
@abreunotes
Eu escrevo sobre tendências e tecnologias na minha newsletter, o sunday drops. E conto histórias de empresas no meu podcast, o Aura por Lucas Abreu.
conheci o Hernane e o Bruno Costa do @thenews uns 5 anos atrás. desde então, a gente se ajuda. às vezes é em uma conversa, em uma introdução ou apenas torcendo um pelo outro. eu já fiz intros que mudaram a vida deles, e eles fizeram para mim, por exemplo. e o mais legal é que carrego o sentimento que nunca foi sobre negócio. existe aqui um desejo genuíno de ver o outro crescer e ir bem. a variável mais presente sempre foi confiança. as relações boas são assim. elas têm longo prazo, são genuínas e leves. ontem eu fiquei realmente tocado de ver o evento que a the news organizou: casting impecável, estrutura animal e foi um sucesso. mas o mais louco é que isso é só o começo. eu não consigo ver teto para onde eles podem chegar nos próximos 10 anos. mas, como eu disse pra vocês no evento, eu estaria aqui com 3 pessoas, 300, 3.000 ou 30.000. sempre torcendo. pra cima, meus amigos. parabéns. só o começo.
vou dizer algo estranho mas real, eu escuto meus podcasts antigos direto. hj to escutando dois de 20 meses atrás e a evolução é gritante. duas observações: 1) tudo na vida é reps. quantidade leva a qualidade 2) fazer Fonaudiologa foi o melhor investimento que fiz. ROI altísssimo. Recomendo pra qualquer pessoa
Legal demais estar com Vitor Olivier da Decade (e ex CTO do Nubank), Marcel da Nvidia, Túlio da Datamint em um evento fechado no C6. Existe uma mágica em ser o menos inteligente de um lugar!
hoje eu tive dois papos incríveis que precisaram ser cortados porque tinha marcado 1 hora em cada. se a primeira hora foi boa, a segunda é 10x melhor. a curva de relacionamento não é linear, mas exponencial.
lucasabreu@abreunotes·nova regra: reunioes presenciais 2 horas chega de micro eficiência
Daniel Heise, da DGF, o fundo de VC mais longevo do Brasil sobre como ele analisa novos investimentos: 'Ter um empreendedor que você conversa com ele, tem um, tem um, um, um fator X no olhar daquele cara que cê fala: "Meu, esse cara, ele vai quebrar o que tiver que quebrar, ele vai escalar o que tiver que escalar, ele vai adaptar o que tiver que ada-- e ele v-- esse cara vai, vai ter sucesso", entendeu? Esse é o tipo de, de, de investimento que eu me encontro melhor, porque aí eu me conecto com um cara desse, eu vou fazer de tudo pra ajudar ele, entendeu?'
Episódio completo: open.spotify.com/episode/0phErf…
nova regra: reunioes presenciais 2 horas chega de micro eficiência
das artes mais fascinantes que existem: design
todo dia existe aquele momento da frustração e vc sabe qual é quando os tokens do claude acabam
XP saiu de 400 milhões de dólares para 16.2 bilhões em 10 anos. Impressionante
falei do case da xp no minuto 77 do episódio do seu maior concorrente: open.spotify.com/episode/3jKNlY…
A síndrome de vira-lata do empreendedor brasileiro. @dsheise disse para o o sócio: "Tudo que a gente fez, cara, todos os riscos que a gente tomou, todo o suor que a gente trabalhou, tudo que a gente fez, se tivesse sido feito lá fora, seria 100 vezes maior. Só foi menor porque a gente fez aqui no Brasil e acreditou que só podia fazer aqui." E ele vai além: "O gringo não tem nada a mais que a gente. Ele só acredita que pode ser muito maior. Ele vê que é muito maior o mundo, ele acredita, ele faz." É claro que existe uma diferença enorme de acesso a capital. Mas existe uma diferença anterior: o tamanho do jogo que você acredita ser possível jogar. Talvez parte da vantagem dos empreendedores americanos seja simplesmente essa: eles começam acreditando que o mundo inteiro é o mercado deles.
