do ano, a distância é gigante. O valor da IA está em encurtar o ciclo de aprendizado. 2) Automatizar a tarefa não resolve o problema. Se a IA faz em 1 minuto o que levava 3 horas, mas o time seguinte continua esperando 2h59, nenhum valor foi capturado. É preciso redesenhar a empresa: pessoas, processos e, por fim, o produto. 3) Muitas vezes o limitador da IA é você. Toda vez que o Manoel deu mais espaço para a tecnologia, ele se surpreendeu. 4) Não existe inovar só nas coisas que dão certo. As empresas otimizaram para previsibilidade, mas sem variância não há inovação. 5) O futuro já chegou, só está mal distribuído. Em São Francisco, você vê seis carros autônomos em fila numa esquina. Informação você tem de qualquer lugar, mas a convicção vem de ver de perto. 6) O papel humano é escolher o problema e dar significado. Se todo mundo otimizar a mesma função, todo mundo chega ao mesmo lugar. 7) Confie mais no seu gut feeling. Alguns dos maiores arrependimentos do Manoel na Redpoint vieram de faltar convicção para bancar o que ele acreditava. 8) O founder top 1% do Brasil é top 1% em qualquer lugar, mas se vende mal. No Vale, o founder médio parece mais sofisticado na primeira conversa. Na terceira, às vezes não sobra nada. Narrativa é parte crucial para o empreendedor. 9) Nada resiste à ideia certa na hora certa. Cedo demais é too early, tarde demais é too late. 10) Dê a si mesmo mais tiros no jogo. Muita gente brilhante não chega lá por timing ou por fatores fora do seu controle, por isso é importante tentar mais de uma vez.
Lucas Abreu@abreunotes·Manoel Lemos: empreendedor e investidor que mora no Vale do Silício desde 2024 compartilhando sobre a evolução e crescimento da IA. Capítulos (0:00) Introdução: a folha em branco no Vale (3:49) O futuro já chegou em São Francisco (7:49) Computação quântica e os problemas antes impossíveis (16:25) O trilhão em compute e a corrida pela infraestrutura (22:09) Por que a AI avançou tão rápido (29:24) O momento Lee Sedol e o lado humano (33:55) VC no Brasil vs. VC no Vale (44:44) Velocidade como moat (49:59) O novo desenho das organizações na era da AI (56:38) Variância, inovação e transformação (1:04:18) A tese do novo fundo (1:06:33) Recomeçar do zero e o founder brasileiro que se vende mal (1:19:57) Perguntas da audiência: Noisebridge, Anderson e o pior conselho (1:33:04) Tech heavy companies e o deal da PsiQuantum (1:40:29) Burning Man e o conselho final
Manoel Lemos: empreendedor e investidor que mora no Vale do Silício desde 2024 compartilhando sobre a evolução e crescimento da IA. Capítulos (0:00) Introdução: a folha em branco no Vale (3:49) O futuro já chegou em São Francisco (7:49) Computação quântica e os problemas antes impossíveis (16:25) O trilhão em compute e a corrida pela infraestrutura (22:09) Por que a AI avançou tão rápido (29:24) O momento Lee Sedol e o lado humano (33:55) VC no Brasil vs. VC no Vale (44:44) Velocidade como moat (49:59) O novo desenho das organizações na era da AI (56:38) Variância, inovação e transformação (1:04:18) A tese do novo fundo (1:06:33) Recomeçar do zero e o founder brasileiro que se vende mal (1:19:57) Perguntas da audiência: Noisebridge, Anderson e o pior conselho (1:33:04) Tech heavy companies e o deal da PsiQuantum (1:40:29) Burning Man e o conselho final
novo reforço da @cazetv brincadeiras a parte, obrigado pelo carinho e pelo tour. sou muito orgulhoso desse episódio e aprendo até hoje com ele.
Lucas Abreu@abreunotes·A história completa da CazéTV e da LiveMode. Capítulos (0:00) Introdução (2:29) A paixão pelo esporte: a Copa do Nordeste (8:20) A canetada da CBF e o nascimento do Esporte Interativo (16:05) A venda para a Turner (25:20) O Vale do Silício e a criação da LiveMode (33:30) Casimiro e o nascimento da CazéTV (51:20) O compounding: Olimpíadas, General Atlantic e a expansão global (1:06:30) Moats e o futuro rumo à Copa de 2026
belo dia de gravação com diego barreto
Foi 10/10 Obrigado pelas perguntas galera!
vou entrevistar diego barreto, ceo do ifood em 5 horas. perguntas? twitter faça sua mágica
acabei de descobrir um capitulo de um best seller br que tem duas ideias que sairam de um artigo meu que irado ps: era uma leitura que fiz de modelos de um investidor “pouco conhecido”, então não foi meu pensamento original. ps2: sim, a fonte foi meu artigo ps3: nao vou disclosure
Emilio Umeoka é Aura demais. Early career > começa na tecnologia > passa pela Compaq > lidera vendas, marketing e operações na América Latina Microsoft > em 2002, assume a presidência da Microsoft Brasil > transforma a operação de pior para melhor subsidiária da América Latina > lidera um projeto de inclusão digital que leva tecnologia para 6,5 milhões de brasileiros > em 2006, assume a presidência da Microsoft Asia Pacific > lidera 12 países > entrega crescimento de receita de dois dígitos Juniper Networks > em 2011, assume como SVP Worldwide Partners da Juniper Networks > constrói o programa global de canais e alianças da companhia Splunk > em 2014, chega à Splunk como VP de Global Alliances & Channels > passa a liderar estratégia, vendas, marketing e serviços > depois assume a operação Asia Pacific & Japan Apple > chega à Apple em 2016 > primeiro como VP de US Education > depois como VP de Enterprise Sales > passa a liderar o negócio corporativo da Apple Stanford > em 2020, depois de décadas no mundo corporativo > volta a estudar > entra no Stanford Distinguished Careers Institute > para renovar propósito, construir uma nova comunidade e se preparar para a próxima fase > é ali que se aproxima do Stanford Center on Longevity > hoje, é Global Ambassador do centro > dedica sua carreira a uma pergunta: se vamos viver 100 anos, como precisamos redesenhar a maneira como vivemos? Também é um dos responsáveis e board member do Brazil at Silicon Valley. Uma constante na sua vida: evoluir sempre. Obrigado pelo passeio em um lindo dia de jazz em Los Altos!
Mike Krieger argumenta que IA é muito boa para chegar aos 90%, mas os últimos 10% são complexas e exigem, muitas vezes, o conhecimento específico da realidade. Isso que abre espaço para empresas de “AI Applied”, que é toda uma categoria que permite tornar toda essa inteligência em aplicações ideias do dia-dia. Existe a tese de que os modelos de fronteira vão engolir todas as verticais. Essa visão de mundo não conversa com a complexidade que é ter uma aplicação que funciona de forma profunda para diferentes setores, o que inclui desafios muito aquém só de inteligência como entendimento da realidade do consumidor, uso de dados adequados e construção de aplicações específicas. Corte do Atlantico Tech Talks disponível no Aura.
Assista o EP completo aqui: open.spotify.com/episode/5ImFsX…
Uma cicatriz que o Flow irá carregar. Maximizar views no curto prazo arriscando coerência sempre é um risco. PS: Igor é muito bom no que faz e já superou desafios muito maiores, então vai superar essa também.
Lucas Abreu@abreunotes·É curioso como a mídia é conduzida pelo curto prazo e trago um exemplo da nova e velha geração: 1) A Globo solta o editorial mais contundente dos últimos anos por trás de um paywall. 2) O Flow recebe um candidato para comentar sobre um suposto debate em uma live, que fere um principio moral na minha visão. O candidato tem o direito de não ir, mas não é bom grado para uma empresa de mídia receber e dar palco durante uma sabatina, ainda mais se o histórico sempre foi ser um espaço para pessoas diferentes dialogarem. Eu entendo que isso pode gerar assinantes (Globo) e que vai gerar views (Flow), mas enquanto a primeira perde a oportunidade de amplificar sua mensagem, o segundo arrisca a sua reputação. PS: eu não comento sobre política aqui e essa reflexão é sobre mídia.
Já temos o vencedor das eleições de 2026: Vibe Coding!
