Uso de bilhetes digitais cresce 80% na Linha 1-Azul do Metrô
Vendas digitais na Linha 1-Azul sobem 80,5% no início de 2026, enquanto guichês físicos registram queda de 53% na procura.
Pontos principais
- Transações digitais na Linha 1-Azul somaram 5,6 milhões no primeiro quadrimestre de 2026.
- Vendas em guichês físicos caíram de 1,2 milhão para 573 mil no mesmo período.
- O bilhete magnético Edmonson será oficialmente descontinuado em 31 de outubro de 2026.
- O aplicativo TOP lidera as validações digitais com 78,2% de participação.
- O sistema de QR Code já acumula 449 milhões de usos em toda a rede do Metrô de São Paulo.
A adoção de meios digitais para o pagamento de tarifas na Linha 1-Azul do Metrô de São Paulo apresentou um crescimento expressivo de 80,5% durante o primeiro quadrimestre de 2026. O movimento reflete uma mudança nos hábitos dos passageiros, que migraram das bilheterias tradicionais para tecnologias como o QR Code e o pagamento por aproximação, resultando em uma redução de 53% nas vendas físicas. Atualmente, o aplicativo TOP é o principal canal de acesso, concentrando 78,2% das validações digitais, seguido pelo uso via WhatsApp e cartões EMV.
Essa transição tecnológica faz parte de um plano estratégico de modernização do sistema metroviário paulistano. Com o avanço das alternativas digitais, que já somam 449 milhões de utilizações desde sua implementação em 2020, a operadora confirmou o encerramento definitivo do bilhete magnético Edmonson para o dia 31 de outubro de 2026. A medida visa otimizar o fluxo nas estações e reduzir os custos operacionais associados à manutenção dos guichês físicos e à logística dos bilhetes de papel.
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