Minoritários da MBRF questionam uso de jato executivo por Marcos Molina
Acionistas da MBRF contestam o uso de um jato Gulfstream G650 da companhia pelo controlador Marcos Molina para fins particulares.
Pontos principais
- Acionistas minoritários da MBRF questionam o uso de aeronave da empresa por Marcos Molina.
- O jato em questão é um modelo Gulfstream G650 operado pela Marfrig Global Foods S.A.
- A companhia afirma que a utilização da aeronave segue as normas legais vigentes.
Acionistas minoritários da MBRF manifestaram insatisfação com a utilização de um jato executivo da companhia pelo controlador e presidente do conselho, Marcos Molina. O questionamento foca no uso da aeronave, um modelo Gulfstream G650 operado pela Marfrig Global Foods S.A., para a realização de viagens de caráter pessoal pelo executivo.
A empresa, por meio de nota, defendeu a regularidade da operação e assegurou que o uso do jato está dentro da legalidade. O caso levanta debates sobre governança corporativa e a separação entre os ativos da companhia e os interesses privados de seus controladores, um tema recorrente em discussões sobre transparência no mercado de capitais brasileiro.
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