Self reminder
pedro@pedro_computer·This is one of the most important tweets I've ever read. I quote it weekly to myself and other people. Actions per minute, specially in the AI age, is incredibly important. 400 APM at 60% efficiency beats 100 APM at 90% efficiency all day every day. If you post more than other people, meet more people, launch more often, create more products, it's impossible to fail. Learned this the hard way, and in 3 months of 10x'ing my output we are already reaping more rewards than I ever imagined at @mutuals_inc
Notas sobre a conversa com Mike Krieger, fundador do Instagram e hoje na Anthropic Labs: 1) Product Market Fit: Apesar de IA permitir evoluir exponencial em velocidade para construir produto, não muda quase em nada sobre o desafio que é encontrar o famigerado product market fit. O que altera é apenas no que Mike comenta: Quando perguntado se faria algo diferente caso começasse o Instagram hoje, ele menciona que talvez a diferença seria a velocidade entre cada interação para alcançar o PMF. Isso me traz a reflexão até do aspecto randômico que os modelos têm mais dificuldade de capturar. Uma das razões críticas pela qual Instagram conseguiu ter momentum inicial era por fornecer filtros aos usuários. Esse insight veio de uma conversa do Kevin (sócio do Mike) com a então namorada durante uma viagem pro México. Às vezes, o que se torna crítico para um produto nasce de uma combinação improvável de experiências e acontecimentos. É difícil imaginar o processo que levou a esse tipo de insight mudando de forma tão significativa. 2) A última milha: Existe a tese de que os modelos de fronteira vão engolir todas as verticais. Essa visão de mundo não conversa com a complexidade que é ter uma aplicação que funciona de forma profunda para diferentes setores, o que inclui desafios muito aquém só de inteligência como entendimento da realidade do consumidor, uso de dados adequados e construção de aplicações específicas. Mike comenta justamente sobre isso: IA é muito boa para chegar aos 90%, mas os últimos 10% são complexas e exigem, muitas vezes, o conhecimento específico da realidade. Isso que abre espaço para empresas de “AI Applied”, que é toda uma categoria que permite tornar toda essa inteligência em aplicações uteis do dia-dia. 3) O poder da escassez Mike tem um livro que adora chamado “The Making of Price of Persia”, que basicamente conta a história do criador desse jogo, que fez tudo sozinho e mostra a explosão da criatividade em meio a restrição. O livro o lembra do começo do Insta. Mike depois viveu abundância na Meta, e Anthropic. Dito tudo isso, eu o questionei sobre o modelo mental desses dois mundos e a resposta dele é poderosa e real: você nunca pode subestimar um time pequeno de pessoas que querem muito fazer algo acontecer. 4) A difusão: Uma frase que ecoa na minha cabeça sempre é: “podemos parar o desenvolvimento de IA e em 10 anos o mundo será completamente diferente”. Nunca houve uma distância tão grande entre a capacidade desses modelos e a nossa capacidade de usá-los e aproveitá-los. Existe uma imensa oportunidade em reduzir esse gap, e foi exatamente isso que o Mike respondeu quando perguntado que tipo de empresa de AI ele acredita ter muito potencial em AI no Brasil. A verdade é que o papel de toda empresa de tecnologia é trazer o futuro para a vida presente de empresas e pessoas, e reduzir esse gap entre capacidade, a difusão é justamente a oportunidade em jogo. O Anthropic Labs, que o Mike ajudou a fundar e hoje lidera, existe pra isso. O time trabalha com dois exercícios. O primeiro é enxergar a distância entre o que os modelos já conseguem fazer hoje e como a maioria das pessoas de fato os usa. O segundo é imaginar em que os modelos são ruins hoje e serão muito bons daqui a seis meses. Enquanto o mercado discute o próximo modelo, o Labs olha pro gap. 5) Contexto Na Anthropic, 80% a 90% das interações com o Claude acontecem em público, no Slack. Tem algo mais poderoso nas entrelinhas, o conhecimento pode ser atualizado e circulado em tempo real. Um exemplo disso apareceu no onboarding, Mike é o buddy de uma pessoa que entrou há duas semanas, e ela contou que a adaptação foi fácil: é só perguntar ao Claude como a empresa está operando agora. À noite, o sistema “sonha” para consolidar o que aprendeu, e o próprio Mike se incomoda quando usa o Claude Code sozinho, porque ninguém vê (e aprende com) o que ele faz. A busca por construir ferramentas que entregam contexto será um grande diferencial competitivo para operar de forma sólida com a IA.
Lucas Abreu@abreunotes·Mike Krieger, fundador do Instagram e hoje na Anthropic Labs, sobre como usar melhor o Claude Code.
É curioso como a mídia é conduzida pelo curto prazo e trago um exemplo da nova e velha geração: 1) A Globo solta o editorial mais contundente dos últimos anos por trás de um paywall. 2) O Flow recebe um candidato para comentar sobre um suposto debate em uma live, que fere um principio moral na minha visão. O candidato tem o direito de não ir, mas não é bom grado para uma empresa de mídia receber e dar palco durante uma sabatina, ainda mais se o histórico sempre foi ser um espaço para pessoas diferentes dialogarem. Eu entendo que isso pode gerar assinantes (Globo) e que vai gerar views (Flow), mas enquanto a primeira perde a oportunidade de amplificar sua mensagem, o segundo arrisca a sua reputação. PS: eu não comento sobre política aqui e essa reflexão é sobre mídia.
Jornal O Globo@JornalOGlobo·OPINIÃO | O GLOBO | Sem liberdade não há debate oglobo.globo.com/opiniao/editor…
Mike Krieger, fundador do Instagram e hoje na Anthropic Labs, sobre como usar melhor o Claude Code.
EP Completo: youtube.com/watch?v=F0fL_l…
Amazing piece. Gabi you rock!
Gabi Marques@gabi_imarques·My first piece for @colossusmag. I’ve been a longtime admirer of David Vélez and Nubank, so this was a lot of fun, to say the least. x.com/colossusmag/st…
Esperar que a IA tenha uma ideia genial é a forma errada de usar IA para criar. Uma ideia raramente surge do zero. Parte da criatividade também é combinar coisas que já existem de uma forma que ninguém havia combinado antes. O Instagram não inventou as fotos, redes sociais, feed ou postagens. O Twitter já tinha posts públicos. O Facebook já tinha fotos. O iPhone já estava no bolso de milhões de pessoas. O Instagram conseguiu olhar para tudo isso e enxergar uma conexão interessante entre o que já existia e o que poderia existir. Isso é criar. Mike Krieger comenta: “Cada frase individual que ele [Claude] escreveu não é criativa. Mas existe algo criativo em escolher quais das oito você quer que continue essa historinha que você está criando.” Ao produzir oito caminhos diferentes em paralelo, a IA permite que você explore, combine e desenvolva possibilidades que dificilmente surgiriam de uma única tentativa. Talvez a criatividade da IA não esteja em ter uma ideia genial. Mas em multiplicar o espaço de ideias possíveis.
Assista ao EP Completo: open.spotify.com/episode/5ImFsX…
algumas reflexões de sf 1/ por que você deveria vir pra cá. o que você consome de conteúdo, se bem filtrado, te entrega o zeitgeist do que tá rolando aqui. mas isso não é tudo: uma coisa é ler, compreender. outra coisa é ver no olhar de cada pessoa que tá trabalhando 100 horas por semana o que ela está vendo. parece que tem algo maior que destrava na sua cabeça. e por isso eu digo: se tiver a oportunidade, invista e venha pra cá ver um pouco disso. 2/ personal agents. nenhum assunto tem capturado mais o momentum do que Instinct/Muse e esse debate sobre o agente no dia-a-dia. uma nova interface, que age de forma proativa e fácil para você melhorar sua vida. fica claro que todos teremos personal agents. as empresas terão corporate agents. ainda não é economicamente viável, mas quem se importa? o capital de venture capital é justamente pra isso. 3/ o gargalo. um dos principais gargalos hoje é compute. os modelos já fazem descobertas incríveis, e estamos apenas começando a explorar o que acontece quando podemos dedicar ordens de magnitude maiores de compute a treinamento, raciocínio e inferência. estamos entrando na revolução agêntica, mas a infraestrutura que nos trouxe até aqui não foi construída pensando nesse workload. por exemplo, a nova infraestrutura da NVIDIA, a Vera Rubin, entrou em produção em 2026, com uma arquitetura muito mais voltada para agentes e inferência. talvez 2027 seja quando veremos o impacto real disso: modelos e agentes concebidos para operar em um regime de compute que antes simplesmente não era viável. 3.1/ onde está o capital. partindo do pressuposto de que o gargalo está no compute, uma fatia relevante da atenção está nisso. chips, semicondutores, startups focadas em energia e tudo que envolve destravar compute, memória e contexto é hoje um dos grandes focos do capital aqui. isso gera mais interesse e atenção até do que applied AI — as soluções que aplicam os modelos no dia-a-dia e dentro das empresas. deep tech é a fronteira do interesse. 4/ applied AI e o ângulo brasil. esse jogo do compute é algo que o Brasil não deve jogar. pode ter algumas pessoas fazendo isso e que vão dar certo, mas não vejo isso como algo sistêmico. o jogo do país emergente — e do Brasil — é justamente aplicar as capacidades dos modelos e conectar isso com a demanda do consumidor hoje. é fazer esse “ser” de QI elevado e disposição infinita, que consome tokens ao invés de Red Bull, gerar valor econômico de verdade. é um jogo que a China faz bem: tornar algo economicamente viável e escalável. e sinto que é justamente aí que está o grande ângulo da nossa região — inclusive foi o que Mike Krieger falou no podcast (olha o aura). talvez aqui também esteja a maior oportunidade de captura de valor. outro ponto: 86% do dinheiro de VC nos EUA foi para investimentos em AI. mas é um erro classificar AI como uma categoria. uma coisa é applied AI. outra é infraestrutura, que hoje captura uma parte relevante desse capital. -- o futuro chegou, mas ainda não foi democratizado — e ainda não é economicamente viável. mas será.