lucasabreu@abreunotes·Daniel Heise: Fundou 15 empresas, vendeu uma empresa por US$80MM e é board member da @tractian e sócio da DGF. Aprenda o que "Great looks like" em termos de vendas, internacionalização e execução. Capítulos (0:00) Introdução (0:39) Do Banco Matrix ao propósito (4:45) Internest, Ingresso Fácil e o Grupo Direct (8:46) Scup, Web 2.0 e a venda pra Sprinklr (14:53) Go to market como ciência: Force Management (26:25) Internacionalização e o tamanho do sonho (37:19) 51 sócios e a escolha da DGF (42:00) Aprendizado vivido vs. observado (47:10) Como avaliar empreendedores e produtos (57:38) A pergunta da gentileza
Aura is hiring. Nossa missão é impactar o Brasil através de histórias e research sobre empreendedorismo. Contamos as histórias das empresas e dos empreendedores que formaram — e estão formando — o país, e buscamos entender as transformações sistêmicas que a tecnologia está provocando. Já contamos histórias fundamentais de empresas como BTG Pactual, Embraer e LiveMode, além de histórias de empreendedores como Roberto Marinho e Edmond Safra. Também entrevistamos algumas das pessoas mais ambiciosas e inteligentes do país. Meu foco é construir conteúdo profundo, baseado em research proprietário e storytelling. Agora, quero construir a melhor máquina de distribuição possível para esse conteúdo. Estou buscando um talento excepcional de Social, capaz de definir e executar a estratégia de crescimento de short-form da Aura em múltiplas plataformas: Instagram, X, TikTok, YouTube e LinkedIn. Não estou procurando apenas alguém para “fazer posts”. Quero alguém que pense em: • estratégia de distribuição • crescimento • conteúdo e formato • dados e experimentação • audiência e retenção E que também coloque a mão na massa: edição, social media, criação de formatos e gestão de editores. Os principais atributos que busco são taste, autonomia, obsessão por crescimento, capacidade de execução e aprendizado. É uma posição para alguém que queira construir algo do zero, testar muito, aprender rápido e se tornar uma referência em distribuição de conteúdo. Se você estiver interessado, me mande um email para abreu@sundaydrops.com explicando por que você acha que pode fazer sentido. E, principalmente, mande um proof of work. Quero ver o que você já construiu. Por último, uma coisa é importante: não estou procurando apenas competência. Quero trabalhar com pessoas que genuinamente acreditam que empoderar empreendedores e contar suas histórias é uma das formas de transformar o Brasil. Se você acredita nisso também, adoraria conversar.
shooting de hoje…. aura new era
O framework dos 3 porquês para vender mais. @dsheise explica: "A primeira pergunta é: Por que fazer? Qual resultado positivo o cliente quer alcançar? E quais consequências negativas ele quer evitar? A segunda: Por que fazer com a gente? Quais são os diferenciais do seu produto? Por que eles são únicos? E a terceira: Por que fazer agora? O que acontece se o cliente continuar esperando? Um bom processo comercial precisa construir essas três respostas ao longo das conversas com o cliente." Não basta convencer alguém de que existe um problema. Você precisa mostrar por que sua solução é diferente. Segundo Heise, quando você consegue construir tudo isso, a probabilidade de fechar o negócio pode sair de 10% para 90%. Três porquês. Uma estrutura simples para pensar vendas.
