Ex-jogadores de hóquei processam Universidade de Michigan por abusos
Mais de doze ex-atletas alegam ter sofrido trotes sexuais sistemáticos com o conhecimento de funcionários da Universidade de Michigan.
Pontos principais
- Ação judicial foi protocolada na quarta-feira em um tribunal federal de Detroit.
- Ex-jogadores relatam abusos sexuais ritualizados ocorridos há décadas.
- O processo alega que treinadores e a equipe da universidade tinham conhecimento dos atos.
- A defesa descreve o comportamento como um sistema sádico e planejado de trotes.
Mais de doze ex-jogadores de hóquei da Universidade de Michigan entraram com uma ação judicial coletiva na última quarta-feira, em um tribunal federal de Detroit. Os autores do processo alegam ter sido vítimas de trotes sexuais sistemáticos e abusivos durante o período em que integraram a equipe, descrevendo as práticas como rituais sádicos e planejados.
Segundo a denúncia, a equipe técnica e funcionários da instituição tinham pleno conhecimento dos abusos ocorridos há décadas, mas falharam em intervir ou proteger os estudantes. O advogado Michael Pitt, que representa os ex-atletas, classificou o comportamento como uma cultura de violência institucionalizada. Até o momento, a universidade não se manifestou sobre as acusações específicas contidas na ação judicial.
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