o podcast que mencionei: open.spotify.com/episode/5ImFsX…
algumas reflexões de sf 1/ por que você deveria vim pra cá. o seu tweet feed, se bem filtrado, te entrega o zeitgeist e o que tá rolando aqui. mas isso não é tudo: uma coisa é ler, compreender, outra coisa é ver no olhar de cada pessoa que tá trabalhando 100 horas por semana o que ela está vendo. parece que tem algo maior que destrava da sua cabeça e por isso eu digo: se tiver a oportunidade, invista e venha pra cá ver um pouco disso. 2/ personal agents. nenhum assunto tem capturado mais o momentum do que instinct/muse e esse debate do agente pro dia-dia. uma nova interface, que age de forma proativa e fácil para vc melhorar sua vida trouxe um pedaço do futuro pra realidade. todos teremos personal agents. as empresas terão corporate agents. isso fica muito claro quando se vê a interface. ainda não é viável economico mas quem se importa: o capital de venture capital é justamente pra isso. 3/ o gargalo um dos principais gargalos hoje é compute. os modelos já fazem descobertas incríveis, e estamos apenas começando a explorar o que acontece quando podemos dedicar ordens de magnitude mais compute a treinamento, raciocínio e inferência. estamos entrando na revolução agêntica, mas a infraestrutura que nos trouxe até aqui não foi construída pensando nesse workload. por exemplo, a nova infra da nvidia, a vera rubin entrou em produção em 2026, com uma arquitetura muito mais voltada para agentes e inferência. talvez 2027 seja quando veremos o impacto real disso: modelos e agentes concebidos para operar em um regime de compute que antes simplesmente não era viável. 3.1/ o gargalo partindo do pressuposto que o gargalo está no compute, uma fatia relevante da atenção está nisso. chips, semicondutores, startups focadas em energia, e tudo que envolve destravar compute, memória e contexto é o grande foco do capital aqui. isso hoje gera mais interesse e atenção até do que applied AI, que são soluções que aplicam no dia-dia e nas empresas. deep tech é a fronteira do interesse. 4/ applied AI e angulo brasil. esse jogo do compute é algo que o Brasil não deve jogar (pode ter algumas pessoas fazendo isso e que vão dar certo, mas nada sistêmico). o jogo do país emergente e brasil é justamente aplicar as capacidades do modelo e conectar com a demanda do consumidor hoje. é fazer esse "ser" de QI elevado e disposição infinita que consome tokens ao invés de redbull gerar valor econômico geral. é um jogo que a china faz bem (tornar algo economicamente viável e escalável) e sinto que é onde está o grande angulo da nossa região (inclusive foi o que Mike Krieger falou no podcast). talvez aqui também está a maior oportunidade de captura de valor. outro ponto é que 86% do dinheiro de VC USA foi para investimentos de AI, mas é um erro classificar AI como uma categoria. Uma coisa é applied AI e outra é a infra, que hoje pega uma parte relevante. -- o futuro chegou, mas ainda não foi democratizado ou economicamente viável. mas será.
Mike Krieger, co-fundador do Instagram e hoje um dos líderes da Anthropic, no Atlantico Tech Talks, organizado por @JulioV. Neste talk, Mike comenta o que ele faria diferente se fosse construir o Instagram hoje, como a Anthropic opera internamente, onde o julgamento humano ainda importa, se os modelos podem ser de fato criativos e por que a nova restrição não é inteligência, mas decidir onde investir tempo, tokens e equipe. Foi a melhor conversa sobre IA em português que já escutei. Capítulos: (0:00) Introdução (1:31) Atlantico Tech Talks: Mike Krieger e a banca (5:07) O que mudaria se o Instagram nascesse no mundo da IA (7:54) O próximo formato das empresas de consumo (9:57) A IA faz 90%. Os últimos 10% ainda são difíceis (12:38) Qual interface a IA criaria para si mesma? (18:39) A oportunidade do Brasil: a difusão econômica da IA (20:55) Multiplayer, não singleplayer: como a Anthropic opera por dentro (25:43) O Claude no watercooler: modelos que entendem a organização (28:26) Code review: de 90% para 5% revisado por humanos (31:20) Onde o julgamento humano ainda importa (36:32) Os modelos de IA podem ser de fato criativos? (40:16) São Francisco é o futuro que nunca vai existir (44:01) Julgamento dos modelos (47:37) De onde virão os próximos saltos: scaling, games e escrita (52:22) Escassez vs. abundância: nada substitui poucas pessoas obcecadas
melhor definição de como é ser o melhor do mundo em algo
BeatinTheBookie.com®️@BeatinTheBookie·This is wild, before Messi made that free kick, some fans talked shit to him, and he told them to watch this, scored, turned around and celebrated right in front of them. 🤣🤣🤣🤣
Mike Krieger, co-fundador do Instagram e um dos líderes do Anthropic Labs. @mikeyk é o brasileiro com maior impacto global em termos de tecnologia. Construiu o produto que redefiniu o que são redes sociais, e agora constrói os produtos que conectam a inteligência dos modelos com o dia-dia de milhões de pessoas. Desde que descobri o mundo de tecnologia, fiquei fascinado por sua história. Um paulistano que seguindo sua curiosidade transformou o mundo. Tem uma frase sua que carrego comigo: "Abrace quem você é e quem você pode se tornar — em vez de tentar ser quem os outros são.". Quero agradecer também a @JulioV, mentor e amigo, por abrir as portas, e mais importante, acreditar em mim. Acompanhei a gravação do @AtlanticoPart Tech Talks, que trouxe simplesmente Mike para conversar com CTOs das principais startups do Brasil. Vou carregar o dia 25/set como uma lembrança especial pro resto da minha vida.
encontrei os fundadores da livemode/cazétv uns 10 dias atrás e a primeira coisa que falei pra eles: vocês são casca grossa demais. todos os negócios de mídia esportiva serão afetados pela proibição instântanea das bets, mas isso não é nada perto do que eles já sofreram em outra canetada. pera que lá vem história. lá em 2001, eles desenvolveram a Copa do Nordeste, que foi um sucesso absoluto. capa da Placar, estádios lotados, times do Nordeste felizes. até a Copa Rio-São Paulo / Sul-Minas os copiaram. 4 empreendedores de tipo 30 anos fizeram isso. ok, era final de 2002, e eleição da CBF. Ricardo Teixeira era o presidente. E os presidentes das federações estaduais estavam incomodados com o sucesso da Copa do Nordeste na época, e isso virou uma questão política. A CBF, embora não tivesse o direito de fazer isso, declarou a Copa do Nordeste ilegal naquele momento. Foi uma questão política. A Copa do Nordeste deixou de existir temporariamente naquele período. 80% da receita dos caras era Copa do Nordeste. e ela deixou de existir. pra você ter ideia, rolou até indenização da CBF na justiça uns 10 anos depois. mas eles não só sobreviveram ao baque, como decidiram ir ser a mídia depois da pancada. e assim nasceu o Esporte Interativo. eu tenho orgulho pra car*** de ter feito o episódio da CazéTV no meio da "crise de reputação" das bets na copa do mundo. porque minha audiência sabia que os empreendedores ali estavam no longo prazo e eram casca grossa. isso da bet vai atrapalhar um pouco? claro. mas não é NADA perto do que eles já viveram long cazétv
Gols do Brasileirão ⚽️🇧🇷@golsdobrasil1·🚨 Após a proibição das bets, a marca das Loterias Caixa passou a aparecer nos posts da CazéTV. A mudança chamou atenção em meio às restrições à publicidade de casas de apostas no Brasil. 🗞️ @ppublicitariobr 📸 Reprodução
EP Completo: open.spotify.com/episode/41PVp7…
O papel de uma startup é fazer o futuro parecer presente para o cliente.