lucasabreu@abreunotes·Daniel Heise: Fundou 15 empresas, vendeu uma empresa por US$80MM e é board member da @tractian e sócio da DGF. Aprenda o que "Great looks like" em termos de vendas, internacionalização e execução. Capítulos (0:00) Introdução (0:39) Do Banco Matrix ao propósito (4:45) Internest, Ingresso Fácil e o Grupo Direct (8:46) Scup, Web 2.0 e a venda pra Sprinklr (14:53) Go to market como ciência: Force Management (26:25) Internacionalização e o tamanho do sonho (37:19) 51 sócios e a escolha da DGF (42:00) Aprendizado vivido vs. observado (47:10) Como avaliar empreendedores e produtos (57:38) A pergunta da gentileza
O que os americanos ensinaram sobre construir uma empresa de tecnologia. Quando Heise começou a trabalhar com empresas americanas, percebeu duas diferenças enormes em relação ao Brasil. A primeira era ambição. No Brasil, era comum pensar: "Vou construir uma grande empresa no Brasil." Nos EUA, as empresas já nasciam pensando no mundo. A segunda era vendas. Aqui, vendas ainda eram muito baseadas em relacionamento. Almoço. Presente. Amizade com o cliente. Lá fora, ele descobriu que vendas podiam ser tratadas como ciência. Processo. Metodologia. Métrica. Previsibilidade. Foi aí que ele percebeu que construir uma empresa de tecnologia exigia muito mais do que um bom produto. Era preciso dominar o go-to-market. "Vendas é uma ciência. É um método, tem metodologia, tem processo, tem uma forma de fazer isso muito profissional." Essa mudança de mentalidade abriu um novo mundo de execução.
lucasabreu@abreunotes·Daniel Heise: Fundou 15 empresas, vendeu uma empresa por US$80MM e é board member da @tractian e sócio da DGF. Aprenda o que "Great looks like" em termos de vendas, internacionalização e execução. Capítulos (0:00) Introdução (0:39) Do Banco Matrix ao propósito (4:45) Internest, Ingresso Fácil e o Grupo Direct (8:46) Scup, Web 2.0 e a venda pra Sprinklr (14:53) Go to market como ciência: Force Management (26:25) Internacionalização e o tamanho do sonho (37:19) 51 sócios e a escolha da DGF (42:00) Aprendizado vivido vs. observado (47:10) Como avaliar empreendedores e produtos (57:38) A pergunta da gentileza
Daniel Heise: Fundou 15 empresas, vendeu uma empresa por US$80MM e é board member da @tractian e sócio da DGF. Aprenda o que "Great looks like" em termos de vendas, internacionalização e execução. Capítulos (0:00) Introdução (0:39) Do Banco Matrix ao propósito (4:45) Internest, Ingresso Fácil e o Grupo Direct (8:46) Scup, Web 2.0 e a venda pra Sprinklr (14:53) Go to market como ciência: Force Management (26:25) Internacionalização e o tamanho do sonho (37:19) 51 sócios e a escolha da DGF (42:00) Aprendizado vivido vs. observado (47:10) Como avaliar empreendedores e produtos (57:38) A pergunta da gentileza
@tractian Episódio completo: open.spotify.com/episode/0phErf…
algumas lições das histórias que estudei esse ano: 1) Sergio Lopes, LiveMode: pule de cabeça na próxima grande revolução sistêmica. 2) Pelé: autoconfiança precede a ação. ela é mágica. 3) Embraer: foque (ou construa) uma nova categoria de mercado. 4) Elon Musk: o sistema é mais importante que o produto. 5) Anthropic: a missão é contagiosa. 6) Replit, Amjad Masad: Na dúvida escolha a que gera a melhor história. 7) Tom Jobim: Quantidade leva a qualidade. 8) 99: Priorize sobrevivência, e coisas boas acontecerão. 9) James Dyson: seja diferente. 10) Vinod Khosla: seja obstinado na missão, flexível na estratégia. eu amo o que faço.
No último podcast, eu trouxe a perspectiva sobre como compreensão aproxima o pai de um filho, ou o filho de um pai. E mencionei, a partir dos casos dos empreendedores Endeavor, que uma das estratégias mais legais é mostrar o trabalho para seus filhos e trazer para esse ambiente. Pois bem, nesta semana, a Milatec, empresa tocada por meu pai e irmão, está expondo em uma feira no Ceará e me convidaram a fazer uma palestra aqui, sobre inteligência artificial. Eu juro que pensei meu papel seria ensinar, mas foi o contrário. Eu aprendi. Aprendi mais sobre o trabalho deles, sobre a empresa, sobre os desafios e, principalmente e mais importante, sobre eles. Eu os compreendi um pouco mais. Ontem foi um dia que vou guardar pra sempre comigo. PS: Vídeo da melhor abertura da palestra da história.
