Operação Lívia 2 mira administradores de grupos de exploração online
Segunda fase da operação cumpre mandados em seis estados para desmantelar redes de exploração e automutilação de menores na internet.
Pontos principais
- A ação investiga a morte de uma adolescente de 13 anos coagida a realizar desafios de automutilação.
- Foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão e seis medidas cautelares contra adolescentes.
- A operação abrange cinco estados e o Distrito Federal.
- O Laboratório de Operações Cibernéticas do Ministério da Justiça auxiliou na identificação de moderadores.
O Ministério da Justiça e Segurança Pública deflagrou a segunda fase da Operação Lívia, focada em desarticular redes de exploração online voltadas a crianças e adolescentes. A investigação teve início após a morte de uma adolescente de 13 anos, que foi coagida por membros de comunidades virtuais a praticar atos de automutilação e crueldade contra animais. A ação busca identificar e responsabilizar administradores e moderadores desses grupos, que utilizam o ambiente digital para promover práticas de escravidão digital.
Durante a operação, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão domiciliar e seis medidas cautelares contra adolescentes em cinco estados e no Distrito Federal. O trabalho contou com o suporte técnico do Laboratório de Operações Cibernéticas, responsável pela análise de provas digitais que permitiram mapear a estrutura dessas comunidades. A iniciativa reforça o combate estatal a crimes cibernéticos que ameaçam a integridade física e psicológica de menores em todo o território nacional.
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