Jeff Bezos famous quote: "When somebody congratulates Amazon on a good quarter, I say thank you. But what I'm thinking to myself is— those quarterly results were actually pretty much fully baked about 3 years ago. Today I'm working on a quarter that is going to happen in 3 years."
Nenhum lugar do mundo se trabalha tanto quanto SF hoje.
Talvez @DarioAmodei seja a pessoa mais bem posicionadas para revolucionar a biologia com IA. A trajetória dele parece ter sido uma preparação para isso. Começou na física, migrou para a biologia após a morte do pai, ficou obcecado pela complexidade dos sistemas vivos e percebeu que a IA poderia ser a ferramenta para finalmente compreendê-los. Então foi para IA. Baidu. Google Brain. OpenAI. Scaling laws. GPT-2. GPT-3. Anthropic. Por anos, ele parece ter estado construindo a ferramenta. Agora talvez esteja chegando o momento de aplicá-la ao problema que o colocou nessa jornada em primeiro lugar: entender a vida. A IA pode ser para a biologia o que o microscópio foi para a medicina: uma nova forma de enxergar o que antes era invisível.
Anthropic@AnthropicAI·Claude has discovered a previously unknown enzyme system hidden in the DNA of bacteriophages. Beside the enzyme’s gene sits a long array of repeating DNA—a structure that looks somewhat similar to CRISPR. We don’t yet understand what this system does, but only a handful of known systems share its features, and all of them are able to cut, copy, and paste DNA. Historically, the discovery of such programmable systems has helped revolutionize medicine. CRISPR, for instance, is now the foundation of genetic medicines. But it will take much more work to learn what this system does, and whether it can be put to similar use. Read more: t.co/RuEosScSMb
@DarioAmodei episódio que comento sobre a anthropic e a vida pregressa de dario amodei: youtube.com/watch?v=e6t4N4…
BYD nasceu como uma empresa de baterias, e só anos depois se tornou uma indústria automotiva. A sua grande vantagem competitiva é que as baterias representam em torno de 30-40% do custo de um carro e por isso que ela consegue ser mais competitiva em termos de custo. Ela é na verdade uma empresa verticalmente integrada.
Lucas Abreu@abreunotes·O poder da china com Ricardo Geromel. Capítulos (0:00) A China tem contagem regressiva pro vestibular desde o berço (6:13) Por que há 1.500 anos o chinês estuda para passar numa prova (9:24) Como o líder do Partido Comunista decretou que "enriquecer é glorioso" (15:18) Por que a China deletou o plano de ser campeã mundial de futebol (20:38) Como a poluição de Pequim virou o painel solar mais barato do mundo (23:15) Por que a startup chinesa prefere nem competir na China (29:37) O efeito bagre: por que o governo chinês deu tudo pra Tesla (42:32) Por que a BYD não se importa com branding (46:50) A pós-graduação criada para evitar uma guerra (51:11) Por que o Brasil é um derivativo da China (54:24) Por que na China se negocia o CPF antes do contrato (59:05) O governo chinês é um VC gigante (1:03:41) Elon Musk recebeu US$ 38 bi do governo: a hipocrisia dos subsídios (1:09:40) Por que o SaaS nunca vingou na China (e o que isso muda em AI) (1:15:20) Como vender café para um país que não tomava café (1:19:49) A coisa mais gentil que alguém já fez pelo Geromel
gratidão define essa semana realizado após gravar por quase 6 horas no domingo com uma empresa que tem uma missão incrível e founders fantásticos que a vida me apresentou. eu sou muito feliz de poder fazer meu trabalho e só agradeço a tantas bençãos. obrigado a cada pessoa que me apoia, a cada apoiador, a cada founder que confia em mim para contar uma história. 🙏
@CazeTVOficial Episódio sobre a história da CazéTV: open.spotify.com/episode/41PVp7…
aura did it again
Lucas Abreu@abreunotes·O poder da china com Ricardo Geromel. Capítulos (0:00) A China tem contagem regressiva pro vestibular desde o berço (6:13) Por que há 1.500 anos o chinês estuda para passar numa prova (9:24) Como o líder do Partido Comunista decretou que "enriquecer é glorioso" (15:18) Por que a China deletou o plano de ser campeã mundial de futebol (20:38) Como a poluição de Pequim virou o painel solar mais barato do mundo (23:15) Por que a startup chinesa prefere nem competir na China (29:37) O efeito bagre: por que o governo chinês deu tudo pra Tesla (42:32) Por que a BYD não se importa com branding (46:50) A pós-graduação criada para evitar uma guerra (51:11) Por que o Brasil é um derivativo da China (54:24) Por que na China se negocia o CPF antes do contrato (59:05) O governo chinês é um VC gigante (1:03:41) Elon Musk recebeu US$ 38 bi do governo: a hipocrisia dos subsídios (1:09:40) Por que o SaaS nunca vingou na China (e o que isso muda em AI) (1:15:20) Como vender café para um país que não tomava café (1:19:49) A coisa mais gentil que alguém já fez pelo Geromel
Gradualmente, e então de repente, a China dominou a industria automotiva no mundo.
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tô fazendo uns experimentos na rede vizinha. segue o insta lá @ lucasabreuu
Só entendemos o sucesso do carro elétrico chinês após compreender o que aconteceu no mercado de energia solar.
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Sergio e Edgar Livemode craques
“Enriquecer é glorioso.” Essa frase é de Deng Xiaoping, líder chinês que, a partir de 1978, conduziu as reformas que transformaram a economia da China. Uma ideia que ajuda a entender o que aconteceu com o país nas últimas décadas: o enriquecimento da população passou a estar no centro de uma nova visão econômica.
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Antes de ser uma das maiores fabricantes de carros elétricos do mundo, a BYD fabricava baterias. Para explicar uma parte importante da vantagem chinesa nos carros elétricos, dominando o mercado, é preciso voltar um pouco no tempo. Quando a China começou a investir em energia solar, surgiu outro desafio: como armazenar toda essa energia? Parte da resposta estava nas baterias: A conexão com os carros elétricos fica mais óbvia quando consideramos que elas representam, em média, cerca de 40% do custo do veículo. E empresas chinesas passaram anos desenvolvendo tecnologia e escala justamente nesse componente. O resultado não foi apenas produzir carros elétricos. Foi conseguir reduzir o custo enquanto aumentava sua escala. No Brasil, isso já aparece nos números: pela primeira vez em 12 anos, o preço médio dos carros caiu, por causa da BYD: "é inovar com economia, ou seja, é muito mais sobre escalar de uma maneira que seja acessível em termos de custo"
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Em 1995, o PIB per capita do Brasil era 8 vezes maior que o da China. Hoje, a China passou o Brasil. Na época, o PIB per capita brasileiro estava próximo de US$ 10 mil. E nos últimos 15 anos, esse número praticamente patinou. Enquanto isso, a China continuou avançando e ultrapassou os US$ 14 mil, algo impressionante. É quase 35% maior que o brasileiro, É aumento de produtividade na veia. Nesse processo, a China passou por uma mudança importante de mentalidade: enriquecer deixou de ser mal visto ou uma culpa. A frase associada a Deng Xiaoping sintetizava essa virada: “Enriquecer é glorioso”.
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referência @DiegoCBarreto 🤙
logo hj spotify derrubou meu episódio do podcast por direitos autorais (e não tem nenhuma música). alguém do time do @Spotify que poderia me ajudar?
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Episódio disponível no youtube: youtube.com/watch?v=kHsCO_… (já segue o canal e deixa o like!)
Existe um potencial de olharmos para parte dos investimentos de 2026 da mesma forma que olhamos pra NFTs hoje
Techmeme@Techmeme·Nuance Labs, which builds low-latency AI avatars that can have face-to-face conversations, raised a $50M Series A led by Lightspeed, with Nvidia participating (Shubhangi Goel / Business Insider) (Visit Techmeme dot com for the link and full context!)