Aproveitando para fazer o jabá: o insight inicial veio do conteúdo incrível com a Endeavor e 5 empreendedores fenômenais. Um episódio com muita vulnerabilidade e verdade. Recomendo ouvir para insights fora da caixa open.spotify.com/episode/7wJVs4…
🚀
Bernardo@bebedaselva·@blindpay crossed $2.5B in annualized TPV with only 10 people a single person here is 100x more productive than at other companies we're from @ycombinator. we did our batch alongside 150 other AI companies, they're our inspiration to move faster than ever we have a high-freedom culture: if you think it's going to be good for the company, just do it. the goal is to create information fast, good or bad everyone here is ai-native. i'm not talking about using chatgpt or claude, i'm saying we automate every internal process possible we have the first phase of our company brain: hundreds of markdown files covering how we operate in compliance, security, finance, and everything else that isn't tech. all new products we build already follow it automatically we don't have a support team. if someone is complaining, it's because our system has a problem, and that's probably an engineering problem we don't just have engineers because code is a commodity today. we have an engineer handling infra, an engineer handling design, an engineer handling ledger/exceptions, an engineer handling marketing/sales if you ask every single person who works here how intense it is, they'll probably say this is the most intense company they've ever worked for
Dia especial Gravação especial Cenário especial Em breve uma entrevista com convidados que o mercado inteiro está curioso em conhecer mais.
o que aquela capa do cristo trouxe de mente brilhante pro brasil não tá escrito obrigado the economist
O que ser pai muda na vida do empreendedor? Neste episódio especial de Dia dos Pais, feito em collab com a Endeavor Brasil, exploramos as persepectivas de 5 empreendedores Endeavor. Uma conversa profunda sobre intencionalidade, lições, culpa, parceria e entender seu próprio pai. Capítulos (0:00) Introdução (2:25) Intencionalidade do tempo e coragem (18:35) Os aprendizados que os filhos trazem (32:50) Collab Endeavor e Lobby (35:00) A dificuldade e a culpa (50:30) O poder da parceira (58:20) Entender seu pai (1:08:20) A coisa mais gentil que seu filho fez por você
Decade levanta US$85MM, o maior seed da história da América Latina. Eu tenho a sorte de ser investidor e quero contar a história através de uma pessoa muito importante para mim, que é co-founder da empresa: @felipebpm . Felipe nunca seguiu o caminho tradicional. Repito: nunca. Na adolescência, usava os sábados para ir na universidade federal para estudar matemática com alunos de mestrado. Quando realizou o sonho e foi para Stanford, optou por sair para empreender. Imagina o choque de todos, e lembro de eu falando: Tem certeza? Mas seu caminho é, e sempre foi, único as suas convicções. Foi empreender. Hyperplane, com gente do mais alto calibre. Entre suor e conquistas, vendeu para o Nubank para revolucionar IA no Banco. Tudo alinhado. Mas mais uma vez acontece um movimento contra-senso: Lucas vou empreender de novo, Felipe disse. Ele sai do Nubank para revolucionar pela segunda vez com IA. A tese é: com o nível de inteligência e evolução dos modelos, qualquer pessoa pode ter o patrimônio mais bem gerido. Muito mais bem gerido. A Decade nasce com essa proposta: transformar e democratizar aquilo que é possível para poucos, para muitos, de uma maneira escalável. Não poderia ter sócio mais incrível, complementar e alinhado: Vitor Olivier, protagonista da revolução da digitalização com o Nubank. Hoje é o day 1 da Decade.
A ascensão e queda de Leopold Aschenbrenner abreu.substack.com/p/a-licao-amar…
O nível de concentração de valor de mercado nas principais empresas americanas nunca foi tão alto.
quem é esse tal de Leopold? um breve corte pouco editado da minha participação no @CuriosoMercado domingo tem newsletter sobre o assunto. se inscreve no link nos comentários
vai ser divertido x.com/CuriosoMercado…
toda notícia é sobre uma IA que fugiu do sandbox e hackeou outra empresa. nenhuma dessas tentou sair do sandbox pra sei lá, curar o câncer? f
a queda do fundo de Leopold seja uma das provas de que a AI pode ser muito inteligente, mas está longe de substituir a esperteza.
