Petrobras assina contratos para explorar oito blocos na Costa do Marfim
A Petrobras assinou nesta quinta-feira (17/9), em Abidjan, contratos de partilha de produção com o governo da Costa do Marfim e a estatal PETROCI Holding para explorar oito blocos offshore, parte da estratégia de recomposição de reservas da companhia.
Pontos principais
- A Petrobras (via a subsidiária PNBV), a República da Costa do Marfim e a estatal PETROCI Holding assinaram os contratos de partilha de produção nesta quinta-feira (17/9), em cerimônia em Abidjan.
- A Petrobras Netherlands B.V. deterá 90% de participação nos oito blocos e atuará como operadora; a PETROCI Holding fica com os 10% restantes.
- Os blocos abrangidos são CI-513, CI-600, CI-601, CI-602, CI-603, CI-605, CI-701 e CI-702.
- A cerimônia contou com a presença da diretora executiva de Exploração e Produção da Petrobras, Sylvia Anjos.
- A presidente Magda Chambriard disse que a Petrobras vai explorar o potencial que vê na margem atlântica africana, região com geologia semelhante à das bacias sedimentares brasileiras.
- A iniciativa está prevista no Plano de Negócios da companhia e integra a estratégia de recomposição de reservas por meio de novas fronteiras, no Brasil e no exterior.
- A empresa busca incorporar 9 bilhões de barris de óleo equivalente até 2050.
- Além da Costa do Marfim, a Petrobras mantém negociações e projetos em Gana, Namíbia, África do Sul e São Tomé e Príncipe.
- A operação também foi comunicada pela companhia à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
A Petrobras, por meio da subsidiária integral Petrobras Netherlands B.V. (PNBV), a República da Costa do Marfim e a estatal local PETROCI Holding assinaram nesta quinta-feira (17/9), em Abidjan, contratos de partilha de produção para oito blocos exploratórios offshore: CI-513, CI-600, CI-601, CI-602, CI-603, CI-605, CI-701 e CI-702. A PNBV deterá 90% de participação nos blocos e atuará como operadora, enquanto a PETROCI Holding fica com os 10% restantes. A cerimônia contou com a presença da diretora executiva de Exploração e Produção da Petrobras, Sylvia Anjos.
Segundo a presidente da Petrobras, Magda Chambriard, a aquisição dá à companhia presença relevante na Costa do Marfim, país de alto potencial exploratório e características geológicas semelhantes às bacias sedimentares brasileiras. Ela disse que a estatal aplicará nos blocos sua experiência técnica para explorar o potencial que acredita existir na margem atlântica africana.
A iniciativa integra a estratégia de recomposição de reservas de óleo e gás da Petrobras por meio de novas fronteiras exploratórias, no Brasil e no exterior, prevista em seu Plano de Negócios, que inclui a meta de incorporar 9 bilhões de barris de óleo equivalente até 2050. Além da Costa do Marfim, a companhia mantém negociações e projetos em Gana, Namíbia, África do Sul e São Tomé e Príncipe.
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