Em breve novo episódio sobre o poder da China. E por que não alugar um templo chinês para gravar o episódio?
a diferença do tweet br é que aqui 90% das conversas é sobre o que está dando errado e quem está perdendo. pouca gente falando sobre o que pode dar muito certo, que honestamente é onde está o alpha. a vida dá e dará voltas
good work compounds
7:03 pm domingo e um dos principais founders br me manda uma frase que vale tatuar na memória
O Demo Day do Y Combinator recebe menos atenção no Brasil do que deveria. É uma janela para entender o que alguns dos empreendedores mais ambiciosos do mundo estão tentando construir agora. E o batch de verão de 2026 diz muito sobre a direção do jogo. Convidei o grande @kiko_himself (fundador da Qulture Rocks, e alumni YC 2018) contar o que ele viu in loco do último batch neste artigo especial do Sunday Drops: Alguns insights do que ele viu nas 220+ empresas: • A esmagadora maioria é B2B e faz alguma coisa com IA. Agentes de compras (Spaceflow), agentes pra rotina administrativa de bancos e seguradoras (Rapidfolio). • Muita "pá e picareta" pra quem constrói IA: harness open source pra competir com Claude Code e Codex (Jcode), infraestrutura de evals (Agnost AI). • Negócios tradicionais sendo refeitos do zero, AI-native. Contabilidade virou espaço popular: Last Accounting Company e Billow, que se vende como "Deloitte killer" (estava escrito na camiseta dos founders). • Reindustrialização americana: manufatura de peças de metal difíceis (Ultrasonium), fábricas pra fabricar robôs (Tensr). • Defesa: enxames de drones (Greypoint), defesa contra enxames de drones (Earendil) e exoesqueletos pra soldados (Edgerun). • E outras ainda mais fora da caixa: a HopAero quer usar mísseis balísticos pra transportar órgãos de transplante entre continentes em minutos. Duas empresas criam tecido neurológico em laboratório pra treinar modelos. Uma já ensinou neurônios a jogar Doom. Se você juntar tudo, a fronteira é clara: IA aplicada a indústrias inteiras, átomos de novo na moda, e um apetite imenso por transformar o mundo para o bem. Na semana em que se discutiu tanto sobre os riscos da IA pra humanidade, é um respiro ver como empreendedores tem utilizado para transformar o mundo. Artigo completo nos comentários.
Artigo compleot: abreu.substack.com/p/o-que-vi-no-…
não é uma ode ao trabalho, e o que funciona para um time não necessariamente dá certo para outros. mas estou investindo um tempo com um empreendedor que acredito ser geracional (e já teve MUITO sucesso). Um hábito da sua nova empresa é que todos os domingos a noite as lideranças se juntam para discutir os bottlenecks e foco da semana. o mesmo hábito acontecia no btg, retratado no livro da ariane, dos encontros do domingo a noite na casa do esteves. esse top 0.1% opera com uma mentalidade diferente
Wow
Colossus@colossusmag·Tomorrow.
Mais um brasileiro exportando tecnologia pro mundo!
André Ferraz@andreferraz91·Building Incognia in Brazil made our technology extremely resilient. Fraud there is intense. Banks have had to become very good at defending against it, and building our technology in that environment forced us to prepare for difficult attack patterns early. I’ll give you an example. A European bank was preparing to launch its credit card business in Brazil. At the same time, they were testing Incognia to see how our technology performed in the Brazilian market. But it was still just a test. Our signals were running in the background, while the bank continued using its existing fraud prevention stack to make decisions. They launched the credit card business, invested heavily in acquiring customers. Within 2 weeks, the fraud became so overwhelming that they had to shut it down. Because Incognia had been running alongside the launch, we had the data to go back and see what our technology would have caught. Our analysis showed that we could have prevented about 95% of the fraud they experienced. They became a customer almost immediately after that. Today, they use Incognia across multiple countries, including their European markets. Brazil has been a difficult place to build fraud technology, but it’s been worth it. And Incognia is stronger because of it.
Set de hj
O primeiro logo do Canary foi desenhado pelo @JulioV, que além de investidor e empreendedor, também poderia ser artista.
Lucas Abreu@abreunotes·O Canary parou de se comportar como fundo e passou a se comportar como empresa. Essa é a história que eu passei os últimos meses tentando entender. Já é mais de uma década investindo. • 4 fundos (US$ 45M, 75M, 110M e agora 150M). • Centenas de empreendedores investidos. E mesmo assim eu não sentia que sabia quem era o Canary de verdade. Contar essa história foi um presente: conversei com founders, investidores e pessoas que acompanham a firma desde 2016, tive acesso a documentos internos e me surpreendi com o que encontrei. Uma cena resume tudo: em setembro de 2024, um dos maiores braços de investimento institucional da Europa avaliou o Canary e disse não. As críticas eram específicas: estratégia de portfólio, suporte aos founders, governança. Um ano depois, o mesmo investidor passou três dias imerso na operação e entrou no Fundo IV. O que mudou? A mentalidade de empresa. O foco em executar. Um dos meus objetivos com o Aura é trazer compreensão para um mundo que se move rápido demais. Este artigo faz isso sobre um fundo que só ficará mais protagonista. Com vocês, a história do Canary. t.co/Y0oIA0G9xn
A diferença entre o top 1% e o top 10% é tão grande quanto a diferença entre o top 10% e todo o resto.
Estou indo pra SF em 15 dias. Quem tá por aí? E quais founders devo conhecer? Aura on tour
Greatness is achieved with great people
Decade@DecadeWealth·Florian Bartunek, fundador e CIO da Constellation Asset Management, passa a integrar o comitê consultivo de investimentos da Decade. Seu papel será testar e desafiar as convicções do nosso time de investimentos, trazendo ainda mais rigor para as recomendações construídas pela Decade. O anúncio foi feito pelo Vitor Olivier no nosso encontro com clientes, no dia 2 de setembro.
O linkedIn vai ficar em choque quando descobrir isso na próxima semana.
Evan Hubinger@EvanHub·Jacob is correct here—we really do earnestly believe AI could kill all humans! I personally think it is >10% within the next decade. I believe Anthropic is trying its best, but we do not yet have a plan to solve alignment for superintelligence and are not clearly on track to. x.com/hilbertspaess/…
AI is going to kill us all, but it still can’t identify this Forrest Gump-style hat.
Jacob Coxon@hilbertspaess·I resigned from Anthropic today. I spent the last three years doing pretraining research at both OpenAI and Anthropic. Neither company is acting responsibly. They are racing straight to self-improving superintelligence and gambling with our lives. More thoughts below.
imagina quando um chip puder imputar aprendizados no nosso cérebro o interesse pela educação irá diminuir
Crémieux@cremieuxrecueil·GLP-1s are getting more attention than popular diets these days.
Azul: To-dos Branco: Estratégico
Canary aloca recursos seguindo três fundamentos: 1) Apostando no Founder 2) Dobrando a aposta nos winners do portfólio. 3) Caçando inflexão: encontrando oportunidades assimétricas em qualquer estágio
lucasabreu@abreunotes·O Canary parou de se comportar como fundo e passou a se comportar como empresa. Essa é a história que eu passei os últimos meses tentando entender. Já é mais de uma década investindo. • 4 fundos (US$ 45M, 75M, 110M e agora 150M). • Centenas de empreendedores investidos. E mesmo assim eu não sentia que sabia quem era o Canary de verdade. Contar essa história foi um presente: conversei com founders, investidores e pessoas que acompanham a firma desde 2016, tive acesso a documentos internos e me surpreendi com o que encontrei. Uma cena resume tudo: em setembro de 2024, um dos maiores braços de investimento institucional da Europa avaliou o Canary e disse não. As críticas eram específicas: estratégia de portfólio, suporte aos founders, governança. Um ano depois, o mesmo investidor passou três dias imerso na operação e entrou no Fundo IV. O que mudou? A mentalidade de empresa. O foco em executar. Um dos meus objetivos com o Aura é trazer compreensão para um mundo que se move rápido demais. Este artigo faz isso sobre um fundo que só ficará mais protagonista. Com vocês, a história do Canary. t.co/Y0oIA0G9xn
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O Canary parou de se comportar como fundo e passou a se comportar como empresa. Essa é a história que eu passei os últimos meses tentando entender. Já é mais de uma década investindo. • 4 fundos (US$ 45M, 75M, 110M e agora 150M). • Centenas de empreendedores investidos. E mesmo assim eu não sentia que sabia quem era o Canary de verdade. Contar essa história foi um presente: conversei com founders, investidores e pessoas que acompanham a firma desde 2016, tive acesso a documentos internos e me surpreendi com o que encontrei. Uma cena resume tudo: em setembro de 2024, um dos maiores braços de investimento institucional da Europa avaliou o Canary e disse não. As críticas eram específicas: estratégia de portfólio, suporte aos founders, governança. Um ano depois, o mesmo investidor passou três dias imerso na operação e entrou no Fundo IV. O que mudou? A mentalidade de empresa. O foco em executar. Um dos meus objetivos com o Aura é trazer compreensão para um mundo que se move rápido demais. Este artigo faz isso sobre um fundo que só ficará mais protagonista. Com vocês, a história do Canary. t.co/Y0oIA0G9xn
Amanhã vou onboardar uma pessoa nova no time. Qual é uma coisa que você aprendeu que gera um retorno desproporcional no primeiro dia de alguém? Exemplo: Luiz Seabra, da Natura, manda uma flor branca como gesto simbólico.