é surreal o quanto vc retêm mais conhecimento após tentar explicar algo. aprendi dessa vez sobre Iatrogenia.
tenho umas ideias de conteúdo com analistas independentes de ações de mercado. alguém que entendi muito de tipo uma ação específica ou empresa e acompanha os resultados. se fizer sentido pra vc me chama na DM
Efeito Mateus descreve o fenômeno em que quem já tem vantagem tende a acumular ainda mais vantagem, enquanto quem começa em desvantagem tende a ficar ainda mais para trás. O nome vem de uma passagem do Evangelho de Mateus (25:29): "Porque a todo o que tem, mais será dado, e terá em abundância; mas ao que não tem, até o que tem lhe será tirado." O sociólogo Robert K. Merton popularizou o termo em 1968 ao observar a ciência: pesquisadores famosos recebiam mais crédito, financiamento e reconhecimento do que cientistas menos conhecidos, mesmo quando faziam contribuições semelhantes.
Se você pudesse consultar os melhores médicos do Brasil por uma fração do preço... ...por que alguém escolheria uma alternativa pior? Essa lógica guiou boa parte da construção da Centeni e foi também prejudicial para a empresa. No episódio, os fundadores contam que acreditavam que qualidade médica seria suficiente para conquistar o mercado. Mas descobriram algo muito mais desconfortável. "As pessoas não conseguem discernir o que é um bom médico." "É muito subjetiva a percepção de qualidade na medicina." Enquanto médicos excelentes eram difíceis de diferenciar, promessas milagrosas continuavam atraindo milhões de pessoas. Foi então que perceberam que o problema nunca esteve apenas no produto. Estava na leitura do mercado. Uma frase do episódio resume essa lição melhor do que qualquer framework: "A gente construiu um produto para o mundo como a gente gostaria que o mundo fosse." "E a verdade é que o mundo é diferente de como a gente imaginava." Empreender exige convicção. Mas exige, principalmente, a disposição de abandonar uma convicção quando ela não corresponde à realidade.
Não sei se você viu, mas a Embraer acabou de bater o sétimo recorde consecutivo de carteira de pedidos: US$ 34,5 bilhões. A ação se valorizou quase 350% nos últimos 5 anos (e 20% desde o episódio do Aura - sim, o que dizem é verdade, nós trazemos sorte). Embraer é eficiente, especialmente em produção, e é legal saber como isso surgiu: lá em 1974, a empresa fez uma parceria com a Piper Aircraft para produzir aviões pequenos como o da foto no Brasil. O maior ganho foi que os americanos mostraram para os brasileiros como se produz em escala. Por sinal eu tirei essa foto em um desses aviões frutos dessa parceria. Pois bem, eu disse tudo isso pois acredito que pode acontecer de novo. A Monashees, um dos fundos mais legais da região, fez uma parceria com a sua própria Piper - o AI Futures Fund do Google - e criou o Gama Fund, que é um programa de co-investimento para founders brasileiros construindo empresas AI Native Globais em Pre-Seed ou Seed. As selecionadas recebem: - Até US$ 2M em investimento direto -Até US$ 350k em créditos de Google Cloud e Gemini - Acesso antecipado aos modelos e ao time do Google DeepMind - Imersão presencial em Mountain View com o DeepMind e dentro do ecossistema da monashees O primeiro passo para se tornar global é querer. O segundo talvez seja fazer parceria com quem já está lá. Mas corre lá que as inscrições vão até 10 de agosto (mesmo dia do balanço oficial da Embraer - eu sei que essa info não muda nada mas fica aí a curiosidade)
Se inscreva aqui e conheça mais o programa: gamafund.com
O que a Centeni fez muito certo: distribuição. Em menos de um ano, a startup alcançou mais de 5 milhões de visualizações orgânicas por mês. O mais interessante não foi o resultado. Foi o processo. Os fundadores não construíram o produto primeiro para depois pensar em marketing. Fizeram o contrário. Criaram uma comunidade. Testaram mensagens. Entenderam como as pessoas explicavam o produto. Só então foram refinando o produto e a comunicação juntos. Uma das melhores frases do episódio resume essa filosofia: "Você não adapta um canal ao produto. Você adapta o produto ao canal."
