Extrema direita perde força nas eleições gerais da Suécia
O partido Democratas Suecos caiu para a terceira posição, enquanto a oposição de centro-esquerda amplia sua liderança no parlamento.
Pontos principais
- O partido Democratas Suecos, de extrema direita, caiu para a terceira colocação após anos de crescimento.
- A oposição de centro-esquerda abriu uma vantagem de três assentos com 95% das urnas apuradas.
- O partido, que possui raízes neonazistas, vinha exercendo influência sobre a coalizão Tidö desde 2022.
O partido Democratas Suecos, legenda de extrema direita com raízes neonazistas, perdeu força nas eleições gerais do país e caiu para a terceira posição no parlamento. Com 95% dos votos apurados, a oposição de centro-esquerda consolidou uma vantagem de três assentos, interrompendo uma trajetória de crescimento contínuo que a sigla mantinha há décadas.
Apesar do recuo eleitoral, a influência do grupo permanece como um fator relevante no cenário político sueco. Desde 2022, o partido desempenhou um papel central ao viabilizar a coalizão Tidö, liderada pelo atual primeiro-ministro Ulf Kristersson. O resultado atual sinaliza uma mudança na correlação de forças, embora o legado da influência da extrema direita continue a moldar as discussões sobre a governabilidade e as alianças políticas no país.
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