Bom mesmo era estar com meu avô para ele me explicar, mas dado que é impossível, recorri a @OpenAI. Descobri que minha vó também não entendia bem essa poesia e a explicao do ChatGPT nos ajudou a entender. Minha vó se emocionou. Foi um momento especial. IA também é humana ❤️
lucasabreu@abreunotes·76 anos atrás
76 anos atrás
O que a IA faz que o ser humano não pode fazer:
lucasabreu@abreunotes·Minha entrevista com os founders da @DecadeWealth, Vitor Olivier e Felipe Meneses. @DecadeWealth está revolucionando o mercado de Wealth e levantou o maior seed da história da América Latina. Capítulos (0:00) Introdução (0:10) Reinvenção: o programa de trainee de 15 anos e por que voltar a empreender (8:56) O que a IA faz melhor que o humano — e o que ainda não faz (13:34) O que a Decade faz e quem é o cliente (20:35) Dados como fonte da verdade e a construção de confiança (26:07) Incentivos perversos e o fim da assimetria de informação (29:13) O Mom Test, os feedbacks do lançamento e o self-driving money (37:34) O que desaprender do Nubank e a aposta no Open Finance (42:28) Quatro meses só fazendo segurança (46:28) Colaborador atleta, taste e o engenheiro pós-IA (57:42) "The plan" de 10 anos e o momento Opus 4.6 (1:06:46) O lado humano que fica (1:10:15) O professor, a paternidade e a coisa mais gentil
AMANHÃ ACABA AS INSCRIÇÕES. SE VOCÊ TEM ENTRE 16-24 ANOS PRESTE ATENÇÃO
lucasabreu@abreunotes·se você estudar a história da 3G, vai entender que é sobre apostar em jovens. apostar na capacidade de alguém antes do currículo provar. Alex Behring é a prova. aos 31 anos, virou CEO de uma ferrovia comprada pelo grupo do Lemann, Telles e Sicupira na privatização. ele tinha feito a análise da compra como analista. nunca tinha trabalhado numa ferrovia. o Sicupira falou: a ideia foi sua, vai lá resolver. ele tirou a certificação de maquinista e passou uma semana por mês em cima do trem. em 7 anos, a margem foi de 6% pra 40%. e esses ensinamentos se repetiram em toda a história. tem uma passagem fenomenal no artigo do Colossus sobre a 3G: "em 2008, na véspera de comprar a Anheuser-Busch por US$ 52 bilhões, o Jim Collins confessou ao Lemann que aquele tamanho de transação o deixava nervoso. o Lemann respondeu que ele não tinha entendido o problema. o problema na real é que tinha jovens demais e precisava dar coisas grandes pra eles fazerem." não há nada mais belo do que incentivar o outro a ser sua melhor versão. e isso vai além das empresas, e por isso quero falar do Behring Founders: é um programa que oferece até R$ 200 mil em grants sem equity, rede de operadores e investidores e, principalmente, um espaço pra tentar, pra jovens de 16 a 24 anos. não precisa ter startup. não precisa nem ter ideia formalizada. isso não é publi nem nada, é um depoimento de quem admira muito o que está sendo feito por gente da melhor qualidade. as inscrições fecham amanhã, 05/09. se você tem entre 16 e 24 anos, se inscreve. se conhece alguém que tem, corre, manda pra ele ou ela, marca aqui. mais em behringfounders. org e na Fundação Behring. links nos comentários. vida longa.
se você estudar a história da 3G, vai entender que é sobre apostar em jovens. apostar na capacidade de alguém antes do currículo provar. Alex Behring é a prova. aos 31 anos, virou CEO de uma ferrovia comprada pelo grupo do Lemann, Telles e Sicupira na privatização. ele tinha feito a análise da compra como analista. nunca tinha trabalhado numa ferrovia. o Sicupira falou: a ideia foi sua, vai lá resolver. ele tirou a certificação de maquinista e passou uma semana por mês em cima do trem. em 7 anos, a margem foi de 6% pra 40%. e esses ensinamentos se repetiram em toda a história. tem uma passagem fenomenal no artigo do Colossus sobre a 3G: "em 2008, na véspera de comprar a Anheuser-Busch por US$ 52 bilhões, o Jim Collins confessou ao Lemann que aquele tamanho de transação o deixava nervoso. o Lemann respondeu que ele não tinha entendido o problema. o problema na real é que tinha jovens demais e precisava dar coisas grandes pra eles fazerem." não há nada mais belo do que incentivar o outro a ser sua melhor versão. e isso vai além das empresas, e por isso quero falar do Behring Founders: é um programa que oferece até R$ 200 mil em grants sem equity, rede de operadores e investidores e, principalmente, um espaço pra tentar, pra jovens de 16 a 24 anos. não precisa ter startup. não precisa nem ter ideia formalizada. isso não é publi nem nada, é um depoimento de quem admira muito o que está sendo feito por gente da melhor qualidade. as inscrições fecham amanhã, 05/09. se você tem entre 16 e 24 anos, se inscreve. se conhece alguém que tem, corre, manda pra ele ou ela, marca aqui. mais em behringfounders. org e na Fundação Behring. links nos comentários. vida longa.
A segunda vez que você constrói uma empresa é completamente diferente. Vitor Olivier sobre o que aprendeu construindo o @nubank e agora construindo a @DecadeWealth: Na primeira vez, você acha que todo problema precisa ser resolvido. Que nenhuma bomba pode explodir. Que nenhuma peteca pode cair. Que todo feedback precisa ser incorporado imediatamente. Na segunda vez, você começa a entender os padrões. E percebe que construir uma empresa é muito mais sobre escolher suas batalhas, despriorizar e manter o foco. "É uma sequência de pequenas vitórias que você só nota que foram vitórias um ano depois, dois anos depois." E talvez a maior mudança seja emocional. O Nubank foi uma empresa que deu certo. Muito certo. Mas Vitor lembra que, enquanto estava construindo, o sentimento era exatamente o contrário: "Eu posso te garantir que o sentimento, construindo, era um sentimento de derrota." Toda semana parecia haver mil coisas quebrando. Mil coisas que ainda não eram boas o suficiente. É só depois que você olha para trás que percebe que estava avançando. Talvez construir uma segunda empresa seja aprender a confiar mais no processo.
lucasabreu@abreunotes·Minha entrevista com os founders da @DecadeWealth, Vitor Olivier e Felipe Meneses. @DecadeWealth está revolucionando o mercado de Wealth e levantou o maior seed da história da América Latina. Capítulos (0:00) Introdução (0:10) Reinvenção: o programa de trainee de 15 anos e por que voltar a empreender (8:56) O que a IA faz melhor que o humano — e o que ainda não faz (13:34) O que a Decade faz e quem é o cliente (20:35) Dados como fonte da verdade e a construção de confiança (26:07) Incentivos perversos e o fim da assimetria de informação (29:13) O Mom Test, os feedbacks do lançamento e o self-driving money (37:34) O que desaprender do Nubank e a aposta no Open Finance (42:28) Quatro meses só fazendo segurança (46:28) Colaborador atleta, taste e o engenheiro pós-IA (57:42) "The plan" de 10 anos e o momento Opus 4.6 (1:06:46) O lado humano que fica (1:10:15) O professor, a paternidade e a coisa mais gentil
e quando me perguntarem sobre branding, eu lhes mostrarei essa imagem
Nao tenho nada a ver viu galera kkkk
Pedro Stanzani@pedrostanzani·Me inspirei e fiz a versão brasileira. Startups BR ranqueadas por aura. Link nos comentários. 👀 x.com/matthewyuart/s…
Ano passado, a convite do @JulioV, estive em um evento do Atlantico fechado com Kevin Weil, então CPO da @OpenAI. Ele disse algo poderoso: Se você fica feliz a cada novo release do modelo, provavelmente está bem posicionado pro futuro. Até então usava IA no meu dia-dia e confesso que cada novo modelo me dava um pouco de medo. Depois, principalmente em 26, comecei a aprofundar muito mais o uso. Hoje me sinto eufórico com os lançamento dos novos modelos. Eu sou um iniciante ainda. Nada demais. Só investi tempo e esforço. Ainda é cedo amigo. Comece a usar, testar, aplicar. O mundo evolui em ondas, e essa é a da nossa vida.