A definição mais simples de Product-Market Fit que já ouvi. Não é NPS. Não é PMF Score. Não é pesquisa com clientes. A pergunta é muito mais simples: Toda semana passa e mais gente quer comprar seu produto? Se a resposta for não, provavelmente existe um problema maior. Foi justamente essa conclusão que levou os fundadores da Centeni a encerrar a empresa.
Existe um momento em que uma startup acaba antes de acabar o dinheiro. É quando o founder perde a convicção. Os fundadores da Centeni passaram semanas tentando responder uma pergunta difícil: "A tese está errada ou estamos apenas vivendo um momento ruim?" Quando perceberam que já não acreditavam mais na resposta, encerraram a empresa. Persistência e insistência parecem iguais por fora. A diferença está na convicção.
Post Mortem da Startup. Investi na Centeni em 2025 e recentemente, eles optaram por encerrar as operações. Convidei os founders para contarem as lições dessa jornada nesse episódio de podcast. Aproveite! Timestamps. (0:00) Introdução (1:30) O produto e lições (10:00) Vitamina e Dipirona (18:04) Distribuição: o que a Centeni fez muito bem (27:36) Convicção, PMF e a decisão de fechar (34:37) Como medir product market fit (41:20) A coisa mais gentil. (45:18) Lições do episódio: timing, mercado, dipirona vs vitamina e mais
Episódio completo: open.spotify.com/episode/3bHB0M…
Como entrar em Venture Capital? Deixa seu email se quiser que eu envie uma lista de conteúdos sobre o tema!
O item preferido de Pelé? O massageador. Pelé priorizava o físico acima de tudo e isso se tornou seu diferencial competitivo.
EP Completo: open.spotify.com/episode/3meFMt…
Por que Pelé foi enganado tantas vezes nos negócios? Flávia Arantes sobre um dos maiores pontos cegos de Pelé: "Existe uma lição muito dura na história do meu pai. Todo mundo olha para aquilo em que uma pessoa é extraordinária. Quase ninguém percebe o preço que essa excelência pode cobrar. Pelé foi passado para trás muitas vezes. Teve maus sócios. Perdeu empresas. Foi vítima de golpes. Em determinado momento, precisou até voltar a jogar por causa da situação financeira. Quando perguntei à Flávia como ela explicava isso, a resposta foi muito honesta. 'Todo mundo é excelente em alguma coisa. Em outras, não é. Business realmente não era uma excelência do meu pai. Ele não gostava dessa parte. Não gostava de ler. Não gostava de olhar contrato, de olhar número. Achava que sempre teria alguém de confiança para fazer isso por ele. E, como o dinheiro sempre entrou com facilidade, quando alguma coisa dava errado, ele pensava que outra oportunidade apareceria e resolveria o problema. Era uma área pela qual ele simplesmente não tinha interesse.' Depois ela completou algo que me marcou. 'Mesmo quando já enfrentava dificuldades financeiras, ele não queria olhar. Sentávamos para conversar e ele evitava o assunto. Não fazia parte da essência dele.' Existe uma frase que ouvi de um empreendedor e que nunca esqueci: 'Gente grande senta à mesa e olha os números.' Pelé nos lembra que nenhuma excelência elimina a necessidade de cuidar dos próprios pontos cegos. Às vezes, aquilo que você evita olhar acaba definindo o seu destino."
"Todos querem vencer, mas apenas os melhores têm vontade de se preparar para vencer" - Bill Parcells.
