Novo filme de Resident Evil aposta em narrativa paralela
Dirigido por Zach Cregger, o novo longa da franquia Resident Evil foca em personagens inéditos e divide opiniões da crítica especializada.
Pontos principais
- O filme é dirigido por Zach Cregger e não utiliza os heróis tradicionais da franquia.
- A trama foca no personagem Bryan para criar maior identificação com o público.
- A direção e a fidelidade visual aos jogos são apontadas como os principais acertos.
- A campanha de marketing confusa e o final do filme foram citados como pontos negativos.
- A produção é tratada como uma obra única, sem planos atuais para sequências.
O novo filme da franquia Resident Evil, sob a direção de Zach Cregger, adota uma abordagem narrativa distinta ao optar por uma história paralela, afastando-se dos protagonistas clássicos da série. A produção centraliza sua trama no personagem Bryan, um protagonista comum desenhado para promover uma conexão mais direta com o espectador, enquanto mantém uma estética que busca emular a experiência visual dos jogos eletrônicos originais.
Apesar dos elogios à direção de Cregger e à fidelidade técnica, a obra enfrenta críticas relacionadas a falhas na estratégia de marketing e à ausência de cenários icônicos que marcaram a franquia. O desfecho da história também gerou questionamentos entre os espectadores, consolidando o longa como uma produção isolada, uma vez que não existem planos confirmados para o desenvolvimento de sequências sob esta mesma direção.
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