ARC Prize@arcprize·GPT-6 Astra by @OpenAI achieves SOTA on ARC-AGI: - Astra scores 63% on ARC-AGI-3, 99% via a new provider adapter harness - It surpasses human performance on 96% of ARC-AGI-3 levels - It builds the most precise symbolic model of novel environments we've seen Our analysis:
é meio bizarro que motivar a IA faz ela ser melhor espero que ela não reporte pro RH
Existe uma mudança sistêmica no mercado de Wealth. No começo do ano, a Altruist, uma startup americana de tecnologia para advisors, anunciou uma feature chamada Hazel, que fazia tax planning com IA embutida no desktop do advisor. Em um dia, mais de US$ 140 bi de valor de mercado saíram de empresas vinculadas a wealth managers listados. O mercado leu que o planejamento tributário, parte serviço mais caro e mais humano da cadeia, virou software, e que existe uma mudança em curso. Houve exagero? Sim, mas mostra um caminho que é inevitável. Dois anos atrás, LLMs ainda alucinavam e não eram confiáveis para o cliente. Hoje, redigem planos financeiros, geram racional de carteira e automatizam partes do compliance. A curva anda rápido. Ainda sobre Altruist: A startup acabou de ser vendida por US$4.6bn para Vanguard, uma das maiores gestoras de ativos do mundo, pioneira em fundos de índice e ETFs de baixo custo. A Altruist começou pelo software e pela infraestrutura — incluindo custódia — para advisors independentes, um mercado muito relevante nos EUA. A @DecadeWealth começa do outro lado: pela camada mais difícil de construir, a inteligência para o cliente final.
lucasabreu@abreunotes·Minha entrevista com os founders da @DecadeWealth, Vitor Olivier e Felipe Meneses. @DecadeWealth está revolucionando o mercado de Wealth e levantou o maior seed da história da América Latina. Capítulos (0:00) Introdução (0:10) Reinvenção: o programa de trainee de 15 anos e por que voltar a empreender (8:56) O que a IA faz melhor que o humano — e o que ainda não faz (13:34) O que a Decade faz e quem é o cliente (20:35) Dados como fonte da verdade e a construção de confiança (26:07) Incentivos perversos e o fim da assimetria de informação (29:13) O Mom Test, os feedbacks do lançamento e o self-driving money (37:34) O que desaprender do Nubank e a aposta no Open Finance (42:28) Quatro meses só fazendo segurança (46:28) Colaborador atleta, taste e o engenheiro pós-IA (57:42) "The plan" de 10 anos e o momento Opus 4.6 (1:06:46) O lado humano que fica (1:10:15) O professor, a paternidade e a coisa mais gentil
Mal rapeize mas o medo foi grande Te carrego onde for meu amor ❤️ Mas ja salvei as dicas pra setar certinho assim que voltar
lucasabreu@abreunotes·vou passar 1 semana longe do meu mac mini. como posso fazer meus agentes funcionarem para mim enquanto viajo? tenho no maximo 2 horas para fazer o setup
AURA: Felipe Meneses, co-founder da Decade (2/2). early life > nasceu em Aracaju > curioso desde pequeno > aos 14 anos, um professor chamado Waldemar muda sua relação com matemática e lógica > passa a frequentar universidade federal para estudar matemática com alunos de mestrado > decide buscar o melhor lugar do mundo para aprender e construir Fundação Estudar > entra na Fundação Estudar > se conecta com o ecossistema de alta performance e founders no Brasil > começa a transitar entre Brasil e Vale do Silício > acelera sua entrada no mundo de tecnologia e startups Stanford > entra em Stanford com apoio da Fundação Estudar > se aprofunda no ecossistema de tecnologia e IA na Califórnia > começa a usar os primeiros modelos de GPT e se encanta com inteligência artificial > faz estágio na Zippi durante o período da YC > decide sair de Stanford em 2020 para empreender > se torna o primeiro brasileiro Thiel Fellow Hyperplane > co-funda a Hyperplane com pessoas incríveis > a tese: usar inteligência artificial para melhorar a vida financeira das pessoas > construir uma camada de inteligência para instituições financeiras > o foco inicial: modelos para crédito, renda, churn e comportamento financeiro > leitura de grandes volumes de dados estruturados e não estruturados > a Hyperplane constrói uma infraestrutura de decisão baseada em dados > sistema de inteligência aplicado ao financeiro > ponto de virada: Nubank compra a Hyperplane > e integra a tecnologia dentro de uma das maiores instituições financeiras digitais do mundo > passa a trabalhar dentro do core de dados e inteligência do Nubank > participa da evolução de sistemas de crédito, dados e produto em escala global Decade > co-funda a Decade com Vitor Olivier, ex-CTO do Nubank > tese: gestão de patrimônio pode ser radicalmente melhor com IA > construção de uma nova camada de wealth management inteligente > levanta o maior seed da história da América Latina (US$ 85M) > foco em transformar uma indústria historicamente opaca e manual > decisões financeiras passam a ser mediadas por software e inteligência contínua > objetivo: transformar acesso, eficiência e qualidade da gestão financeira o padrão > constrói sempre na interseção entre dados, sistemas e finanças > sai cedo do caminho acadêmico tradicional > entra no mundo real de sistemas financeiros complexos > aprende dentro de instituições grandes > e depois volta para reconstruir novas camadas do sistema -- Uma honra te conhecer desde o começo de tudo, meu amigo. Assista o episódio completo da Decade no Aura. A primeira entrevista pública dos founders.
lucasabreu@abreunotes·Minha entrevista com os founders da @DecadeWealth, Vitor Olivier e Felipe Meneses. @DecadeWealth está revolucionando o mercado de Wealth e levantou o maior seed da história da América Latina. Capítulos (0:00) Introdução (0:10) Reinvenção: o programa de trainee de 15 anos e por que voltar a empreender (8:56) O que a IA faz melhor que o humano — e o que ainda não faz (13:34) O que a Decade faz e quem é o cliente (20:35) Dados como fonte da verdade e a construção de confiança (26:07) Incentivos perversos e o fim da assimetria de informação (29:13) O Mom Test, os feedbacks do lançamento e o self-driving money (37:34) O que desaprender do Nubank e a aposta no Open Finance (42:28) Quatro meses só fazendo segurança (46:28) Colaborador atleta, taste e o engenheiro pós-IA (57:42) "The plan" de 10 anos e o momento Opus 4.6 (1:06:46) O lado humano que fica (1:10:15) O professor, a paternidade e a coisa mais gentil
Por que a geração de Robô Advisors não conseguiram escalar? Porque era muito difícil de competir com um ser humano que consegue personalizar, adaptar, criar uma narrativa para gestão financeira de cada pessoa. Fazia apenas uma parte pequena do traalho. E inteligência artificial é, pela primeira vez na história, uma tecnologia que pode consegue competir e empoderar o ser humano nessas dimensões.
lucasabreu@abreunotes·Minha entrevista com os founders da @DecadeWealth, Vitor Olivier e Felipe Meneses. @DecadeWealth está revolucionando o mercado de Wealth e levantou o maior seed da história da América Latina. Capítulos (0:00) Introdução (0:10) Reinvenção: o programa de trainee de 15 anos e por que voltar a empreender (8:56) O que a IA faz melhor que o humano — e o que ainda não faz (13:34) O que a Decade faz e quem é o cliente (20:35) Dados como fonte da verdade e a construção de confiança (26:07) Incentivos perversos e o fim da assimetria de informação (29:13) O Mom Test, os feedbacks do lançamento e o self-driving money (37:34) O que desaprender do Nubank e a aposta no Open Finance (42:28) Quatro meses só fazendo segurança (46:28) Colaborador atleta, taste e o engenheiro pós-IA (57:42) "The plan" de 10 anos e o momento Opus 4.6 (1:06:46) O lado humano que fica (1:10:15) O professor, a paternidade e a coisa mais gentil
One line aged particularly well: “Wouldn't it be smart to have a giant advisory business of your own to build the direct relationship with those customers?” Turns out, yes. Vanguard bought Altruist for US$4.6bn
Acquired Podcast@AcquiredFM·Vanguard has directly saved investors $500 billion in fees since 1975. And it's all because of their unique structure: they have no shareholders (besides their customers!), so they have no need to generate profits. Our latest episode, in your podcast players now.
vou passar 1 semana longe do meu mac mini. como posso fazer meus agentes funcionarem para mim enquanto viajo? tenho no maximo 2 horas para fazer o setup
Vitor, ex CTO do Nubank, sobre a próxima grande revolução no mercado financeiro: “Da mesma maneira que o smartphone revolucionou o acesso, a IA deveria revolucionar a decisão. A ideia é que o dinheiro deixe de ser apenas algo que você acessa e passe a trabalhar melhor por você. Que respeite suas necessidades, seus desejos e te guie em direção à independência financeira." É essa aposta que está por trás da @DecadeWealth . Do acesso à decisão.