Pelé se sentia rei antes da coroa. Existe uma história maravilhosa contada por Armando Nogueira. Pelé tinha apenas 16 anos. Depois de um jogo do Santos, Armando entrou no vestiário para conhecer o jovem e perguntou: 'Quem é o melhor centroavante do Brasil?' 'Eu', respondeu Pelé. 'E o melhor meia-esquerda?' 'Eu também.' Armando Nogueira escreveu que saiu do Maracanã sem saber se tinha conhecido um garoto convencido ou um escolhido dos céus. A resposta veio poucos meses depois. Pelé foi campeão do mundo aos 17 anos. Essa autoconfiança acompanhou Pelé durante toda a vida. Outro grande cronista brasileiro, Nelson Rodrigues, foi assistir àquele menino de Santos de quem todos falavam. Depois do jogo, escreveu uma frase que se tornou eterna: 'Pelé leva sobre os demais jogadores uma vantagem considerável: a de se sentir rei da cabeça aos pés.' Antes de o mundo chamá-lo de Rei, Pelé já carregava essa convicção dentro de si. A coroa veio depois. O estado de espírito veio primeiro.
Assista o EP Completo: open.spotify.com/episode/3meFMt…
O segredo de Pelé: tratar o talento como ponto de partida. Flávia Arantes sobre a obsessão de Pelé pelos treinos: "Rivelino dizia: Pelé era o primeiro a chegar. E o último a sair. Treinava chute com as duas pernas. Cabeçeio. Pelé dizia que um bom jogador precisava jogar com as duas pernas." Essa mentalidade começou muito cedo. Seu primeiro treinador, Waldemar de Brito, tinha uma filosofia. Queria que Pelé fosse o artesão do próprio jogo. Não depender apenas do talento. Construir, conscientemente, cada aspecto do futebol. Foi assim que Pelé evoluiu. Por exemoplo, em 1958, era um finalizador extraordinário. Já em 1970, era também o cérebro do time. Peça por peça, o artesão se tornou rei. Bill Parcells, lendário treinador da NFL tem uma frase que mostra essa mentalidade 'Todos querem vencer. Mas apenas os melhores têm vontade de se preparar para vencer.'"
EP Completo: open.spotify.com/episode/3meFMt…
Pelé é indiscutivelmente o maior da história e sinônimo de aura. Neste episódio, eu divido a vida do rei em oito princípios aplicáveis a qualquer pessoa somado a uma conversa sobre lições de Pelé com uma convidada mais que especial: Flávia Arantes do Nascimento, filha de Pelé e hoje à frente do seu legado, que topou destrinchar essa história comigo. Capítulos (0:00) Introdução e a causa do rei: Hospital Pequeno Príncipe (3:20) Princípio 1: tudo é sobre trabalho (5:28) Princípio 2: vença onde ninguém está competindo (9:10) Princípio 3: sinta-se rei antes da coroa (15:20) Princípio 4: seja um eterno aprendiz (18:52) Princípio 5: vá aonde o jogo não chegou (22:15) Princípio 6: o imposto da excelência (30:00) Princípio 7: seja atencioso (36:30) Princípio 8: tenha uma missão (40:43) O legado: a conversa com Flávia na íntegra
Pelé, o maior de todos. Episódio do Aura com Flávia Arantes do Nascimento, filha de Pelé e hoje à frente do seu legado, que topou destrinchar essa história comigo. Capítulos (0:00) Introdução e a causa do rei: Hospital Pequeno Príncipe (3:20) Princípio 1: tudo é sobre trabalho (5:28) Princípio 2: vença onde ninguém está competindo (9:10) Princípio 3: sinta-se rei antes da coroa (15:20) Princípio 4: seja um eterno aprendiz (18:52) Princípio 5: vá aonde o jogo não chegou (22:15) Princípio 6: o imposto da excelência (30:00) Princípio 7: seja atencioso (36:30) Princípio 8: tenha uma missão (40:43) O legado: a conversa com Flávia na íntegra
O equity, ou seja, a participação societária se tornou parte relevante do patrimônio dos atletas. Stephen Curry recentemente reclamou sobre o modelo de remuneração da NBA por não incluir esse ponto: "Pela forma como o CBA (acordo coletivo da NBA) está estruturado atualmente, não podemos participar do "equity". E isso é muito importante, porque isto é uma parceria com os proprietários. É uma parceria com a liga. E nós estamos do lado de curto prazo dessa receita" Tudo começou com Jordan, como comenta Ricardo Dias, ex CMO da Ambev.
