Haddad aponta irregularidades em contratos de ônibus em São Paulo
Fernando Haddad comentou investigações sobre a relação entre empresas de transporte público na capital paulista e o crime organizado.
Pontos principais
- Ministério Público investiga possível ligação de 12 empresas de ônibus com o PCC.
- Haddad afirmou que a licitação do transporte foi alterada após sua gestão na prefeitura.
- O candidato declarou ter mantido distância de Milton Leite durante seu mandato.
- Investigação apura suposto conluio em contratos finalizados por gestões posteriores.
O candidato ao governo Fernando Haddad classificou o sistema de transporte público de São Paulo como um "vespeiro" ao comentar as recentes investigações sobre a infiltração do crime organizado no setor. Segundo o Ministério Público, 12 das 22 empresas que operam o sistema na capital possuem vínculos com o PCC, levantando suspeitas sobre a integridade das licitações realizadas na última década.
Haddad ressaltou que, embora a base da licitação tenha sido estruturada durante sua gestão como prefeito, o processo foi concluído por administrações subsequentes com indícios de conluio. O ex-prefeito também mencionou ter mantido o vereador Milton Leite afastado de sua gestão e afirmou que os envolvidos nas investigações, que incluem pedidos de prisão, terão a oportunidade de prestar esclarecimentos perante a Justiça.
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