lucasabreu@abreunotes·Minha entrevista com os founders da @DecadeWealth, Vitor Olivier e Felipe Meneses. @DecadeWealth está revolucionando o mercado de Wealth e levantou o maior seed da história da América Latina. Capítulos (0:00) Introdução (0:10) Reinvenção: o programa de trainee de 15 anos e por que voltar a empreender (8:56) O que a IA faz melhor que o humano — e o que ainda não faz (13:34) O que a Decade faz e quem é o cliente (20:35) Dados como fonte da verdade e a construção de confiança (26:07) Incentivos perversos e o fim da assimetria de informação (29:13) O Mom Test, os feedbacks do lançamento e o self-driving money (37:34) O que desaprender do Nubank e a aposta no Open Finance (42:28) Quatro meses só fazendo segurança (46:28) Colaborador atleta, taste e o engenheiro pós-IA (57:42) "The plan" de 10 anos e o momento Opus 4.6 (1:06:46) O lado humano que fica (1:10:15) O professor, a paternidade e a coisa mais gentil
AURA: Vitor Olivier, fundador da @DecadeWealth. early life > estudou na Duke University (EUA) > formação em economia e ciência da computação > volta ao Brasil para trabalhar no mercado financeiro (obrigado à capa da The Economist do Cristo voando) BTG Pactual > entra no BTG Pactual em 2011 > atua em FX, crédito, trading e estruturação de produtos > trabalha em wealth management > quer construir algo novo fora do sistema tradicional Nubank > por indicação do Francisco “Kiko” H. de Mello, conhece David Vélez > entra no Nubank em 2014 > quando a empresa tinha ~5 pessoas em uma casa na Califórnia > na Rua Califórnia, em São Paulo > seu papel era conectar computação e negócio desde o início, um talento raro > participa da construção do core banking e da infraestrutura inicial > funda e vira General Manager do NuConta, peça central da expansão do Nubank Nubank — escala > assume múltiplos papéis ao longo do tempo (engenharia, produto, operações e liderança) > lidera Operations & Platforms em fases críticas de crescimento > depois atua como CHRO e CTO > participa da escala para +120 milhões de clientes em 3 países > como ele disse no episódio do Aura: “se definir é se limitar” > seu livro de business preferido? Thinking in Systems Decade > decide se reinventar mais uma vez > empreende com a Decade: wealth management com IA > levanta o maior seed da América Latina (US$ 85M) > a gestão patrimonial deixa de depender de decisão humana pontual > e passa a ser guiada por sistemas que aprendem e executam continuamente por meio de software, dados e inteligência > vai transformar novamente o mercado financeiro Vitor Olivier veio ao Aura com Felipe Meneses e foi uma aula. A primeira entrevista pública dos founders da Decade.
lucasabreu@abreunotes·Minha entrevista com os founders da @DecadeWealth, Vitor Olivier e Felipe Meneses. @DecadeWealth está revolucionando o mercado de Wealth e levantou o maior seed da história da América Latina. Capítulos (0:00) Introdução (0:10) Reinvenção: o programa de trainee de 15 anos e por que voltar a empreender (8:56) O que a IA faz melhor que o humano — e o que ainda não faz (13:34) O que a Decade faz e quem é o cliente (20:35) Dados como fonte da verdade e a construção de confiança (26:07) Incentivos perversos e o fim da assimetria de informação (29:13) O Mom Test, os feedbacks do lançamento e o self-driving money (37:34) O que desaprender do Nubank e a aposta no Open Finance (42:28) Quatro meses só fazendo segurança (46:28) Colaborador atleta, taste e o engenheiro pós-IA (57:42) "The plan" de 10 anos e o momento Opus 4.6 (1:06:46) O lado humano que fica (1:10:15) O professor, a paternidade e a coisa mais gentil
@DecadeWealth Assista ao episódio completo: open.spotify.com/episode/3uFEuO…
O que Vitor teve que desaprender do Nubank para construir a Decade. No Nubank, 1 milhão de usuários pode parecer pouco. Você roda um A/B test com 1 milhão de pessoas como rotina. Isso muda completamente seu modelo mental. Na Decade, a lógica é outra. Quando você está mexendo com o dinheiro de uma pessoa, um usuário volta a importar. Cada decisão é individual. Cada detalhe importa. Por isso, os primeiros quatro meses da Decade não foram sobre produto ou growth. Foram sobre segurança. Infraestrutura. E, principalmente, confiança. A lógica é simples: quando você mexe com dinheiro, escala não vem antes de confiança.
lucasabreu@abreunotes·Minha entrevista com os founders da @DecadeWealth, Vitor Olivier e Felipe Meneses. @DecadeWealth está revolucionando o mercado de Wealth e levantou o maior seed da história da América Latina. Capítulos (0:00) Introdução (0:10) Reinvenção: o programa de trainee de 15 anos e por que voltar a empreender (8:56) O que a IA faz melhor que o humano — e o que ainda não faz (13:34) O que a Decade faz e quem é o cliente (20:35) Dados como fonte da verdade e a construção de confiança (26:07) Incentivos perversos e o fim da assimetria de informação (29:13) O Mom Test, os feedbacks do lançamento e o self-driving money (37:34) O que desaprender do Nubank e a aposta no Open Finance (42:28) Quatro meses só fazendo segurança (46:28) Colaborador atleta, taste e o engenheiro pós-IA (57:42) "The plan" de 10 anos e o momento Opus 4.6 (1:06:46) O lado humano que fica (1:10:15) O professor, a paternidade e a coisa mais gentil
Alguns takeaways: do nosso episódio: · Só 7% dos brasileiros conseguem se aposentar com os próprios recursos. · Estão criando uma nova categoria: O objetivo é um produto que faça a melhor gestão patrimonial com tecnologia e pessoas preparadas por R$200. · Se definir é se limitar: As razões para empreender de novo após ter tido tanto sucesso (Vitor foi CTO do Nubank e Felipe vendeu a Hyperplane para o Nu com 23 anos) · Colaborador atleta: a tese de que generalistas que aprendem rápido ganham dos especialistas no zero a um. · Existem dois horizontes que importam: daqui a 10 anos e o próximo mês. Sou investidor e tenho orgulho de ter dois empreendedores desse calibre por perto. Obrigado ao time da Decade, aos investidores Atlantico e Norte Ventures pela ajuda no research, e à Júlia Garcia por preparar o cenário mais bonito e autoral que já gravei episódio. Decade has aura.
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The best part of the research was eating a parrilla with this wonderful dude.
Lichu Acuña@lichuacu·First podcast about Decade is out! No better person to do it than @abreunotes 💯 x.com/abreunotes/sta…
Felipe Meneses sobre o perfil de pessoas que procura: "Você tem que construir um time que seja composto por uma pessoa que é extremamente boa em uma coisa, mas muito boa no resto e capaz de adaptar." Ele chama isso de generalist with spikes. Pessoas com uma especialidade muito forte, mas que conseguem se adaptar aos problemas que aparecem. E existem duas características que Felipe considera fundamentais: Aprender rápido. E ter honestidade intelectual para reconhecer quando algo deu errado e descobrir como melhorar. Ele gosta de chamar essas pessoas de "atletas": "A pessoa está cada vez mais se refinando pra melhorar o craftsmanship de si próprio." No fim, é sobre juntar pessoas com muita vontade, donas do que fazem e verdadeiramente compradas na missão. Quando você consegue isso, o time deixa de precisar ser coordenado o tempo inteiro. As pessoas se coordenam
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A evolução do Nubank do 0 para mais de 120 milhões de clientes ensinou uma coisa importante: O problema do cliente não é apenas acessar a produtos financeiros mas administrar a complexidade de todos eles. Foi esse aprendizado que Vitor levou para a @DecadeWealth . A tese agora não é criar mais um produto financeiro. É construir uma camada acima das relações que o cliente já possui. Uma camada que simplifica, representa e guia. Como Vitor explica: "Somos um aditivo, uma camada acima, uma camada que te simplifica, te representa, te guia."
lucasabreu@abreunotes·Minha entrevista com os founders da @DecadeWealth, Vitor Olivier e Felipe Meneses. @DecadeWealth está revolucionando o mercado de Wealth e levantou o maior seed da história da América Latina. Capítulos (0:00) Introdução (0:10) Reinvenção: o programa de trainee de 15 anos e por que voltar a empreender (8:56) O que a IA faz melhor que o humano — e o que ainda não faz (13:34) O que a Decade faz e quem é o cliente (20:35) Dados como fonte da verdade e a construção de confiança (26:07) Incentivos perversos e o fim da assimetria de informação (29:13) O Mom Test, os feedbacks do lançamento e o self-driving money (37:34) O que desaprender do Nubank e a aposta no Open Finance (42:28) Quatro meses só fazendo segurança (46:28) Colaborador atleta, taste e o engenheiro pós-IA (57:42) "The plan" de 10 anos e o momento Opus 4.6 (1:06:46) O lado humano que fica (1:10:15) O professor, a paternidade e a coisa mais gentil