EP Completo com Ricardo Dias: open.spotify.com/episode/0B72ua…
em um país cujo custo de capital é cronicamente elevado, o acesso a esse recurso é uma vantagem comparativa significativa e explica o quanto a estratégia de fusões e aquisições é poderosa. na imagem, as compras/fusões e aquisições do grupo Itaú Unibanco
AURA: LiveMode & CazéTV — a reconstrução da transmissão esportiva no Brasil --- PRÉ-LIVEMODE > anos 2000: Edgar Diniz e Sergio Lopes entram no esporte como outsiders > criam a Top Sports e depois o Esporte Interativo com outros sócios da vida. > trasformam o modelo de monopólio da transmissão no Brasil e apostam em interatividade. > vendem o EI para a Turner (~R$400M) --- SABÁTICO > vão para o Vale do Silício > entendem mudança estrutural: não é mais TV vs TV > é TV vs internet > nasce a LiveMode (2017) --- LIVE MODE > infraestrutura de distribuição esportiva no digital > não é emissora, nem produtora. > é camada entre direitos e plataformas --- CAZÉTV — O EXPERIMENTO > Copa do Mundo de 2022 > FIFA abre direitos digitais no Brasil > LiveMode propõe levar jogos para o YouTube com Casimiro > ninguém tinha feito isso nessa escala > nasce a CazéTV --- 2022 > lançamento em semanas > 6,5M inscritos rapidamente > dezenas de milhões assistindo ao vivo > prova: esporte funciona nativamente no digital > copa atrai novo público e fifa fica feliz. --- EXPANSÃO > Copa do Mundo vira modelo > Olimpíadas 2024 + Euro + eventos globais > CazéTV vira operação contínua --- COPA DE 2026 > FIFA expande direitos digitais > CazéTV escala o modelo de 2022 > transmissão massiva no digital > parceria com youtube > 2B de reais em publicidade vendidos > lançamento em portugal, na live modeTV. --- MOAT > direitos esportivos como ativo escasso > distribuição nativa em plataformas digitais > operação híbrida: creators + produção profissional > capacidade de transformar eventos em audiência massiva --- FUTURO > esporte deixa de ser canal > vira sistema de distribuição digital --- > 2022 foi o experimento > 2026 é a escala História incrível capitaneada por Sérgio Lopes e Edgar Diniz. Mergulhei e fiz um episódio sobre a empresa. Link nos comentários.
EP Completo: Spotify open.spotify.com/episode/41PVp7… Youtube youtu.be/gBocvGl5rRI?si…
PRIMO RICO, ATORES E FOUNDER LED GROWTH. O que ninguém fala sobre criar conteúdo: você não concorre com quem está criando peças originais, mas com quem não para de remixar o que você fez. dia 11 de junho, soltei um episódio sobre a spaceX. dia 07 de julho, episódio do @ThiagoNigro sobre a empresa. Fui assistir de curioso e a minha surpresa? tive a sensação de assistir ao meu próprio roteiro reinventado, com os mesmos exemplos, linha do tempo e estrutura narrativa. tudo nasce de uma inspiração e para meu episódio, por exemplo, eu destaquei nas minhas fontes as 6 referências pela qual aprendi sobre a empresa. o problema é que no vídeo dele, a unica referencia que encontro é para sua consultoria. Mas como dizem: odeio o jogo, não o jogador e eu sinto que tenho a obrigação de falar algo: se quiser crescer rápido ou atingir um publico maior na "creators economy", é melhor entrar no teatro do que ler um livro, porque a internet remunera de forma desproporcional a perfomance ao invés do estudo. valeu ps: análise do chatgpt sobre a semelhança dos transcripts.