EUA confirmam armas no espaço e China pede interrupção de preparativos
O governo dos EUA confirmou a presença de armas em órbita para defesa nacional, gerando críticas e pedidos de contenção por parte da China.
Pontos principais
- A Força Aérea dos EUA confirmou, pela primeira vez, a colocação de armamentos em órbita.
- O governo chinês solicitou que os EUA cessem a expansão de capacidades militares no espaço.
- A Força Espacial dos EUA aponta China e Rússia como ameaças que desenvolvem tecnologias antiespaciais.
- O posicionamento de armas no espaço é alvo de controvérsias devido ao tratado internacional de 1967.
A Força Aérea dos Estados Unidos confirmou oficialmente a colocação de armamentos no espaço pela primeira vez. Segundo o Secretário da Força Aérea, Troy Meink, a medida é uma necessidade estratégica para garantir a defesa do país contra eventuais ações inimigas e proteger ativos críticos em órbita.
Em resposta, o governo da China solicitou que os Estados Unidos interrompam os preparativos para o que classificou como uma corrida armamentista no espaço sideral. Enquanto Washington justifica a ação citando o desenvolvimento de capacidades antiespaciais por parte de potências rivais, Pequim argumenta que a militarização da órbita viola o espírito do tratado internacional de 1967, que proíbe o posicionamento de armas de destruição em massa no espaço.
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