Família de Nicholas Brandram nega envolvimento em caso 'Putney pusher'
Familiares do banqueiro falecido afirmam que ele era inocente e que a pressão de uma investigação policial de longa data levou ao seu suicídio.
Pontos principais
- Nicholas Brandram, de 44 anos, foi encontrado morto em sua residência em Chiswick, Londres.
- O banqueiro era investigado pela Polícia Metropolitana desde 2017 por um incidente conhecido como 'empurrão em Putney'.
- A família alega que não existem evidências críveis que liguem Brandram ao caso.
- Parentes relatam que o suspeito sofria com a pressão da investigação e abusos online antes de tirar a própria vida.
A família de Nicholas Brandram, banqueiro de 44 anos encontrado morto em sua residência em Chiswick, Londres, negou publicamente qualquer envolvimento do falecido no caso conhecido como 'empurrão em Putney'. Brandram era investigado pela Polícia Metropolitana desde 2017 por um incidente em uma ponte londrina, mas seus familiares sustentam que não há evidências que o liguem ao crime.
Segundo as irmãs do banqueiro, a investigação policial e o assédio online constante geraram uma pressão insustentável que culminou no suicídio de Brandram. Antes de falecer, ele teria relatado à família que o processo investigativo estava destruindo sua saúde mental e que não via um desfecho positivo para a situação. O caso reacende debates sobre os métodos de condução de investigações de longo prazo e o impacto psicológico sobre os suspeitos.
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