Ucrânia contrata cerca de 1.000 mísseis Patriot com empréstimo da UE
Kiev pede 300 interceptadores imediatos de estoques aliados; UE liberou derrogação para gastar parte de €3,2 bilhões em componentes.
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09/09 às 09:00
Pontos principais
- O ministro da Defesa da Ucrânia, Yevhenii Khmara, disse em 8 de setembro que Kiev está contratando cerca de 1.000 mísseis para os sistemas Patriot.
- A contratação é feita com ajuda de aliados e por meio de um empréstimo da União Europeia.
- A maior parte dos mísseis dos novos contratos só será entregue nos próximos anos.
- Khmara pediu aos parceiros a entrega imediata de 300 interceptadores Patriot de estoques existentes, em troca de munições aprimoradas mais tarde.
- Os Estados-membros da UE concordaram em 8 de setembro com uma derrogação das regras de contratação pública, permitindo gastar parte de €3,2 bilhões (US$3,7 bilhões) em componentes de Patriot; a decisão técnica deve ser finalizada até 11 de setembro.
- O ministro alemão Boris Pistorius disse que transferirá com urgência mísseis PAC-2 dos estoques da Bundeswehr, e não de entregas futuras.
- O Reino Unido prometeu £100 milhões (cerca de US$135 milhões) via mecanismo PURL da OTAN e mais 95 mil drones até o fim do ano.
Os anúncios saíram da 36ª reunião do Grupo de Contato de Defesa da Ucrânia, no formato Ramstein. A Espanha somou €2 milhões (cerca de US$2,3 milhões) para combustível, via Agência de Apoio e Aquisições da OTAN.
O secretário-geral da OTAN, Mark Rutte, disse na reunião que os aliados da Ucrânia não têm escolha senão ampliar o apoio para que Kiev possa "aproveitar as oportunidades que está criando agora em todas as frentes" e se defender nos céus.
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