Falta de reserva para imprevistos é principal fragilidade financeira no Brasil
Estudo da Planejar aponta que brasileiros das classes A, B e C possuem baixa resiliência financeira para lidar com emergências inesperadas.
Pontos principais
- O Índice Planejar atingiu nota geral de 52,7 pontos, refletindo um nível intermediário de organização financeira.
- A dimensão de 'reservas e resiliência' foi a pior avaliada, com apenas 39,3 pontos.
- Indivíduos entre 25 e 44 anos foram identificados como o grupo mais vulnerável financeiramente.
- A gestão orçamentária apresentou o melhor desempenho, alcançando 70,1 pontos na pesquisa.
- O levantamento foi realizado pelo Datafolha com 2.000 entrevistados das classes A, B e C.
O Índice Planejar, divulgado pela Associação Brasileira de Planejamento Financeiro, revelou que a ausência de uma reserva de emergência é o ponto mais crítico na saúde financeira dos brasileiros. Embora a gestão orçamentária tenha apresentado um desempenho positivo, com 70,1 pontos, a dimensão de resiliência financeira obteve apenas 39,3 pontos, evidenciando a dificuldade da população em manter recursos para cobrir imprevistos.
A pesquisa, conduzida pelo Datafolha com 2.000 pessoas das classes A, B e C, aponta que o grupo entre 25 e 44 anos é o mais suscetível a instabilidades. O estudo utiliza a Hipótese do Ciclo de Vida para analisar as prioridades financeiras, reforçando que a falta de planejamento para o longo prazo e para situações de crise compromete a estabilidade econômica das famílias brasileiras, mantendo o índice geral em um patamar intermediário de 52,7 pontos.
Comentários
Carregando comentários...
