Ex-funcionário acusa Rockstar Games de monitorar equipe após abaixo-assinado
Tribunal trabalhista no Reino Unido investiga se a Rockstar Games demitiu ilegalmente 31 funcionários por atividades sindicais.
Pontos principais
- A denúncia foi feita por Dayne Oram durante audiência em Glasgow.
- O ex-funcionário alega a criação de uma 'lista de observação' interna.
- O monitoramento teria ocorrido após um abaixo-assinado sobre trabalho remoto em 2023.
- A investigação apura se as demissões foram motivadas por retaliação sindical.
Um tribunal trabalhista no Reino Unido iniciou a apuração de denúncias contra a Rockstar Games, desenvolvedora da franquia Grand Theft Auto. A investigação foca na possível demissão ilegal de 31 funcionários, que teriam sido dispensados devido a atividades sindicais e reivindicações trabalhistas dentro da companhia.
Durante uma audiência realizada em Glasgow, o ex-funcionário Dayne Oram afirmou acreditar que a empresa implementou uma "lista de observação" para monitorar trabalhadores. Segundo o depoimento, a medida teria sido uma resposta direta à organização de um abaixo-assinado em 2023, no qual a equipe solicitava maior flexibilidade para o trabalho remoto. O caso coloca em xeque as práticas de gestão da empresa e levanta debates sobre direitos sindicais no setor de tecnologia e games.
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